sexta-feira, 31 de julho de 2009

7 Chaves para ...

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... um relacionamento feliz!
Por Enzo Almeida - Encontro com o Poder

1 Chave: Compromisso

Compromisso é algo pouco compreendido nos dias de hoje, somos compromissados com nossas carreiras, com nossos sonhos e desejos, com nossos estudos, enfim, com tudo que gira em torno de nossos interesses, mas no relacionamento, a maioria das vezes o compromisso tem a ver com o cônjuge e seus interesses, uma atitude de comprometimento diante de Deus e de um para com o outro é o que vai ajudar a ultrapassar os períodos difíceis e fortalecer o amor. “Portanto o que Deus ajuntou não separe o homem.” Marcos 10:9. Se ambos têm uma atitude de compromisso com o relacionamento, os problemas e diferenças podem ser solucionados; quando não há comprometimento no relacionamento então mesmo as pequenas dificuldades, desânimos e desilusões tendem a criar separações.

2 Chave: Tempo

Cada dia temos menos tempo não é? Não parece que a agenda esta sempre cheia e nunca conseguimos realizar tudo que planejamos. Acontece que decidimos (conscientemente ou não) investir nosso tempo em algo ou alguém. Amar significa investir tempo. Amar é passar tempo juntos – tempo com valor, não só por passar o tempo - para estarem lado a lado, fazendo coisas que gostem e dê valor ao tempo investido. Se este não for o objetivo de estarem juntos, este tempo precioso será desperdiçado com programas de menor importância. O tempo passado juntos é indispensável para solidificar bons relacionamentos.

3 Chave: Comunicação

Você já ouviu o ditado: Quem não se comunica se trumbica? Incrivelmente existem casais que não conhecem o diálogo, ou que muitas vezes a comunicação fica sempre em níveis superficiais, um cônjuge não conhece os sentimentos, anseios e desejos do outro, mas sabe exatamente o que um pensa da família do outro, dos gostos culinários ou programas de televisão – comunicação superficial. A comunicação profunda em um relacionamento começa quando se divide os sentimentos profundos e íntimos de maneira honesta e aberta. Ouvir é uma parte decisiva desta experiência mútua. Comunicação efetiva não consiste só em falar, mas principalmente na atitude de ouvir os pontos de vista do outro, compreender os sentimentos e desenvolver a empatia entre ambos. Comunicação não é feita de orelhas, mas de olhares, de concentração, confiança, segurança, aceitação e amor.

4 Chave: Aceitação

Diferenças, já falamos delas, mas todos sabemos como aquela mania que o outro tem incomoda, e que muitas vezes não compreendemos como o cônjuge que amamos não consegue compreender que somos deste jeito desde pequenos e em nossa família nunca ninguém reclamou. Queremos ser aceitos como somos, mas temos dificuldades de aceitar o que o outro é. Por isso que logo depois do casamento, os casais se concentram no aspecto negativo do parceiro, em vez de focalizar o que é bom. Para ter um relacionamento feliz e duradouro cada casal precisa valorizar as boas qualidades que escolheram um no outro – lembrando que elogios nunca são demais – e deixar de lado os aspectos ruins. Esta atitude não é desculpa para não ajudar ao outro a vencer suas dificuldades; significa, sim, não permitir que estes traços se tornem o centro de atenção e inquietação.

5 Chave: Senso de Humor

Lembra do desenho do Lippi e Hard? Uma hiena mal humorada que sempre pensava o pior de todas as coisas. Agora imagine viver desta forma. a quantidade excessiva de problemas acabam com o humor do casal, são problemas pessoais, dificuldades financeiras, stress do trabalho, todos estes males da sociedade moderna, que acabam invadindo os lares. Muitos casamentos podem tornar-se o alívio aos problemas, se as pessoas envolvidas exercitarem um pouco de humor. Estudos comprovaram que o humor alivia a tensão, resolve conflitos, motiva e dá energia. O humor atrai a atenção e dá à comunicação um impacto maior. Cuidado com humor mordaz, aquele feito para ferir, com piadas que rebaixa o outro, estes além de machucar, deixam cicatrizes profundas.

6 Chave: Valorização

Qual o valor que damos as pessoas que amamos? Este valor é retratado somente em datas especiais, ou é a cada dia relembrado? Pensamos que valorizar alguém significa fazer alguma homenagem pomposa no aniversário, natal ou outra festa, mas esquecemos que dia-a-dia podemos com simples gestos valorizar o cônjuge. São as pequenas coisas da vida que trarão alegria ou tristeza ao relacionamento. “Obrigado”, “Por favor”, “Me perdoe”, “Sinto muito”, “Posso ajudá-lo”, são palavras que se usam pouco dentro do lar, mas que têm grande importância. Um cartão, uma flor, um bilhete romântico, um presentinho em momento inesperado, um telefonema carinhoso; é tão simples, mas faz grande diferença no relacionamento. Uma ajuda mínima em pequenas tarefas pode fazer de um trabalho leve, algo quase insignificante, a afirmação de um amor duradouro. Para que o casamento tenha significado, é preciso se lembrar das coisas pequenas e não esperar grandes ocasiões de mostrar a mútua devoção.

7 Chave: Finanças

Dinheiro é a raiz de todos os males não é? Mas não é por isso que devemos ser descuidados com essa questão. Descuidos com a vida financeira causam verdadeiros desastres no relacionamento. Essas crises não se referem apenas aos baixos salários, mas principalmente à má administração do dinheiro. O dinheiro pode ser tanto uma benção como uma armadilha. O Casal deve cuidar em manter um padrão de vida que não ultrapassa a renda do casal. Um plano de despesas seria importante para o casal.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ore pelos que necessitam do amor de Deus‏.

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O "Missão Portas Abertas" enviou esse pedido por e-mail; acredito que não só eu, mas milhares de pessoas o recebam; e desde então fiquei pensando muito, principalmente com o texto bíblico que inicia a mensagem:

"Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 8.38-39

Pensei em quantas vezes já usei desse mesmo texto bíblico para determinar que não serei abalado por nada, porque NADA me separara do amor de Deus que está em Cristo Jesus. Por um lado isso é uma verdade, mas somos tendenciosos e sempre que estamos em alguma situação de desconforto utilizamos da Palavra de Deus para nos beneficiar.

Pensei em quantas vezes vi pessoas abençoadas pelo Senhor, com familiares por perto, com amigos por perto, tendo ao seu redor tudo o que deseja, esbanjando saúde, enfim, já vi essas mesmas pessoas declarando esse texto com a intenção de intimidar e mostrar a seus inimigos (muitas vezes imaginários) que eles são 'o tal'.

Pensei em como somos hipócritas e mesquinhos, como somos alheios a tudo que acontece ao nosso redor. Quando percebi isso? Foi no momento que continuei a ler o e-mail...

... quando vi a impunidade cercar a morte de cristãos por causa da verdade ...

Na Turquia, os suspeitos pela morte de três cristãos em uma editora em Malatya estão arranjando diversas desculpas para não comparecerem ao tribunal e, por consequência, não serem julgados. Por causa disso, a resolução do caso é sempre adiada. Ore para que o Senhor conduza esses julgamentos com justiça.

... quando vi a angustia dos que perdem seus entes queridos por causa da Verdade ...

Na Coreia do Norte, uma mulher foi executada publicamente por distribuir Bíblias e por ser, supostamente, "espiã para os inimigos do país". Sua família e outras pessoas envolvidas com a cristã foram enviadas para um campo de prisão política. Interceda por eles.

... quando vi a agressão sofrida por causa da Verdade ...

No México, um jovem cristão foi agredido quando estava indo para casa. Quando a mãe de Cristobal Diaz Gomes tentou impedir a violência contra seu filho, também foi agredida. Há rumores de que os cristãos serão expulsos da comunidade.

Mas logo isso passa, cai no esquecimento, vira lembrança, e voltamos a dizer que NADA nos separara do amor de Deus. Isso porque é muito fácil dizer tais palavras sem necessariamente passar pelas situações descritas no próprio texto bíblico ou nos depoimentos do e-mail.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Max Lucado no Podcast irmaos.com

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Você já está acostumado a ler os textos de Max Lucado na coluna Dose de Ânimo de irmaos.com, certo? A grande novidade é que na próxima segunda-feira (3 de Agosto) você terá o privilégio de ouvir o próprio Max Lucado falando em português no Podcast irmaos.com!


O autor está no Brasil divulgando o lançamento de seu novo livro e separou um espaço em sua agenda repleta de atividades para falar com a galera de irmaos.com sobre sua vida e sua obra. Veja aqui a primeira foto da gravação e entre também nesta expectativa!

O programa 67 do Podcast irmaos.com entrará no ar durante a madrugada de domingo para segunda-feira. Aguarde!

***

Caraca, esse pessoal do Podcast irmaos.com tá metido demais... rsrsrs

Fazer um programa com o Max? Como assim?! rsrs

Paulinho e Adriana, vocês estão de parabéns!

No tom da paixão de Cristo.

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Por Ariovaldo Ramos via irmaos.com

Quando a humanidade pecou, lá no jardim, a punição apropriada para aquele ato era tudo deixar de existir. Não só a raça humana deixaria de existir, mas tudo o mais, porque a raça humana é o ápice e o "cabeça" da criação. Era um ato de ruptura com Deus que é em quem tudo existe. "Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos." Atos 17:28

Romper com Deus é não ter mais lugar para viver, para mover-se e para existir. Logo, era um ato suicida. Era isso que o inimigo queria, ele é um suicida radical, sua lógica era algo como: se não tem pra mim, não tem pra ninguém. Para sua surpresa, Deus prometeu a salvação. E a salvação veio em Cristo, que satisfez o princípio eterno de justiça, liberando o Pai para salvar a criação sem incorrer em injustiça. Agora, se aquele ato no jardim tinha o potencial para a destruição total, então, todo ato semelhante tem o mesmo potencial.

Todo pecado é um ato geocida, um ato de aniquilação de toda a criação. Por que, uma vez que a humanidade é uma pessoa só, o ato de cada um é o ato de todos. E essa condenação só não se consuma a cada pecado humano, por causa da toda suficiência do sacrifício de Cristo. Quando Cristo exclamou: Pai perdoa-os, eles não sabem o que fazem. Ele estava dizendo isso; é como se dissesse: eles não sabem que cada ato dessa natureza é um geocídio. E se o Pai não perdoar, não terá outra escolha senão destruir toda a criação. Graças ao ato de Cristo, o perdão de Deus cobre a todo o pecador, mesmo que este não vá buscar o perdão, porque o princípio de justiça está plenamente satisfeito.

Deus perdoa a cada um tendo em vista a preservação do Universo. E tudo o que o pecado gerou como efeito colateral, uma vez que seu efeito principal foi anulado, o sacrifício de Cristo possibilitou que seja restaurado. "Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram..." Ap 21:1 Por tudo isso, todos nós devemos perdoar sempre aos que nos ofenderam, porque, graças ao ato de Cristo, o pecado perdeu o seu efeito fatal na criação. E se perdeu o efeito para o Universo, não podemos permitir que cause algum efeito em nós. Nos recordemos da força da petição que o Senhor nos ensinou, no que tange ao quesito perdão: "E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores." Mateus 6:12

domingo, 26 de julho de 2009

Briga de casal - JVnaEstrada.

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Fundo vivo: Briga de casal - Terra dos palhaços


Peça produzida e escrita pelo Ministério Terra dos Palhaços.

Escrita por Marcos Botelho, editada por Arrobajunior.

Música: Anjos de Stênio Marcius / gravada por João Alexandre.

Visite o site do JVnaEstrada.

Música: Joyful, Joyful.

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Essa música faz parte do cd Sister Act 2: Back In The Habit.
(Mudança de Hábito - 2)


Joyful, Joyful
The St. Francis Choir featuring, Lauryn Hill, Ryan Toby

Joyful, Joyful, Lord, we adore Thee. God of glory Lord of love
Hearts unfold like flowers before Thee. Hail Thee as the sun above
Melt the clouds of sin and sadness. Drive the dark of doubt away
Giver of immortal gladness. Fill us with the light,
Fill us with the light, Oh, fill us with the light of day...

Joyful, Joyful, Lord, we adore Thee. God of glory, Lord of love
Hearts unfold like flowers before Thee. Hail Thee as the sun above
Melt the clouds of sin, sin and sadness. Drive the dark of doubt away
Drive it away Giver of immortal gladness
Fill us, fill us with the light of day, light of day!

(Check the rhyme)
Joyful, Joyful, Lord, we adore Thee
An' in my life, I put none before Thee
Cuz since I was a youngster,I came to know
That you was the only way to go

So I had to grow an' come to an understandin'
That I'm down with the King so now I'm demandin'
That you tell me who you down with, see
Cuz all I know is that I'm down with G-O-D
You down with G-O-D? (Yeah, you know me)
You down with G-O-D? (Yeah, you know me)
You down with G-O-D? (Yeah, you know me)
Who's down with G-O-D? (Everybody)

Come and join the chorus, The mighty, mighty chorus
Which the morning stars begun
The Father of love is reigning over us

(By the way)
What have you done for Him lately?
Ooh, ooh, ooh yeah
What have you done for Him lately?

He watches over everything
So we sing

Joyful, Joyful, Lord, we adore Thee. God of glory, Lord of love
Hearts unfold like flowers before Thee. Hail Thee as the sun above
Melt the clouds of sin, sin and sadness. Drive the dark of doubt away
Drive it away. Giver of immortal gladness (won't you)

Fill us ( Fill us with the light of day, Lord, fill us)
Fill us ( oh we need You, yes we do, fill us)
Fill us ( yeah..., oh, oh yeah)
Fill us ( with the light of day, Lord)

....

(We need you, come right away,
We need you, need you today, we need you,
I'm here to say fill us, fill us, fill us, fill us...)

Fill us with the light of day (oh, yeah)


sábado, 25 de julho de 2009

Uma história mal contada.

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"Julle chegou na roda e comentou uma história que ela tinha escutado, ela não conteve sua boquinha e contou uma história que foi passada para ela, não se sabia se era verdade ou era mentira. Na mesma semana Amme resolveu descontar uma pisada de bola que uma das suas amigas fez com ela e resolveu contar uma versão sua de uma historia que não existiu, fazendo sua amiga ficar com uma fama ruim. Norton viu seu amigo viajando para fora do país, ficou muito chateado com isso e resolveu contar também sua versão, contou para todo mundo que na verdade em vez de ir a passeio ele foi se prostituir fora do país."

Se você parar para pensar todas as histórias lidas assim não teria nada de mais, talvez ninguém mais dentro da roda de convívios fosse espalhar as mentiras que foram contadas nas 3 histórias.

Mas geralmente isso não acontece, geralmente a mentira costuma virar algo bem maior e aquela moeda jogada no alto de uma montanha vira uma verdadeira bola de neve que pode matar muito mais do que meia dúzia de pessoas. As pessoas que contaram e participaram as vezes não tem ideia do resultado final porque deixaram de participar apenas contaram, mas para a pessoa que foi atingida o resultado pode ser bem pior do que um simples constrangimento.

C. H. Spurgeon diz que há algumas virtudes suas que jamais seriam descobertas se não fossem as provações pelas quais você passa. Quando você esta numa roda de convívio e num evento da vida você resolve sair, pode descobrir coisas boas e coisas ruins, descobre que levou amigos ou pode descobrir que nunca teve amigos, descobre muitas coisas e muitos sentimentos, muitas provações e muitas delas serão expressadas por você quando descobrir algumas histórias que contaram sobre você.

A pior arma e a mais eficaz é a língua, hoje com internet a língua representada por blogs/sites/twitter se tornou democrática ao ponto de todos terem opiniões que chegam a serem mais respeitadas do que tudo. A língua constrói a língua destrói, brigas são obras de maldizentes, histórias, mentiras causam brigas. Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda. Geralmente muitas pessoas neste mundo virtual democrático e também no mundo real se ocupam falando mal dos outros e semeando contendas, alguns são isqueiros, outros apenas contam pequenas mentiras, sem saber no que pode acontecer, chegando a mudar parte da historia de uma vida. O que muitos sabem, mas não aceitam pelo fato de continuar fazendo é que Deus detesta tal comportamento. Na Bíblia na qual temos como um dos únicos livros mais relevantes para nossas vida ele inclui contendas entre os piores dos pecados.

A falta de humildade é uma das fontes das contendas que dividem pessoas, amigos, colegas. Da soberba só resulta a briga, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria. O que ama a briga ama o pecado; o que faz alta a sua porta facilita a própria queda.

Brigas são fáceis de começar e difíceis de terminar. Fica o rancor, fica os isqueiros, fica os incendiários, fica a inveja, fica muitas coisas ruins. Como um pequeno buraco numa barragem facilmente sai do controle da pessoa que o fez, uma pequena contenda cresce de tal maneira que ninguém consegue freá-la. A melhor maneira de resolver uma briga é não começá-la, C.H Spurgeon estava certo quando disse que há algumas virtudes suas que jamais seriam descobertas se não fossem as provações pelas quais você passa, eu provei algumas “virtudes” não tão boas, espero aprender ter um pouco do amor desse tal de Jesus, que diz que o amor constrange.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cansado de gente cansada da igreja!

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Por Jarbas Aragão - via Blog dos 30!

Durante minha caminhada cristã, desde 1993 para ser mais específico, encontrei com todo tipo de crente. Gente que ama e gente que odeia a igreja. Gente que se alegra pelo crescimento dela e gente que se desespera com isso. Gente que acredita na instituição e gente que não acredita. Eu mesmo já tive altos e baixos na fé, já troquei de igreja, de denominação e de “ministério” amais de uma vez. Os motivos foram vários, desde uma questão de geografia até a mais pura e simples incompatibilidade teológica com o(s) pastor(es). Também já tive um tempo (curto) fora da igreja. Sei como se sentem os que saem da igreja.

O que me faz repensar muitas vezes até que ponto essa aparente crise de confiança na instituição que parece ter se popularizado nesta era da internet. Tenho visto nas redes sociais e nos blogs que se multiplicam diariamente muita gente só reclamar da igreja. Alguns apenas repetem o mantra “Jesus não fundou uma igreja”, outros foram profundamente ofendidos/feridos por algo ou alguém dentro de uma igreja e reagiram. De um tempo pra cá surgiram vários livros sobre o assunto, tanto nacionais quanto traduzidos. Lembro dealguns: Igreja? To fora (Ricardo Agreste), Igreja: por que me importar? (Philip Yancey), Igreja? e eu com isso (Ariovaldo Ramos) e mais recente o candidato a best seller “Por que você não quer mais ir à igreja” de Wayne Jacobsen e Dave Coleman.

Sejam os livros, sejam o blogs, todos tem seus argumentos (pró e contra) e certamente bons motivos para estimular seus leitores a irem (ou não) à igreja. Até ai eu entendo e posso concordar. O que eu não entendo é porque vemos tanta gente agir da mesma maneira que os que ele condena agem. Eu explico. Leio textos de pessoas que atacam a instituição igreja com tanta convicção e paixão que acabam mostrando o mesmo tipo de intolerância com quem pensa diferente quanto tem/teriam os membros das igrejas que eles participaram. É uma verdadeira enxurrada de material ridicularizando este ou aquele pregador, esta ou aquela igreja, este ou aquele ministério. Isso me cansa. Esse enfado proclamado aos quatro ventos enfada também! Não quero dizer que não existam pastores maus, ou igrejas que manipulam ou exploram as pessoas. Mas a premissa de fazer disso uma regra é cansativa demais. Parece que ninguém mais presta!

Realmente não vejo sentido em ficar tanto tempo argumento contra algo, se a melhor opção seria sair de trás do computador , da sua zona de conforto e fazer algo de construtivo. Essa era a motivação de Jesus, afinal não vemos no NT ele reclamando o tempo todo do sistema judaico. O Senhor que muitos desses cristãos cansados de igreja dizem seguir mostrou sua insatisfação sim, mas agiu também. Jesus não ficou apenas fazendo piadas dos sacerdotes, nem escreveu textos ridicularizando os rituais e sacrifícios judaicos, tampouco incentivou os judeus sérios a simplesmente pararem de ir ao Templo. Da mesma maneira, os reformadores foram o que o nome indica, pessoas que buscaram reformar o que estava errado. Protestante no sentido de protestar contra o que estava ruim, errado, distorcido. Quando não conseguiram o que queriam, fundaram sua própria igreja. Sim, isso causou alguns problemas (e às vezes causa até hoje). Mas ao menos foi uma atitude coerente com o que pensavam.

Hoje em dia parece que é muito mais fácil ficar em casa apontando o dedo pros erros alheios. É fácil criticar todos os pastores e todas as igrejas como se fossem tudo a mesma coisa. Não sou cego aos problemas da igreja evangélica brasileira, nem penso que o cristão sincero não pode pensar. O que me cansa nisso tudo é ver que existem tantos ministérios sérios por aí, tantos missionários que dão sua vida pelo evangelho, tanta gente que só quer anunciar a salvação e viver pra Deus. Esse em geral eu não vejo eles escreverem nada, estão ocupados demais trabalhando em prol do Reino.

A maioria do pessoal que se diz cansado (ou livre) de igreja no fundo se acha melhor que nós, “os pobres coitados” que ainda acreditam que a Bíblia ensina que existe um corpo de Cristo e que esse corpo deve se reunir, algo instituído por Deus para que o evangelho seja anunciado. Gostaria realmente de saber até aonde vai o compromisso desse pessoal que se vangloria de estar cansado e de ter se libertado da instituição. Quantas pessoas eles levaram a Jesus no último ano? Quanto investiram do seu bolso na propagação do evangelho? Quanto tempo passaram orando por mudanças na sua própria vida? Orando pelos líderes que eles gostam de atacar? Uma resposta honesta seria bem-vinda. Acho que surpreenderia a muitos.

Poderia citar aqui muitos versículos para defender a igreja, mas não preciso fazer isso. Qualquer um que leia com honestidade o NT sabe como a igreja é retratada em suas páginas. Mas realmente estou cansado desse pessoal tentar fazer com que outros abandonem os bancos das igrejas. Já estive em igrejas em quatro continentes. Ela segue existindo, quer eles queiram quer não queiram. Por mais que se acuse e se ataque, tem dois mil anos que ela anda por ai e pelo que sei só terminará com a volta de Cristo.

Termino com um pedido e um lembrete. Pedido: Sua igreja está ruim? Faça sua parte para melhorá-la. Não deu, não quer? Abra sua própria igreja (não conheço outro termo bíblico para reunião de cristãos, sorry)! Aproveite essa disposição e inteligência que Deus te deu para ajudar outros a conhecer o caminho para Deus. E o lembrete? Meus caros irmãos cansados da igreja, Lucas 6:42 também vale para você “Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro do teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.”

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Pegadas na areia.

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Uma noite eu tive um sonho:

Sonhei que estava andando na praia com o Senhor, e através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; Um era meu e o outro era do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes, no caminho da vida, havia apenas um par de pegadas na areia.

Notei também que isto aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me.

Então perguntei ao Senhor:

- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que resolvesse Te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o meu caminho, mas notei que durante as maiores tribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que mais necessitava de Ti, Tu me deixastes...

O Senhor respondeu:

- Meu precioso filho, eu te amo, e jamais te deixaria nas horas de tua prova e de teu sofrimento. Quando vistes na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí, que eu te carreguei nos Braços.

Por Mary Stevenson.

Nunca desista de um amigo.

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Por Will do Celebrai!

Desistir nem sempre é um ato bem-vindo. Dizem que essa opção não existe na vida dos heróis, tampouco na vida dos santos. Mas como nem todos são santos ou heróis, simplesmente humanos, chega o tempo em que a melhor solução é desistir. Não por covardia, mas por falta de forças.

Existem casos em que continuar sem forças - e, portanto, sem fé -, é pior do que levantar as mãos e “pedir água”. Neste mundo pós-moderno, desistir é sinônimo de covardia. Mas a vida ensina o contrário; por vezes, desistir é apenas um instante, uma pausa necessária, que antecede o refrão na música da existência.

No ambiente da amizade existem várias maneiras de se olhar um relacionamento: para com algumas pessoas somos apenas colegas, ou seja, uma relação simples de convivência; com outras pessoas temos muita afinidade, mesmo assim não passamos de amigos; mas existem aquelas relações que transcendem qualquer simplicidade relacional, que escapam à necessidade de apenas ser bem quisto ou aceito. Graças a Deus existem grandes amigos.

Grandes amizades normalmente são nossas fortalezas, onde firmamos todas as nossas estruturas e despejamos todo sentimento de empatia, consolo, confiança e esperança. São raríssimas exceções, às vezes demoram a aparecer, tal como um eclipse solar, mas depois que aparecem não somos mais os mesmos, sofremos uma metamorfose em favor do outro.

Como todo relacionamento sólido, grandes amizades não nascem de um dia para o outro, não brotam do nada. São construídas com lágrimas, sorrisos, sangue e muito, mas muito, coração. Nesse tipo de relacionamento, as alegrias podem ser ou não proporcionais às dores. Grandes amigos alegram e entristecem, e isso dói muito, haja vista a intensidade do relacionamento.

Mesmo não sendo santos ou heróis, jamais valerá a pena abandonar um grande amigo ou desistir de uma grande amizade. Nas vezes que tentei, apenas me feri muito mais do que já estava ferido – é uma técnica burra de auto-flagelação. A tática do abandono das grandes amizades produz um efeito retardado: ao invés de galgarmos lições, tempo, alívio ou pausa, acabamos adquirindo dores, solidão e um sentimento terrível de remorso.

Na vida, desistir de projetos é algo super natural – desde que não se canse de projetar -, mas isso não vale com amigos. Com grandes amigos sempre valerá a pena insistir, mesmo que isso custe nossa própria vida. Eles são tesouros que, quando encontrados, devem ser escondidos nos recônditos da nossa alma; são troféus que ganhamos na vida, não acontecem por acaso, exigem muito trabalho, suor e sangue; portanto merecem ser colocados no lugar mais importante da sala do nosso coração. Grandes amigos são muito mais que simples amigos: são irmãos, parte de nós. Quando da ressurreição, nosso Senhor fez questão de que Pedro estivesse presente no seu aparecimento aos discípulos. Quando do encontro, questionou a Pedro sobre a reciprocidade do seu amor, pois sabia que um grande amigo é parte de nós – às vezes são tão ligados a nós, que não sabemos diferenciar quem é quem; por isso o “apascenta as minhas ovelhas”. Considerando que grandes amigos são, de uma forma ou outra, nós mesmos, desistir deles é um insano e imbecil suicídio.

Medo sem razão.

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Por Rodrigo Sampaio do Digo ou Blogo?

Sabe naqueles dias que você começa a escrever um texto, e apaga? Torna a escrever de novo e apaga mais uma vez. Desfaz, refaz, minimiza, maximiza, restaura, fecha, abre…

Não sei se isso é sinal de que há muito a se falar e falta de meios para organizar as idéias. Ou simplesmente reflete o fato de que não se tem nada de relevante para escrever a respeito.

É como quando você hesita diversas num sábado à noite antes de sair. Olha para a cama, e resolve ligar para perguntar quem vai com certeza, quem talvez apareça, como vão, se tem carona, previsão de retorno, preço…

Não é falta de vontade, mas no fundo você está querendo prever a finalidade, a utilidade, se valerá a pena. Coisa que você jamais descobre ficando no sofá. Sempre há uma opção melhor do que o essa. A cama que seja, ou janelas de MSN.

Há hesitação a todo o momento: ao acordar e pensar no dia sofrido da segunda-feira, checar os e-mails, fazer um telefonema, conversar com o chefe, decidir o local do almoço, o que comer no almoço, a vida nos pergunta o que faremos dela a todo momento.

E o problema não está na tomada de decisão: escrever ou não, ligar ou não, sair ou ficar. O problema é o medo que guia as escolhas. Por medo, não escrever, não ligar e não sair. Aquele medo sem razão. Qual o problema? O que de pior pode acontecer?

E a vida vai não acontecendo: num rascunho rasgado, numa conversa evitada, numa dança recusada, no convite declinado, no beijo negado…

Ficando refém do medo sem razão.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Ilusão.

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O blog Um Sábado Qualquer tem umas tirinhas bem sacadas. É diversão na certa, se eu fosse você não deixaria de dar uma espiadinha por lá! A propósito, essa foi uma super dica da Nani!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Deixando a inutilidade para ser útil.

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"Baseado no texto de Filemom 1:8-21"

Filemom, um cristão que mantinha uma congregação em sua própria residência, morava na cidade de Colosso (Filemom 1:2). Sua condição financeira e social o permitia ter escravos. Nessa época, era normal um homem rico ter escravos e Filemom tinha os seus, apesar de ser cristão.

Onésimo era um deles. Em determinada ocasião, ele roubou dinheiro de Filemom e fugiu para Roma. Lá, ele cruzou com Paulo e o mesmo apresentou o plano da salvação em Jesus. Ele se arrependeu de todos os seus pecados e entregou sua vida a Ele (Filemom 1:10). Como verdadeiro cristão, Onésimo se viu na obrigação de voltar ao seu “dono” Filemom, porém se voltasse não viveria mais, pois, naquela época, o castigo dado aos escravos fugitivos era a morte.

Mas, Paulo pediu a Filemom que recebesse de volta a Onésimo (Filemom 1:10-11), anteriormente inútil e que, atualmente se tornou útil para os dois.

Veja como é interessante. O nome Onésimo significa útil e proveitoso, ou seja, Paulo fez um jogo de palavras com o nome de Onésimo. Ele, ao reconhecer Jesus como seu único salvador, passou a fazer “jus” ao nome e, por isso, tornou-se de muita utilidade para Paulo e, principalmente, para o evangelho (Colossenses 4:9).

Porém, ao contrário da história de Onésimo, atualmente, muitas pessoas se sentem inúteis por não usar os dons que Deus os concedeu e a pergunta paira “Para que tenho um dom, sendo que não posso usa-lo?”.

Os acontecimentos com José do Egito mostram bem essa questão. Ele poderia ter pensando que era inútil ter o dom de interpretar sonhos na época em que estava preso. No entanto, José se manteve firme na fé, utilizando o seu dom, e Deus o honrou o tornando o maior governador da história do Egito. Naquele período, se as pessoas quisessem se alimentar tinham de ir ao Egito e contar a graça e compaixão de José. Concluindo, ele deixou de ser inútil para se tornar útil e proveitoso na direção de Deus.

Outro relato bíblico em relação a esse assunto está na história de Moisés. Ele poderia ter pensando que foi inútil Deus tê-lo poupado, colocando a filha de Faraó em seu caminho para criá-lo. Mas, ele não fez isso e, logo o Pai mostrou qual era o seu propósito na vida dele: passar o resto de sua existência cuidando do rebanho de seu sogro e realizar uma missão importante. Em Êxodo 3, um anjo apareceu a ele e disse: “Eis que vi a aflição do meu povo e te escolhi para que vás diante de Faraó e diga que o Eu sou o que Sou e me enviou para livrar o seu povo da escravidão”. Ou seja, Moisés deixou a inutilidade de homem tão adestrado, para a útil missão de libertar e liderar o povo escolhido de Deus.

Mais uma história que o livro sagrado menciona é a de Davi. O varão apascentava as ovelhas do seu pai, matava os ursos e leões que ousavam tocar no rebanho e, ainda, escrevia várias canções.

Davi poderia ter achado que todos esses dons não serviam para nada, pois somente ele, Deus e as ovelhas sabiam dessas suas habilidades. Porém, o tempo de usar seus dons chegou quando Davi foi colocado diante do mais terrível inimigo de Israel, o gigante Golias. Ele usou tudo o que sabia fazer e acabou o derrotando. Além dessa força física extrema, suas canções compostas são inspirações para aquelas produzidas atualmente. Davi esperou o tempo de Deus para expor tudo o que sabia.

Eu e você recebemos dons de Deus e certamente já pensamos ou até podemos pensar: “Para quê? É inútil ter esse dom se não tenho oportunidade, se não tenho dinheiro, se sou tímido e outras coisas.” Lembre-se, Onésimo, de um simples escravo fugitivo, tornou-se a voz de Paulo. Se não fosse ele, as belas cartas de Paulo e todo o ensinamento que ele escreveu nelas, talvez não existissem, pois ele produzia as cartas na prisão e as entregava para Onésimo que, por sua vez, as levava aos seus destinatários.

O reino de Deus é assim, ninguém faz nada sozinho. Ninguém deve pensar que é melhor, porque os nossos dons se complementam. Sem Onésimo, as cartas de Paulo seriam apenas cartas comuns, mas Deus levantou ele. Por causa disso, essas são e continuarão sendo fonte de estudo e ensino da igreja do Senhor.

Deixe a inutilidade e venha também ser útil no reino de Deus.

sábado, 18 de julho de 2009

Pobre ateus!

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Por Ariovaldo Ramos via irmaos.com

Disseram-me que o ateísmo está crescendo.

Fiquei a pensar... Quem quer o mundo oco e solitário dos ateus?

Não eu!

Eu quero o mundo povoado dos cristãos, dos judeus, dos muçulmanos, dos animistas...

Quero um mundo onde a gente não esteja só.

Um mundo com anjos de pé e caídos.

De entidades, de elfos, de mística, de mágica, de mistérios...

Quero o mundo onde os tambores invoquem.

Onde a multidão de línguas estranhas dos pentecostais façam os seres da escuridão retroceder.

Quero o mundo que produziu Beethoven que, surdo, dizia ouvir a música que Deus queria escutar, a quem aplaudiu na nona.

Que produziu Shakespeare, que disse que havia mais entre o céu e a terra, do que supõe a nossa vã filosofia, e que valia morrer por amor.

Que desafiou Mozart a zombar de Deus enquanto, qual o profeta Balaão, só conseguia emitir os sons que boca de Deus entoa!

Quero o encanto catártico de Haendell gritando ALELUIA! de forma arrebatadora!

A beleza de Bach nos fazendo ver a paz da Família Eterna.

Quero mundo das lindas e majestosas catedrais e dos pregadores das praças, das esquinas, dos caminhos...

Da riqueza sonora profunda dos cantos gregorianos e dos vociferantes pregadores: convocando os homens a mudar e o Espírito Santo a se levantar contra o mal.

Quero o mundo que faça um ser humano, diante a pior das borrascas, ver o seu salvador andando sobre o mar, anunciando a possibilidade.

Aquele em que o guerreiro, diante da incerteza, se ajoelha perante o Eterno e se levanta com um brilho nos olhos, certo de que tem uma missão, um motivo para brandir a espada, porque se há de correr o sangue humano, tem de haver uma razão, que dando significado a vida o faça não temer a morte.

Um mundo de poetas e romancistas, que fazem a morte gerar vida, que contam histórias porque, em meio ao mais insano, há algo para contar, e se há o que contar, então significa; e se há como contar, então há um significante anterior, de modo que, por mais que cada leitor possa, de alguma maneira, reinventar, ninguém consegue negar que leu e, se leu, podia ser lido.

Quero a fé que faz uma menina entrar numa das melhores faculdades do pais, sonhando que, um dia, tudo o que sabe ajudará um ser desprovido de tudo, num dos miseráveis cantões do planeta, a sorrir com esperança!

Quero a loucura dos missionários que abandonam tudo no presente, certos de que levarão milhares a viver o futuro.

Quem quer o socialismo frio do ateus?

Eu quero o socialismo dos crentes que, em meio à marcha dos trabalhadores e, diante do impasse do confronto com as forças do estabelecido, grita ao megafone: companheiros, avancemos! Deus está do nosso lado!

Da ciência não quero as equações, quero o grito de "Eureka!", onde o cálculo se mistura com a revelação.

Da matemática quero a música, a certeza de que há sons no universo, que não só os podemos cantar, mas que há quem nos ouve.

Que ouviremos a grande e última trombeta, que reunirá toda a criação para o canto da redenção.

Eu não quero capitalismo nenhum, mas prefiro o dos seres humanos que acreditavam que o trabalho é um culto ao Criador e que o seu produto tinha de gerar um mercado a serviço do bem.

Quem quer o capitalismo consumista dos ateus, que reduz a vida ao aqui e agora, e transforma todos em desesperados que, pensando que não sobrará para eles, correm para acumular para o nada?

Os ateus dizem que evoluímos, mas que não vamos para lugar nenhum; que a ciência pode tudo; que verdade é a palavra dos vencedores; que os mais fortes sobreviverão, e que é o direito natural deles.

Não! Mil vezes não!

Quero o mundo onde os fracos tenham direito ao Reino; onde os mansos herdarão a terra; onde os que choram serão consolados; onde os que têm fome e sede de justiça serão fartos; onde os que crêem na justiça estejam prontos a morrer por ela; onde os mortos ressuscitarão.

Quem quer um mundo explicado, onde tudo é virtude ou falha de um neuro-transmissor qualquer?

Quero um mundo onde a fé , o amor e a paixão curem, mudem histórias e construam caminhos! Onde os artistas tenham o que registrar!

Um mundo onde o sol nasça e se ponha, onde as estrelas, polvilhando o infinito, apontem um caminho, falem da esperança de uma grande e decisiva família, e que qualquer ser humano ao ver isso, não se envergonhe de falar: maravilha! Um Deus fez isto!

Mas não quero a teologia técnica...

Quero o Deus apaixonado dos cristãos, que abandona sua Glória e se faz gente, trazendo a divindade para a humanidade e, ressuscitado, ao voltar, leva a humanidade para a divindade!

Quero o Deus inquieto de Israel, o pai dos judeus, com quem é possível lutar.

Quero do Deus que se permite ser detido por um Jacó.

Quero o Deus chorão de Jesus de Nazaré, que mesmo a gente tendo brigado com Ele, nunca conseguiu brigar conosco.

O Deus Pai, Mãe e Filho que repartiu conosco o privilégio de ser!

Quero o mundo do medo do desconhecido, e do maravilhar-se com o desconhecido: o mundo do encanto.

Como disse o pai da filosofia moderna, o que se descobre ser ao pensar, precisa de um mundo para aterrissar, precisa que haja alguém que faça pensar valer a pena, alguém que, ao fim, é da onde se pensa, e se ele não existe, então nada existe, porque o que pensa não tem como pensar a partir de si.

Quero o mundo que ri da finitude; que desdenha das limitações; que resiste ao sofrimento; que olha para o infinito sabendo que nossa existência não é determinada pela morte ou por nossas impossibilidades; que não somos frutos de um acidente.

Quero mundo que se sustenta na fé de que ressuscitaremos, de que brilharemos como o sol ao meio dia; de que vale a pena lutar pelo bem; de que vale a pena existir!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O vestibular de Deus.

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Por Sérgio R. Ferreira via irmaos.com

A psicologia entende como adolescência, o período compreendido entre 12 e 18 anos, podendo se estender até 21, dependendo do caso. Para alguns essa é a verdadeira “melhor idade”!

É quando chega a época do vestibular que percebemos que o tempo passou, e que algumas responsabilidades precisarão ser assumidas. È importante que o adolescente esteja bem preparado para este momento. Para alguns, o vestibular significa independência, para outros, uma maneira de provar sua competência, que em alguns casos, ele julga ter sido muito questionada. Há quem veja o vestibular como mais um monstro a ser enfrentado. Entretanto, é preciso entender que no mundo moderno, estudar tornou-se o grande diferencial para um futuro profissional mais seguro, e que embora tal esforço custe um alto preço, traz benefícios singulares para a vida do jovem.

Na verdade, a vida pode ser comparada a um grande vestibular. Todos os dias temos uma prova a superar, temos perguntas a responder, algumas bem complexas. Diariamente também você tem que enfrentar a concorrência em algum aspecto da vida, e as vezes, tem que provar a si mesmo que pode superar certo obstáculo.

Mas e na vida espiritual? Não é verdade que ela é como um vestibular a cada dia? Entretanto, para entrar na universidade de Deus é preciso de um outro preparo. É indispensável que o candidato passe na prova de Cristologia, pois conhecer a Cristo faz toda a diferença na vida. Você conhece a sua Bíblia? É bom estudá-la com seriedade, pois ela nos ajuda a entender a nossa própria história. Muitos são reprovados na prova de Perdãologia , uma vez que guardam mágoas e amarguras no coração, fruto de conflitos mal resolvidos. Na avaliação de Deus, isso não passará despercebido.

Se o pecado vem ao encontro do seu coração, numa velocidade constante de 100 km por segundo, e considerando-se que no ponto B, um versículo da Bíblia que você lembrou, parte numa velocidade igual para combatê-lo, e levando-se em conta a distância de 45 cm entre seu coração e sua mente, responda: Em quanto tempo o pecado será combatido? Prepare-se, isso é Física Espiritual.

A Matemática Divina é onde muitos ficam para trás. É preciso aprender a fórmula: Tudo menos Deus é igual a nada, que pode ser representada por T – D = 0, e assimilar o conceito de que dar é melhor que receber, ou seja: D > R, por isso na prática, precisaremos fazer melhor as contas, na hora de contribuir para a obra de Deus. Também você dependerá de conhecer a fórmula inversa: Nada mais Deus é igual a tudo (N + D = T).

A “Linguística do céu”, que é uma matéria que avalia o que você fala e como fala, e quanto pensa antes de falar, tem peso alto no vestibular de Deus. Tome cuidado, seja tardio para falar, tardio para irar, pronto para ouvir (Tiago 1:19). Vale lembrar que duas outras matérias costumam reprovar, a Famílialogia, que avalia como você se relaciona com seus familiares, e Igrejalogia, sobre seu relacionamento com os da igreja.

Viu só? É melhor se preparar com muita oração. Temos mais um ano pela frente. Feliz vestibular!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Conselhos de um pecador.

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Por Enzo Almeida - Encontro com o Poder

Gosto de Amoras!

Quando era criança, no caminho da escola havia uma rua, que era especial, toda ela era costeada de um córrego, o que tornava um ambiente de aventuras e brincadeiras para mim e meus amigos.

Além do córrego e as pedras, havia mais um motivo para gostar daquela rua. Eram as Amoreiras, que com o córrego ficavam cheias de frutas na sua época.

Adorava passar ali, geralmente ao voltar da escola demorávamos ali naquelas árvores mais do que o normal, brincávamos no córrego, nas pedras e nos deliciávamos com as amoras.

Aprendi naqueles dias que para saborear a amora mais roxinha e doce, era necessário subir mais alto, escalar o último galho, pois ninguém subia lá para buscá-las, e estas tomavam mais sol, portanto, não perdia tempo com os galhos baixos e me aventurava subindo até o ponto mais alto.

Minha mãe logicamente não gostava nada disso, sempre me orientava a não subir nas árvores, a não brincar no córrego, a vir da escola direto para casa, para não perder tempo na rua.

Mas todos os dias passava por aquela rua, algumas vezes confesso: tentei resistir, tentei caminhar pelo outro lado da rua, com a cabeça baixa sem olhar para as amoreiras. Mas como um imã, aquilo tudo era mais forte, e diversas vezes subia as árvores, para pegar "só uma amora".

Lembro de chegar em casa, todo sujo de amora, com a boca lambuzada, com as mãos roxas, e na cozinha minha mãe me olhar com aquele ar de reprovação e perguntar por que desobedeci subindo nas árvores e comendo amoras.

E eu, ali, todo sujo comprovando "meu crime", com as mãos sujas e boca lambuzada afirmando enfaticamente que "não tinha comido amora nenhuma”.

Posso ser sincero?

Sou a pessoa adequada para dar "conselhos de um pecador", sei o que é cair, sei o que é ser pecador, conheço minha miséria. Mas Graças ao Pai pela misericórdia e a graça em Cristo Jesus.

Somos assim. Pecadores. E quanto a isso a maioria não tem problemas em admitir.

Se você perguntar em sua igreja quantos ali são pecadores, creio que todos levantaram as mãos. Agora se perguntarmos para a mesma congregação quantos ali são Adúlteros, Ladrões, Mentirosos, Viciados em Pornografia, Fofoqueiros ou qualquer outro pecado "com nome", duvido que alguém levante a mão.

Isso se dá ao fato de entendermos o pecado como algo genérico, pois tudo que tem nome, endereço e RG fica mais claro aos olhos, e não gostamos de encarar nosso verdadeiro eu. Fique olhando ao espelho e me diga quanto tempo consegue sem fechar os olhos.

Aceitamos ser pecadores, mas não gostamos de ser identificados com o pecado, em outras palavras: Estamos debaixo da cruz, chorando e perguntando por que O Crucificaram e em nossas mãos manchadas de sangue seguramos o martelo e os pregos!

Agora posso ser pessoal?

1. Seja sincero.

Com você - Caso contrário, se você não entender a aceitar sua natureza pecadora, sabendo exatamente o nome e endereço de seu pecado, nada abaixo servirá para você, pare de ler e vá procurar algum tele evangelista interessado em seu bolso e não sua salvação. É necessário aceitar que pecou, mas que esta não é a última escolha de sua vida.

Com Deus - jogue Limpo. Na boa, quem você quer enrolar? Ele sabe você também. Palavras bonitas, promessas interessantes (e certamente improváveis de serem cumpridas) não farão Deus amá-lo mais ou menos. Trate do assunto de forma clara, direta e sem máscaras, ele conhece você e sabe o que fará em sua vida se permitir.

2. Admita que gosta de amoras.

É sua (nossa) natureza. Gostamos do "sabor do pecado". Fingir, mentir, esconder só fará você sofrer, e piorar as consequências. Admitindo e aceitando sua tendência para "aquele pecado específico", ficará mais simples evitá-lo.

Não tente achar desculpas, é natural que defendamos aquilo que gostamos, por mais que o que gostamos seja pecado. Mude de rumo, escolha outro caminho, arrependimento é Metanoia.

3. Aceite a Graça.

A obra redentora de Cristo é diária, como uma cura que buscamos todos os dias. A salvação é eterna, porém é efetuado diariamente, um carvalho pode durar gerações, porém é necessário que seja regado diariamente.

Nunca vi um vitorioso que nunca tenha experimentado a derrota. O céu não é nem nunca será lugar para aqueles que nunca caíram e mancharam suas vidas no pecado. Pelo contrário, Apocalipse revela que os salvos antes de entrar na cidade, lavaram suas vestes, pois estava manchada.

O céu é lugar de gente que caiu, mas não ficou prostrada!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Quando orar, olhe para...

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... seus próprios pés.

Lucas 18.9-14: Esta parábola é simplesmente devastadora para ao meu coração. Ela me corta, me pisa, me enlouquece, mas acima de tudo me mostra quem realmente sou e me coloca no meu devido lugar.

Vou tentar resumi-la:

“... Dois homens subiram para orar, o primeiro falou de si para si: Graças te dou por não ser como um destes pecadores....”

Este sujeito não orou para Deus, orou de si, para si, porque se considerava “O Cara”, “The Best”, “o centro do universo”: mais ou menos como fazemos hoje: Sou evangélico, sou pastor, sou crente contextualizado, sou Gospel, sou apostólico, sou escritor, sou compositor, sou cantor, sou batizado no Espírito Santo, sou profeta, sou mestre, sou líder, sou intercessor, sou apóstolo, sou levita, sou evangelista, sou diácono, falo em línguas, sou da Igreja tal, sou batista, sou pentecostal, sou fulano, sou guerreiro. - Estes títulos todos só servem para hierarquizar, criar castas e nos distanciar uns dos outros.

Todos gostam de parecer especiais, diferentes, mas a única identificação que realmente serve é: "Sou servo de Jesus e servo de todos, o meu único direito é me humilhar perante a poderosa mão de Deus".

APLICAÇÃO

Você já se exaltou alguma vez? Eu já tentei fazer isto inúmeras ocasiões, em algumas até fui bem sucedido, mas em todas delas, desagradei ao meu Senhor. Eu espero nunca mais exaltar a mim mesmo ou a algum outro destes pobres vermes que, como eu, sobem em púlpitos, palcos e fazem gravações tentando parecer valioso?

Tomei o cuidado de dizer espero nunca mais exaltar a mim mesmo, propositadamente, porque acho que neste aspecto eu não sou nada confiável, são muitas as tentações e tenho a tendência de cair em todas. Se algum dia eu merecer o título de “Servo Inútil e sem valor”, já terei subido inúmeros degraus além do lugar onde me encontro neste momento.

Ao orar, devo olhar par aos meus próprios pés, e ver como realmente são. Quando não sou nada, sou tudo, quando me humilho sou exaltado, quando sou servo me torno o maior.

terça-feira, 14 de julho de 2009

As coisas pequenas.

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Por Clóvis - Cinco Solas / Via André - Vida Cristã Normal

Somos incapazes de realizar o mais humilde ato da vida cristã, se não recebemos de Deus o vigor do Espírito Santo. Com certeza, meus irmãos, é nestas coisas pequenas que geralmente percebemos, acima de tudo, a nossa fraqueza.

Pedro foi capaz de andar sobre a água, mas não pôde suportar a acusação de uma criada.

Jó suportou a perda de todas as coisas, porém as palavras censuradoras de seus falsos amigos (embora fossem apenas palavras) fizeram-no falar mais amargamente do que todas as outras aflições juntas.

Jonas disse que tinha razão em ficar irado, até à morte, a respeito de uma planta.

Você não tem ouvido, com certa freqüência, que homens poderosos, sobreviventes de muitas batalhas, foram mortos por um acidente trivial? John Newton disse: “A graça de Deus é tão necessária para criar no crente a atitude correta diante da quebra de uma louça valiosa como diante da morte de um parente querido”. Estes pequenos vazamentos precisam dos mais cuidadosos tampões. Nas coisas pequenas, bem como nas coisas grandes, o justo tem de viver pela fé!

Crente, você não é suficiente para nada! Sem a graça de Deus, não pode fazer coisa alguma. Nossa força é fraqueza — fraqueza até para as coisas pequenas; fraqueza para as situações fáceis, bem como para as complexas; fraqueza nas gotas de tristeza, como também nos oceanos de aflição. Aprenda bem o que nosso Senhor disse aos seus discípulos:

“Sem mim nada podeis fazer” João 15:5

Charles Spurgeon

Citações (1)

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"O nosso mundo é o imenso ateliê de um grande escultor. Nós somos as estátuas, e entre nós corre o rumor de que, um dia, alguns de nós cobraremos vida."

C. S. Lewis - Mero Cristianismo. (Pag. 159)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Despedidas e anseios.

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Não posso satisfazer as expectativas de quem anda mal resolvido com a vida. Afasto-me da personagem que tentaram grudar em mim. Não vou deixar que desajustados se escorem em mim - ou me apedrejem.

Não consigo carregar o peso do mundo. Desisto de pretender conquistar hegemonia. Se instituições convivem com rinhas internas, não vou pacificar cizânias tolas. Reconheço que jamais consertarei comunidades carcomidas de politicagem.

Assusto-me com a fúria dos severos defensores do dogmatismo. Eu nunca saberei solucionar paradoxos que se arrastam há séculos. Evito responder aos enigmas das Esfinges modernas, todas prontas para devorar o fígado de incautos.

Não tenho coragem de jogar xadrez com gente que não confio a carteira. Sou avesso aos carreiristas eclesiásticos. Desconsidero os incompetentes que sobrevivem de futrica. Não sou motorista de calhambeques religiosos.

Recuso-me a andar na bitola que o fundamentalismo chancelou e recomendou. Aliás, a única chancelaria que admito é minha consciência, aliada ao testemunho das Escrituras, que eu investigo livremente.

Não aceito que tradição, escola ou cânone, limitem a minha capacidade de arrazoar. Rechaço a obediência servil. Odeio a timidez intelectual. Não gosto dos bons modos de um pio patriarcado, que acabou transformando a Casa de Deus em feira-livre.

Quero aprender a viver. Busco leveza. Anseio ser amigo de gente espirituosa que sabe desafogar a vida.

Há pouco, por condescendência, alguém afirmou que não sou teólogo, apenas poeta. Apesar de não me considerar digno de tamanha distinção, sorri de felicidade. Que honra! Poetas não acenderam fogueira na Inquisição. Mas um teólogo mandou matar o médico Miguel de Serveto.

Quero aprender a amar. Apreciar, sem extravagância, as mínimas coisas: o tirocínio do garoto; o desabrochar da paixão na menina em flor; a conversa de velhos amigos. E no final do dia, rever as horas e notar que o saldo foi uma tremenda paixão por simplesmente existir.

Quero aprender a adorar. Transformar genuflexão em serviço; descer do alto de meus privilégios para estender a mão ao mortiço que jaz na estrada próxima de Jericó. Desistir de suplicar qualquer graça que me distinga do resto da humanidade - longevidade, vingança, cura ou riqueza. Desejo ser brindado com a bênção de encarnar Deus entre homens e mulheres. E assim poder dizer que não vivi em vão.

Soli Deo Gloria

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Antes de amarrar Satanás...

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Por Elben M. Lenz César - Via Giuliano Barcelos


Antes de amarrar Satanás, amarre os seus pés. São eles que o levam para o conselho dos ímpios, para o caminho dos pecadores e para a roda dos escarnecedores (Salmos 1:1). Retire o seu pé do mal, da casa da mulher adúltera, do caminho largo, do altar de ídolos, da multidão dos que não servem a Deus (Provérbios 4:26 e 27).

Antes de amarrar Satanás, amarre os seus joelhos, para eles não se dobrarem diante do tentador (Lucas 4:7), diante de Baal (1 Reis 19:18) e diante das riquezas (Mateus 6:24).

Antes de amarrar Satanás, amarre as suas mãos. Se elas o fazem tropeçar, corte-as. Pois “é melhor entrar na vida eterna sem mão ou sem pé do que ficar com eles e ser jogado no fogo eterno” (Mateus 18:8). As mãos precisam ser santas (1 Timóteo 2:8) e precisam estar agarradas ao arado, “pois quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62).

Antes de amarrar Satanás, amarre o seu coração. Ele não pode amar outro cônjuge além do seu, outro deus além de Deus. Ele não pode amar o mundo nem o que há no mundo (1 João 2:15).

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua língua. Ela é um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Ela contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de uma vida (Tiago 3.1-12).

Antes de amarrar Satanás, amarre os seus ouvidos. Ele não podem ouvir blasfêmias, irreverências, mentiras nem pornochanchadas.

Antes de amarrar Satanás, amarre os seus olhos. Se os seus olhos forem maus, o seu corpo todo ficará na escuridão. Olhos altivos, olhos de cobiça, olhos cheios de adultério, olhos que nunca olham para cima – precisam ser amarrados dia após dia.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua mente. Ela precisa ficar cativa a Cristo. Você não tem o direito de pensar a seu gosto. Você só pode pensar naquilo que é verdadeiro, nobre, correto, puro, amável e de boa fama.

Antes de amarrar Satanás, amarre seu gênio. Se você não suporta um revés, uma ofensa, uma crítica, uma dor – você é incapaz de viver neste mundo. Você não pode pedir fogo do céu para consumir os que não batem palmas para você.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua vaidade pessoal. A soberba é um pecado latente que precisa ser dominado. É um pecado perigoso. A desgraça está um passo depois do orgulho e logo depois da vaidade vem a queda. O problema é grave demais.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua incredulidade. Ela é um entrave enorme e uma ofensa contra Deus, pois sem fé é impossível agradá-lo. Você não pode raciocinar corretamente se não incluir os recursos da fé na revelação e nas promessas de Deus.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua preguiça. A preguiça faz cair em profundo sono e inventa mil desculpas para você não se mover. Cuidado com a preguiça mental que não o deixa ler e estudar a Palavra de Deus. Cuidado com a fé sem obras.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua timidez. O exército de Deus não recruta soldados tímidos. Eles não estão aptos para a guerra e ainda contaminam os outros guerreiros. Ouça a pergunta de Jesus: “Por que você está com tanto medo, homem de pequena fé?”.

Antes de amarrar Satanás, amarre o seu "eu". Você não governa mais a sua vida. Você foi crucificado com Cristo. Assim já não é você quem vive, mas Cristo vive em você. Você não tem direitos. Convém que Jesus cresça e que você diminua.

Antes de amarrar Satanás, amarre o pecado que habita em você. Deixe à míngua o apetite da pecaminosidade latente. Castigue o seu corpo e faça dele o seu escravo. Ofereça-o em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

Depois de tudo amarrado, sinta-se à vontade para amarrar Satanás, no sentido de resistir às suas artimanhas e às suas investidas periódicas. Faça isso com a autoridade de quem já se amarrou primeiro. Sempre em nome de Jesus!

Música: Jesus é o caminho.

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Essa música faz parte do cd Liberta-me da Heloisa Rosa.

Jesus é o caminho
Compositor:

Não se turbe o vosso coração
Crede em Deus e também em Mim
Na casa de Meu Pai há muitas moradas

Se não fosse assim, eu não teria dito
Vou preparar-vos um lugar
Eu virei e vos levarei para Mim mesmo

Vós conheceis o caminho para onde Eu vou

Eu sou o caminho, a verdade e a vida
Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim

Em verdade eu vos digo, porque eu vou para o Pai
Mas aquele que crer em mim obras maiores fará

Se Me amares verdadeiramente
Guardareis os Meus mandamentos
Eu rogarei ao Pai, Ele vos dará o Consolador
O Espírito da Verdade que o mundo não pode receber
Mas Ele habita em vós e estará em vós pra sempre

Aquele que tem os meus mandamentos
E os guarda, esse é o que me ama
E se alguém me amar, será amado do meu Pai
Eu também o amarei e Me manifestarei a ele, a ele

Quero te amar, mais Senhor
Quero te amar, mais Senhor

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Jesus não sabia de nada!

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Depois de anos de convertido, depois de ter lido a Bíblia algumas vezes, e principalmente depois de ter lido várias e várias vezes o Novo Testamento, cheguei à conclusão de que fui iludido esse tempo todo por um líder que não sabia o que estava fazendo.

Como poderia alguém que se dizia Filho de Deus não discernir as coisas espirituais e ensinar tantas coisas erradas? Como poderia ele, que se dizia o Messias, não conhecer profundamente o coração do Deus que ele disse que o enviou? Como poderia aquele que disse que enviaria o outro Consolador desconhecer as suas próprias revelações?

Jesus foi um fracasso!

Senão, vejamos alguns erros de seu ministério:

Jesus ensinou que o Reino de Deus era semelhante ao grão de mostarda, simples, pequeno, sem ambições de poder. Que cresceria não para que a árvore se gloriasse, mas para dar ninho aos pássaros, para acolher o ferido, para dar lugar ao que sofre.

Ignorante! Não sabia que “somos cabeça, e não cauda”. Na sabia que a glória da segunda casa (e da terceira, da quarta, da quinta, são tantas casas!!!) seria bem maior do que a primeira. Como ele não sabia que sofrimento não tem lugar no reino de Deus? Será que ele não sabia que quando houvesse tristezas era somente necessário “declararmos” nossa posição em Cristo, e “tomarmos posse” de nossos lugares celestiais, voando acima das tempestades? E ainda teve a coragem de dizer que, no mundo, teríamos aflições... não sabia de nada esse tal de Jesus!!!

Esse tal Jesus também ensinou aos seus discípulos, pobres rapazes que deixaram tudo para o seguirem, que eles teriam que ir pelo mundo, pregando o evangelho, ensinando a todos...

Coitado! Não sabia que para conquistarmos os territórios para Deus, em primeiro lugar temos que realizar atos proféticos. Não sabia que precisamos entrar em “batalha espiritual”, desarmando o chefe daquele território, e ungir os lugares, desfazendo assim toda maldição. A coisa era bem mais fácil de ser feita, e ele insistiu na ideia louca da pregação pura e simples do seu amor! Que coisa!!! Nada se conquista mais por amor... estamos em guerra, temos que destronar Satanás e seus demônios através de jejuns fortes, decretos (até mesmo leis humanas) desautorizando a ação do diabo e seus anjos naqueles lugares.

Jesus não sabia que havia um princípio de legalidade, onde Satanás manteria o domínio da pessoa mesmo depois dela ter se encontrado com o Nazareno.

Pobre Jesus! Ensinou que se alguém cresse nele, VERDADEIRAMENTE seria livre. Enganou as pessoas ao fazê-las crer que simplesmente a fé em seu sacrifício seria suficiente para a salvação. Ele não sabia que precisávamos de sessões de regressão e renúncia de pecados passados... achava que a cruz bastaria.

Por fim, enganou a si mesmo, quando ao ser crucificado bradou em alta voz: “Está Consumado!”

Quanto engano! Jesus não sabia que nada estava consumado, que sua obra era insuficiente. Não sabia que seriam necessárias sessões e mais sessões de libertação para as pessoas, mesmo depois de terem crido nele, e terem sido salvas. Nada estava consumado. Nada se encerrava ali. Muito menos a salvação. Não seríamos resgatados do Império das Trevas para o Seu Reino, isso era ilusão. Ficaríamos com ele sim, assim de “meia-boca”, mas ainda cativo ao diabo, poderoso onipotente, esse sim cheio de toda a autoridade e força, pois nem o sacrifício do Cordeiro de Deus foi suficiente para quebrar-lhe o poder.

Tanto que até hoje precisamos de seminários e congressos para nos ensinar aquilo que Jesus e seus discípulos não sabiam: o poder do diabo sobre os servos dele, Jesus.

Na verdade, vocês sabem, não é isso o que penso... mas é o que, infelizmente, o povo que diz seguir a Jesus, tem ensinado por aí...

Que Jesus Cristo, Deus Todo-Poderoso, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Maravilhoso Conselheiro, Cordeiro de Deus, Eterno Salvador, Verdadeiro Libertador, tenha misericórdia de nós...

Amém!

De 2009 para 1942.

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"Não é a razão que me tira a fé - pelo contrário, essa fé está inteiramente baseada na razão-; são a imaginação e as emoções. A luta trava-se entre a fé e a razão de um lado, e a emoção e a imaginação do outro. (...) Um rapaz sabe, com base em evidências absolutamente certas, que determinada moça bonita que conhece é mentirosa e não é capaz de guardar um segredo, e que portanto não deveria merecer confiança; mas, quando se encontra com ela, a sua mente perde a fé nesse conhecimento e ele começa a pensar: 'Pode ser que desta vez seja diferente', e mais uma vez comete a tolice de contar-lhe o que não devia. Foram os seus sentimentos e emoções que destruíram a fé no que sabia de verdade."

C. S. Lewis - Mero Cristianismo. (Pag. 142)

Como pode um texto tão antigo, de 1942, expressar com tamanha veracidade a situação atual dos relacionamentos? O mais interessante é que eu literalmente vivi algo bem semelhante. Se não fosse tão grande a exposição para a outra pessoa faria agora mesmo a troca dos substantivos rapaz e moça e lhes contaria um segredo! rsrs


Porém, o foco não é falar da situação que passei em meados deste ano, mas sim refletir na falta absoluta de crescimento e evolução nos relacionamentos atuais, e não falo somente dos relacionamentos amorosos. Hoje em dia é tudo tão superficial que devemos dar uma valor enorme para as amizades geradas de um sentimento genuíno de respeito e dedicação, não em prol de si mesmo, mas em prol do coletivo.

Um fato interessante desse texto é que não se fala da fé em Cristo, mas da fé em pessoas. Você por acaso já perdeu a fé que depositava em alguém? Eu já! Confesso que é assustador. É como estar junto e perceber que não a conheço tão bem quanto achava que a conhecesse, e por mais que andássemos juntos, compartilhássemos assuntos, a sensação após a perda da fé nela é que realmente nunca fomos tão próximos um do outro.

Então temos uma pergunta: Em uma amizade superficial, quem mentiu para quem?

Lembrem-se que, temos a tendência de sempre deixar a emoção falar mais alto que a razão, e a imaginação falar mais alto que a fé.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Os planos de Deus ...

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... podem ser frustrados?


Será que é possível frustrar algum plano de Deus? Será que é possível Deus desejar algo para alguém e isso não acontecer? Será que os planos de Deus podem ser frustrados? A resposta é sim. A Bíblia está cheia de relatos de algo que Deus desejou para alguém, mas aquilo acabou não acontecendo.

Alguém pode objetar perguntando׃ Mas Deus não tem todo o poder? É evidente que sim, mas a vontade de Deus não se impõe pela força e sim pelo amor.

Uma vez, Jesus contemplou Jerusalém e disse: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram” Mateus 23.37. Ora, esse texto deixa bem claro que o Senhor quis algo para os seus filhos, mas eles não quiseram. Frustraram os planos de Deus para eles naquele momento.

Ou acreditamos que Deus realmente nos dá liberdade, inclusive de rejeitá-lo, ou de fato não há liberdade alguma e somos marionetes, sem nenhum poder de decisão.

O que vejo na Bíblia é um Deus amoroso, sempre tomando a iniciativa, sempre nos cercando, mas sempre esperando, nunca se impondo. Quando nos voltamos para ele, a esperança de Deus se concretiza, quando o rejeitamos, sua esperança fica frustrada.

Por isso que a figura do pai do filho pródigo é tão importante para mostrar o caráter de Deus. Que libera o filho rebelde, mas está sempre esperando sua volta, e quando ele volta, o recebe com festa.

Assim é Deus, ele espera ser amado por quem ele é, não porque ele nos obriga. Se ele nos obrigasse a amá-lo esse amor não teria valor algum, porque amor sem liberdade não é amor. Amor com base na força e na ameaça não é amor. Amor com base no medo não é amor, porque no amor não há medo.

Pensemos juntos: será que é plano de Deus que um jovem destrua sua própria vida nas drogas? Que uma jovem venda seu corpo, se prostituindo pelas ruas? Será que Deus determinou que um criminoso estuprasse e matasse uma criança inocente? Isso era plano de Deus? Claro que não!

O plano de Deus, o desejo de Deus é que toda pessoa o conheça e desfrute do seu amor. O plano de Deus é que a paz e a justiça sejam estabelecidas na Terra. O chamado de Deus é que queiramos ser participantes de seus planos, para que estes não restem frustrados.

Por mais que haja pessoas que frustrem os planos de Deus, agindo muito diferente daquilo que ele espera e deseja, creio que sempre haverá pessoas que compartilharão dos sonhos de Deus e serão parceiros dele no estabelecimento de seu Reino. Espero estar fazendo parte desse grupo de pessoas.

Podcast JVnaEstrada.

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A galera* do JVnaEstrada mais uma vez lança um podcast maneiro.

Tema: "Curtindo a vida adoidado", refletem em como se divertir, como viver, como curtir as férias numa boa fazendo coisas legais e com responsabilidade.


Divirtam-se com as palhaçadas, afinal de contas, se trata de um podcast de humor com pitadas de seriedade!

(*) A galera tá no ORKUT e também no Twitter @marcosbotelho @renatroxa @saulomatos @caleberibeiro @jvnaestrada @Podcast_JV, só o MV que ainda não tem um, mas você encontra ele aqui.

***

Pois é galera, meu ouvido virou penico!

terça-feira, 7 de julho de 2009

A vida passa muito depressa!

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Por Jorge Oliveira - Canto do JO


Sexta-feira, 26 de Junho de 2009.

22:29, hora do Porto.

Depois disto, vou apagar o computador.
Por aqui está calor. Aquele ar abafado.
Tenho a garganta seca.
Vou apanhar uma garrafa de água fresquinha,
água das pedras, da levíssima e subir para me deitar.
Beijar as minhas filhotas, dizer que as amo.

Talvez uns aperitivos salgados para entreter a leitura.
Estou quase a acabar os contos da Alice Munro.
Ou um dos outros dez livros que estão na minha mesinha de cabeceira.
Eu sei, não devia comer salgadinhos, mas gosto.
Ou ver um pouco de televisão.
Depois, agarradinho à minha Raquelinha, adormecer tranquilo.

Amanhã é sábado, a vida passa depressa.
Se nos descuidarmos passa ainda mais depressa.
Ouvi hoje na Antena 3, a propósito do Michael
que as pessoas famosas só conseguem aguentar a pressão
confiando em Deus ou no diabo.

E as pessoas "anónimas"? como conseguem aguentar a pressão?
Há mais de trinta anos escolhi confiar em Deus.
Tem valido a pena.

Tenha um feliz fim-de-semana.
Fiquem com Deus.
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