terça-feira, 24 de julho de 2007

Eu vejo uma pequena nuvem...

do tamanho da mão de um homem, mas este é um sinal que a tua chuva vai descer. Faz chover, faz chover, abre as comportas dos céus.

Pois é, essa foi a sensação que tive no domingo passado, na escola dominical, em que o irmão Davi Jané de Araraquara encerrou o estudo baseado no capítulo 2 e versículos de 1 a 26 de 2.° Timóteo.

Foram momentos indescritíveis, onde eu particulamente senti a presença de Deus como nunca. A cada palavra de advertência nos levava a um momento de reflexão e nem víamos a hora passar. Estávamos todos (ou quase todos) anestesiados com o que o Senhor dizia através das palavras do irmão Davi Jané.

- Filho, testemunha, soldado, atleta, lavrador, obreiro, vaso e servo. Ou melhor, servo, vaso, obreiro, lavrador, atleta, soldado, testemunha e filho. Ó Deus, como foram edificantes essas palavras, que possamos seguir neste caminho rumo a santidade.

E por falar em santidade, nunca mais me esquecerei da ilustração de Isaías 6:2 e 3 "Acima dele estavam serafins, cada um deles tinha seis asas; com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés e com duas voavam. E proclamavam uns aos outros: "Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos, e a terra inteira está cheia da sua glória". Obrigado Senhor, pela sua misericórdia, porque se até os serafins que são anjos sem pecados e diante a Tua presença se sentem envergonhados a ponto de cobrir o corpo (imaginemos que possuam asas grandes), o que faremos nós diante da Tua presença, já que nascemos com pecado?

Que Deus possa abençoar, Davi, Rosana e seus filhos. Que a presença de Deus, essa que veio com o irmão, possa permanecer para sempre no nosso meio e seja como uma chuva a molhar os nossos corações!



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