sábado, 28 de novembro de 2009

Palavras de vida eterna.

1 comentários
Por Ewerton Claro

João 6:68 "Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna."

O mundo em que vivemos tem nos dado várias direções, e tem colocado diante de nós uma inversão de valores. O mundo tem dito que o casamento é uma instituição falida, que os nossos adolescentes e jovens têm que se entregar ao sexo ilícito, tem dito que esse negócio de servir a Deus é só para quando ficarmos mais velhos, ou seja, o mundo diz que a Palavra do Senhor está fora de moda e que “um novo conceito” tem surgido.

A bíblia nos orienta a não nos conformarmos com este mundo...

Romanos 12:2 "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."

... devemos ser radicais contra esse tipo de discursso/pensamento, devemos mostrar quem somos em todos os instantes (no trabalho, na faculdade seja onde ou com quem for) o sal e a luz, pois, nada fica do mesmo jeito, quer com o sal quer com a luz. Precisamos nos focar em Jesus, para que o mundo não nos consuma, precisamos ter a Palavra em nosso coração, para que assim não sejamos pegos de surpresa. Quando o mundo nos colocar em xeque e dizer: "O que você vai fazer agora? Vai continuar a servir a Jesus mesmo com esta situação?", neste momento nos lembraremos do Apóstolo Pedro, que mesmo depois de uma palavra dura de Jesus...

João 6:67 "Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?"

... reconheceu a sabedoria do Mestre e imagino que neste momento Pedro tenha olhado bem nos olhos de Jesus e disse: "Senhor, para onde nós vamos?, hoje não queremos outro estilo de vida, não sabemos mais viver sem o Senhor, por que as palavras de vida eterna estão contigo."

Quando o mundo nos apresentar outras opções, devemos lembrar onde estão as PALAVRAS DE VIDA ETERNA.

Somente em Jesus podemos encontrá-las

O amor de Cristo me constrange.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

De 2012 para a realidade!

2 comentários
Em resposta ao e-mail do FAPE.

Pois é ... nas pequenas situações podemos enxergar a graça de Deus ...

Queria compartilhar algo com vcs.


Ontem, nós (os benhês) fomos assistir o filme 2012. De tirar o fôlego, com piadas fora de hora, mas mesmo assim foi de tirar o fôlego.


Ainda que tenhamos conhecimento de que nosso Senhor não permitirá que o mundo se acabe em dilúvio novamente, é aterrorizante pensar em algo parecido. Ver o chão abrir e engolir tudo o que encontra ao redor é demais ... glória a Deus pois seremos arrebatados ... posso ouvir um amém?! rsrs


Porém, algo me chamou a atenção ... logo que saímos do shopping (Boulevard Tatuapé), ao descer as escadas que dão acesso ao Metrô (quase na porta do Shopping ainda), meus olhos foram capturados por uma senhora. Esta senhora estava descalça, com uma blusa bege de lã bem sujinha e com a aparência de cansaço. Ela estava alí, em pé. Estava coçando seu braço (não era do tipo de coceirinha gostosa que temos). Estava com o olhar longe, como se esperasse de alguém uma ajuda, um auxílio.


Eu caminhava a passos largos, dei de ombros em pesamentos, mas enquanto caminhava, algo (O Espírito Santo, talvez?) me incomodava, então por diversas vezes olhei para trás. Caminhava alguns passos e voltava o olhar àquela senhora e segui em frente, mas até onde pude enxerga aquela velhinha eu olhei.


Galera, me senti um hipócrita, meus olhos marejaram (a benhê só reparou que eu estava olhando diversas vezes para trás, mas não percebeu meu mal estar).


Pensei na hora,
"Volto lá e ofereço uma ajuda, um prato de comida, uma água.", mas agi como um covarde, e enquanto caminhava pedi a Deus que mandasse alguém mais caridoso, menos preconceituoso...

... enquanto caminhava, pedi a Deus misericórdia e perdão, pois não Lhe dei de comer e beber,


... enquanto caminhava, vi que Deus está em tudo e temos que estar preparados.


Senhor ... estou sem palavras!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

I have a dream - Eu tenho um sonho.

0 comentários
Discurso de Martin Luther King - 28/08/1963.

Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.

De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com “fundos insuficientes”.
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade.

Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, “Quando vocês estarão satisfeitos?”

Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.

Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Vocês são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.

Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença – nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.

Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.

“Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!”

E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:

“Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal.”

As chaves do reino e o jugo de Jesus. (3)

0 comentários

O jugo dos discípulos de Jesus.


Quando Jesus entrega as chaves do reino a Pedro, na verdade está entregando a chave nas mãos de sua igreja, sua ekklesia. A rocha sobre a qual a igreja está edificada não é Pedro, mas a confissão de Pedro a respeito da messianidade de Jesus, ou mesmo a própria messianidade de Jesus, ou ainda o própria Jesus (1Pedro 2.4-8). Jesus estava dizendo aos seus discípulos: "Aqui estão as chaves do reino , o que vocês ligarem aqui será ligado no céu. A mesma autoridade que recebi, eu lhes dou. A mesma autoridade que eu tenho, a minha igreja tem".

A partir da confissão de Pedro e da admissão pública de Jesus a respeito de sua messianidade, surge um novo grupo de discípulos judeus na Palestina: pessoas que não estavam mais sob o jugo da Lei de Moisés, mas sim sob o jugo de Jesus.


À medida que o evangelho do Reino se espalhava, os judeus convertidos começaram a discutir os limites da Lei, isto é, de que maneira o jugo de Jesus era diferente do jugo de Moisés. Os apóstolos e anciãos da igreja se reuniram em Jerusalém e concluíram:
"Por isso, julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus, mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue" (Atos 15). Naquele chamado Concílio de Jerusalém vemos claramente a comunidade de Jesus usando as chaves do reino, proibindo e permitindo, ligando e desligando.

Jesus reúne seus discípulos, coloca sobre ele o seu jugo, e em seguida lhes dá a chave do reino. Os apóstolos sabem que a chave do reino está em suas mãos, o que significa que eles também têm, autoridade para estabelecer um jugo aos gentios, e então, decidem colocar um jugo mais leve sobre todos.


Em
Mateus 19, por exemplo, fala-se a respeito do divórcio. Jesus assume um posicionamento conservador, ao lado do rabino Shamai, em detrimento do rabino Hilel. Entre o jugo de Shamai e Hilel, Jesus ficou com o jugo de Shamai, que permitia o divórcio apenas em caso de perversão sexual (gr. pornéia). Mas em 1Coríntios 7, o apóstolo Paulo avança a discussão e amplia a possibilidade de divórcio: o abandono pelo descrente por motivo de fé. Este é um exemplo claro de como a igreja usou a chave do reino para proibir e permitir, ligar e desligar.

Esta é a base bíblica para afirmarmos que a igreja tem a prerrogativa que lhe foi conferida por Jesus de acompanhar a história, o contexto social e cultural, e dizer aos novos discípulos a que jugo devem se submeter no discipulado de Jesus.


Note bem que a prerrogativa para proibir e permitir, ligar e desligar, não está nas mãos de nenhuma pessoa em particular, mas da Igreja de Jesus. A autoridade é da igreja, e os pastores também estão sob o jugo da Igreja. Teologia é algo que se faz em comunidade, e mesmo as comunidades não devem permanecer isoladas, enclausuradas em seus horizontes estreitos, mas devem andar em comunhão com o corpo de Cristo espalhado no tempo e no espaço: em toda a história e todo lugar. Buscar o consenso da comunidade de Jesus é uma questão de segurança que visa a fidelidade a Jesus e à verdade revelada de Deus nas Escrituras Sagradas. O Espírito Santo nos guia a toda a verdade e nos convence do pecado, da justiça e do juízo (
João 16.7-15), o que significa que somente sob o Espírito Santo a comunidade é capaz de interpretar e atualizar o jugo de Jesus.

Cada cristão é responsável diante de Deus por avaliar seus mestres espirituais, discernir os falsos profetas, para que não se coloque sob jugo infiel (
Mateus 7.15-23; Atos 17.11; 20.28-30; 2Coríntios 11.13,14; Filipenses 3.17-21; 1Timóteo 1.5-8; 2Timóteo 2.14; 3.1-9; 4.1-5).

Andar com Jesus, é andar debaixo de um fardo leve:
"Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados" (1João 5.3). Isso implica viver em comunidade. Implica assumir o compromisso de ouvir o que a igreja tem a dizer e se submeter à voz do Espírito que fala na comunidade: "Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas" (Apocalipse 2.7).

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

As chaves do reino e o jugo de Jesus. (2)

0 comentários

O jugo de Jesus.


É nesse contexto que entendemos as expressões de Jesus:

"Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir".
Mateus 5.17

"Vocês ouviram o que foi dito... Mas eu lhes digo".
Mateus 5.21-40; Mateus 7.1-29

"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".
Mateus 11.28-30

"Chegando Jesus à região de Cesaréia de Filipe, perguntou aos seus discípulos: "Quem os outros dizem que o Filho do homem é?" Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, Jeremias ou um dos profetas". "E vocês?", perguntou ele. "Quem vocês dizem que eu sou?" Simão Pedro respondeu: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". Respondeu Jesus: "Feliz é você, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus. E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la. Eu lhe darei as chaves do Reino dos céus; o que você ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus".
Mateus 16.13-19

"Então, Jesus disse à multidão e aos seus discípulos: "Os mestres da lei e os fariseus se assentam na cadeira de Moisés. Obedeçam-lhes e façam tudo o que eles lhes dizem. Mas não façam o que eles fazem, pois não praticam o que pregam. Eles atam fardos pesados (jugos pesados) e os colocam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos a levantar um só dedo para movê-los".
Mateus 23.1-4

As pessoas, e principalmente os escribas e mestres da Lei, começam a questionar a autoridade de Jesus: "Quem foi que autorizou você a ter discípulos? Quem deu a você autoridade para falar e fazer essas coisas?" (Mateus 21.23). Isso explica porque em seu batismo Jesus recebeu o testemunho de João Batista e também da voz do céu (Mateus 3.13-17) - duas testemunhas, duas fontes de autoridade.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sobre casamento e amor.

3 comentários

"Não é bom que o homem esteja só.

Far-lhe-ei uma companheira
que lhe seja suficiente."
Gênesis 2.18

Venho me perguntando o que faz as pessoas optarem pelo casamento se contam com outras alternativas para a vida a dois. A justificativa mais comum para o casamento é o amor. Mas devemos considerar que amor é uma experiência cuja definição está em xeque não apenas pela quantidade enorme de casais que "já não se amam mais", como também pelo número de pessoas que se amam, mas não conseguem viver juntas.

Talvez por estas duas razões - o amor eterno enquanto dura e o amor incompetente para a convivência - nossa sociedade providenciou uma alternativa para suprir a necessidade afetiva das pessoas: relacionamentos temporários em detrimento do modelo indissolúvel. Mas, mesmo assim, o número de pessoas que optam pelo casamento em sua forma tradicional, do tipo "até que a morte vos separe" cresce a cada dia.

Acredito que existe uma peça do quebra cabeça que pode dar sentido ao quadro. Trata-se da urgente necessidade de desmistificar este conceito de amor que serve de base para a vida a dois. Afinal de contas, o que é o amor conjugal? Para muitas pessoas, o amor conjugal é confundido com a paixão. Paixão é aquela sensação arrebatadora que nos faz girar por algum tempo ao redor de uma pessoa como se ela fosse o centro do universo e a única razão pela qual vale a pena viver. Esta paixão geralmente vem acompanhada de uma atração quase irresistível para o sexo, e não raras vezes se confunde com ela. Assim, palavras como amor, paixão e tesão acabam se fundindo e tornando-se quase sinônimas.

Este conceito de amor justifica afirmações do tipo "sem amor nenhum casamento sobrevive", "sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena", "é o sexo apaixonado que dá o tempero para o casamento".

Minha impressão é que todas estas são premissas absolutamente irreais e falsas. Deus justificou a vida entre homem e mulher afirmando que não é bom estar só. Nesse sentido, casamento tem muito pouco a ver com paixão arrebatadora e sexo alucinante. Casamento tem a ver com parceria, amizade, companheirismo, e não com experiências de êxtase. Casamento tem a ver com um lugar para voltar ao final do dia, uma mesa posta para a comunhão, um ombro na tribulação, uma força no dia da adversidade, um encorajamento no caminho das dificuldades, um colo para descansar, um alguém com quem celebrar a vida, a alegria e as vitórias do dia-a-dia. Casamento tem a ver com a certeza da presença no dia do fracasso, e a mão estendida na noite de fraqueza e necessidade. Casamento tem a ver com ânimo, esperança, estímulo, valorização, dedicação desinteressada, solidariedade, soma de forças para construir um futuro satisfatório. Casamento tem a ver com a certeza de que existe alguém com quem podemos contar apesar de tudo e todos ... a certeza de que, na pior das hipóteses e quaisquer que sejam as peças que a vida possa nos pregar, sempre teremos alguém ao lado.

Nesse sentido, não é certo dizer que sem amor nenhum casamento sobrevive, mas sim que sem casamento nenhum amor sobrevive. Não é certo dizer que sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena, mas sim que sem relacionamento nenhuma paixão vale a pena. Não é o sexo apaixonado que dá o tempero para a vida a dois, mas a vida a dois que dá o tempero para o sexo apaixonado. Uma coisa é transar com um corpo, outra é transar com uma pessoa. Quão mais valiosa a pessoa, mais prazeroso e intenso o sexo. Quão menos valorizada a pessoa, mais banal a transa.

Assim, creio que podemos resumir a vida a dois, entre homem e mulher, conforme idealizada por Deus, em três palavras que descrevem um casal bem sucedido...

Um casal bem sucedido é um par de amantes.

Um casal bem sucedido é um par de amigos.

Um casal bem sucedido é um par de aliados.

São três letras A que fornecem a base de uma relação duradoura. Amante se escreve com A. Amigo se escreve com A. Aliado se escreve com A. E não creio ser mera coincidência o fato de que todas as três, amante, amigo e aliado, se escrevem com A... A de AMOR.

As chaves do reino e o jugo de Jesus. (1)

0 comentários

"Por isso, todo escriba que se fez discípulo do reino dos céus é semelhante a um homem, proprietário, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas. E Jesus, tendo concluído estas parábolas, se retirou dali." Mateus 13: 52-53

O jugo dos rabinos.

Jesus diz que há "rabinos" e "rabinos". O que distingue os rabinos é a experiência do reino de Deus. Os rabinos que são instruídos no reino dos céus têm em casa um tesouro contendo coisas velhas e coisas novas. As coisas velhas da tradição de Moisés, e as coisas novas do reino de Deus.

O rabino é essencialmente um intérprete da Lei de Moisés. Ele é responsável por responder a seguinte pergunta: Como colocar a Lei em prática? A espiritualidade judaica é de ação, e os rabinos interpretam a Lei para tentar discernir quais ações um seguidor da Lei deve realizar, e quais deve evitar.

Quando o rabino interpreta a Lei, ele está preocupado em permitir e proibir, em termos simples, dizer o que pode e o que não pode. Por exemplo, considerando que o sábado é dia de descanso, santificada para Deus, qual é a maior distância que se pode percorrer? Um rabino dirá "cinco quilômetros", outro dirá "cinco quilômetros, desde que não se leve nenhuma carga". Os rabinos dedicam suas vidas essencialmente a discutir o horizonte de possibilidades de práticas da Lei para a vida dos seguidores. Seu grande desejo é chegar o mais próximo possível da intenção original de Deus ao proferir um mandamento.

Os rabinos possuem diferentes regras, isto é, cada um tem sua lista de proibições e permissões, que registra a interpretação que o rabino tem da Lei, sua compreensão de como se deve viver a Torah. Essa lista é chamada de o jugo do rabino: cada rabino tem seu jugo, que seus discípulos devem aceitar e obedecer. Quando alguém segue um rabino então se diz que está sob o jugo do rabino.

Na tradição judaica os rabinos faziam perguntas aos seus discípulos a respeito da Lei. Por exemplo: O que é guardar o sábado? De acordo com a resposta, o rabino responderia: "Muito bem, você cumpriu a Lei". Caso a resposta não fosse aceita pela rabino ele diria ao seu discípulo "Você aboliu a Lei".

De vez em quando, aparecia um rabino que dizia ter uma outra interpretação da Lei. Então, todos os rabinos se reuniam para discutir se essa nova interpretação estava cumprindo ou abolindo a Lei. Para um rabino ter sua autoridade reconhecida, receber o direito de ter seu próprio jugo, deixar de ser discípulo sob o jugo de um rabino e ter seus próprios discípulos sobre quem colocará seu jugo, havia necessidade do testemunho de pelo menos dois outros rabinos. Os dois rabinos mais antigos diziam: "Cremos que este novo rabino tem autoridade para interpretar a Lei e que suas interpretações cumprem a Lei". Quando isso acontecia, o novo rabino recebia as chaves do reino, permissão para permitir e proibir, fazer sua própria lista de obrigações dos seus discípulos. Agora ele tinha autoridade para ligar e desligar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Pastor, eu sou gay!

4 comentários
Por Pr Vinicius - Pastor Batista - via Pensar e Orar

– Pastor, eu sinto atração é por homens, não por meninas!

Fred tinha apenas 16 anos quando disse esta frase para mim. Sentado à frente da mesa do gabinete pastoral, por mais que toda a congregação sempre achasse estranho o jeito meigo e delicado de Fred, ele estava na igreja desde o nascimento. Ninguém, nem mesmo eu, acharia que isto fosse possível. Por alguns segundos, que pareceram horas, enquanto me refazia do susto, por minha cabeça passou como um filme em fast forward desde o dia em que apresentei aquele bebê a Deus.

– Bem... É... É... – Eu não sabia o que dizer. Eu não estava pronto para isso.

É muito fácil atacar o homossexualismo no púlpito, mas quando me vi diante de um jovem, dizendo o que disse, em meu gabinete pastoral, confesso que tremi por dento.

– Pode falar pastor, acho que estou preparado para qualquer coisa – me interrompeu Fred.

– Veja bem, não é isto. É que você me pegou de surpresa.

Na verdade eu não tinha nada para dizer. Eu conhecia aquele menino. Sempre deu um excelente testemunho, talvez o melhor dos crentes da minha congregação. Orava muito bem, participava dos evangelismos. Conhecia a Bíblia melhor do que todos os diáconos juntos. Cantava que era uma bênção! Como pode ser isto?

– Bem Fred – tentei começar de novo – tenho de confessar que estou desarmado. Vamos orar agora e marcamos outro dia. O assunto é complicado e não vamos resolvê-lo agora. Penso que se você veio aqui é porque quer algum tipo de ajuda.

Enquanto dizia isto, olhei nos olhos dele e pude sentir que ele queria exatamente ouvir o que acabara de dizer.

– Podemos nos falar na próxima sexta – falei quase imperativamente. Você conversou com mais alguém sobre o que acabou de me contar?

Meu medo de ele dizer sim foi enorme, mas para meu alívio, ele balançou a cabeça em sinal de negativo. Então, oramos e nos despedimos.

Depois de alguns encontros, onde tentei ganhar tempo procurando colegas mais antigos, psicólogos pastores e apelando para Deus por um milagre mosaico, como não via luz no fim do túnel, eu tive a coragem de perguntar:

– Você já... – Balancei a cabeça, franzi a testa, esperei alguns segundos...

– Não!

Por dentro eu disse: ufa! Então continuei.

– Eu não sei dizer porque isto acontece. Eu percebi toda a sua sinceridade mas para muitas coisas eu não tenho resposta. Como já te disse antes, eu quero compreender você. Eu mais do que ninguém posso testemunhar que você é um convertido ao Senhor. Eu tomei sua profissão de fé e te batizei. Infelizmente não sei explicar por qual razão seus sentimentos estão distorcidos. Mas eu quero te ajudar.

Fred me olhou com carinho. Mas antes que dissesse algo, fui em frente.

– Se você já tivesse tido relacionamentos, não sei o que seria de mim para aconselhar você, mas graças a Deus, acho que temos uma porta de escape.

Pesquisei em tudo quanto tive acesso. Ouvi gente dizer que homossexualismo é natural, é genético, é sem-vergonhice. Outros dizem que é demônio e outros que é a criação dada à criança. Sinceramente... Acho que pode ser tudo isto. E muito mais.

No caso de Fred chegamos a um consenso. Ele prometeu se manter celibatário e usar toda sua vida a serviço do Senhor, ou até que ele chegasse a um entendimento ou cura, sei lá.

Lembro de ter dito a ele que deveríamos ficar com o que temos revelado na Bíblia. O que a Bíblia condena veementemente é o ato homossexual. Como no caso de Fred ele não havia nem vivia um relacionamento homossexual, achamos que esta era a melhor solução para nós.

Ele prometeu não se envolver com garotas, pois isto poderia ser um refúgio furado, podendo não resolver o seu problema e magoar alguém. O fato é que faz 12 anos que ele está envolvido em trabalhos sociais, servindo a Deus, evangelizando e sendo uma bênção.

Se ele se curou da atração por homens? Não sei. Nunca perguntei nem ele me disse mais nada. Acho que ele vive um dia de cada vez. E eu oro, um dia de cada vez, por ele.

Ele vai para o céu? Não sei. Quem sabe é Deus. Se eu julgar pela sua confissão de fé, que permanece até hoje, pelos frutos que ele produz, tenho certeza que vamos no mesmo ônibus.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Perfeição e proteção.

1 comentários

Entre as patologias que a religião produz, a mais grave tem a ver com neurose. Os seres humanos vivem iludidos com a possibilidade de construir um mundo arredondado, previsível, sem percalços. Imaginam trazer as contingências existenciais sob controle; fantasiam encabrestar leis físicas, metafísicas, espirituais, esotéricas, cármicas, qualquer uma, para afugentar o mal e atrair o bem.

Os que acreditam em um Deus títere, que enlaçou cordões nos dedos para manipular o mundo, nem precisam dominar leis, basta ganhar o favor divino; quem conquista a simpatia celestial, vira preferido. “Deus fará qualquer coisa para deixar a vida dos seus filhos isenta de sobressaltos”, prometem. “E se por algum motivo acontecer imprevisto, basta orar com fé; Deus, que permitiu doença ou acidente, vingará seu nome com um livramento sobrenatural”.

Os sistemas religiosos monoteístas se fortalecem com esse discurso; discurso de quem conhece o segredo de agradar a Divindade. “Obedeça, cumpra, sacrifique, humilhe-se e seja bonzinho segundo a nossa prescrição e o Senhor lhe sorrirá; a sua vida vai aprumar-se”.

Israel tentou; seus líderes se revezaram para homogeneizar as ações do povo. Tudo era feito para escapar de exércitos poderosos, de epidemias que assolavam o mundo antigo, de gafanhotos na lavoura, de infertilidade feminina (os homens nunca eram responsabilizados quando as mulheres não engravidavam).

Porém, os esforços empacavam. Bastava um sair da risca para desabar a idéia da nação impecável. Abraão mentiu. Ló tomou um porre. Moisés, intempestivo, assassinou. Acã afanou o que não devia. A lista de personagens que jogaram na lata do lixo a possibilidade da recompensa por bom comportamento é longuíssima.

Buscar uma humanidade perfeita com o intuito de acabar com o sofrimento, não funciona. Homens e mulheres serão sempre sombras e luzes. Bem e mal, duas palavras que zunem como golpe de espada, também expressam a riqueza da virtude. Acabar com a ambiguidade, que mora na alma, aniquila a criatividade humana. A pedagogia que conduz à maturidade precisa acolher erro, deslizes, inadequação.

Deus não desejou criar gente absolutamente previsível, pateticamente conformada às suas leis. Ele criou para que aprendêssemos a trabalhar o vai-e-vem do coração; hora, doce, hora, amargo. Ele espera que descubramos, nas excursões para o interior da alma, a riqueza do eterno vir-a-ser.

Soli Deo Gloria

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O poder da intercessão.

1 comentários
Por Charlene Campos

Êxodo 17:8-16

Certo dia uma pessoa perguntou ao evangelista Billy Graham, qual o segredo de seu sucesso na evangelização? Ele disse: “Vou te mostrar”. Levou a pessoa numa sala onde um grupo estava orando por ele e pela campanha evangelística. Então disse ele: “Está aqui”.

No texto bíblico acima, a situação era a seguinte. Moisés estava conduzindo o povo de Deus para a terra da promessa, mas os amalequitas os atacaram.
Moisés armou a estratégia (v.9-10) em duas direções. A primeira Josué, o general, deveria escolher homens e sair à guerra. A segunda iria com dois companheiros orar no monte, Moisés conhecia os perigos da guerra e a eficácia da intercessão.

O intercessor é aquele que se coloca entre Deus e as pessoas que estão precisando de ajuda, e luta em oração, até em agonia por eles.

A luta estava renhida, ora Josué vencia, ora Amaleque vencia, mas, isto era determinado no monte e não no campo de batalha, “Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque (v.11).

Parece um pouco estranho que a luta estava sendo decidida no monte e não na planície? O que acontecia quando Moisés levantava as mãos?
a) Os céus se moviam como resposta à intercessão.
b) Os anjos entravam no conflito em ajuda a Josué.

Conforme o texto de Êxodo 33:1-2; o Senhor prometeu enviar o Anjo do Senhor adiante do povo para lutar contra as nações cananitas. O certo é que Deus sempre move a sua poderosa mão em resposta à oração do seu povo. Ele determinou que faria maravilhas em resposta à oração, de gente consagrada à Ele. Deus pode fazer qualquer coisa pelo seu poder, mas prefere fazer em resposta à oração.

Moisés diz algo interessante no v.9; “...estarei no cimo do monte e o bordão (a vara) de Deus estará na minha mão”. Essa vara era mágica? Claro que não, apenas servia para Moisés se lembrar das promessas de Deus, dos feitos de Deus. A vara era um símbolo da ação divina. É sempre bom lembrar do que Deus fez no passado quando enfrentamos mais uma luta. Este texto também nos ensina que nossa vitória depende da ação divina, e que trabalhar, evangelizar e realizar eventos necessita das Bênçãos de Deus. O contrário também é verdadeiro, planejamento e muito trabalho sem oração, termina em frustração. A oração cria a atmosfera favorável à ação do Senhor e confirma nossa dependência Dele.

Outra verdade que salta do texto é que líderes e intercessores necessitam de apoio bem próximo.

Moisés orava levantando as mãos, mas seus braços cansavam, baixava as mãos e Josué ia perdendo terreno. Moisés e seus companheiros tiveram uma idéia: colocaram-no sentado numa pedra, e cada um sustentava uma de suas mãos, “assim ficaram as mãos firmes até ao pôr-do-sol, e Josué desbaratou a Amaleque e a seu povo a fio da espada” (V. 12-13).
Deus nos ensina aqui a importância do trabalho em equipe, das diferentes partes do corpo de Cristo que dependem umas das outras. A vitória foi alcançada quando cada um fez a sua parte.

É assim na igreja, ninguém consegue fazer nada sozinho, nem o grande Moisés conseguiu. Somos dependentes uns dos outros, Jesus nos ensina “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18:20). Não quer dizer que não devemos orar sozinho, mas que quando acompanhados nossa oração tem mais poder.

Também não é apenas levantar as mãos e orar. Paulo nos instrui “Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem iras e sem animosidade”. (I Tm 2:8)

Quem apareceu ao povo como grande vencedor? Certamente foi o líder Josué, mas Deus sabia onde foi conquistada a vitória.

A igreja precisa destes dois exércitos, a linha de frente: missionários, pastores, evangelistas, coordenadores, supervisores, líderes, auxiliares, hospedeiros, discipuladores, líderes dos ministérios e das organizações internas etc, e também da retaguarda: os intercessores. Todos nós precisamos ser pessoas de oração, mas alguns recebem um ministério especial de intercessão.

Neste mês temos a cantata e outros eventos menores. Vamos entrar na presença do Rei e receber vitória. Vamos lutar e orar e o nome do Senhor vai ser glorificado. Aleluia.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Como destruir a teologia da prosperidade?

2 comentários
Por Thiago Azevedo do blog Descando da Alma

Hoje acordei com as seguintes questões em minha mente:
Porque a teologia da prosperidade dá tão certo em nosso território? E como fazer para que ela possa perder sua força?

Cheguei a conclusão de que se grita muito em termos de teologia, demonstrando bíblicamente que ela é equivocada e fruto de uma visão deturpada de promessas divinas, entretanto, o povo continua seguindo suas desvirtuações. Isso tem uma razão, não tão simples, mas uma boa razão, a esperança. Pense num país como o nosso, com todas as suas disparidades sociais, onde muitos tem nada e poucos tem tudo. Todas as nossas mazelas que enfrentamos todos os dias, isso faz com que a teologia da prosperidade não somente tenha força, mas seja praticamente a única resposta plausível para toda essa barbárie que vemos hoje.

Estou defendendo tal teologia? De forma alguma. Acredito que ela não tem fundamento e se baseia em uma falsa esperança que não se alimenta, apenas depreda o ser humano que é envolvido numa rede egoísta de fé, mas o que seria do homem sem a fé e é essa a força motriz que lhe dá sustentação. Por outro lado, na contra-mão disso tudo, por que perdemos tanto espaço para essa desvirtualização do sagrado? Justamente porque não conseguimos dar uma resposta satisfatória para essas mazelas, se a teologia da prosperidade avançou é justamente por nossa inabilidade em se aproximar do povo mais pobre e oprimido, de acessar as entranhas de seus problemas, resumindo, intelectualizamos a nossa fé a tal ponto que perdemos o foco de Jesus, onde ele fala aos simples e luta por eles. No fim, a nossa religiosidade protestante se tornou um artigo fino e de luxo, somente para os "eleitos" e quem são esses eleitos? Olhem para suas igrejas e vejam a sua maioria, do que é composta? E pensem, onde estão os pobres e miseráveis desse mundo?

Queremos ver exterminada da face da terra a teologia da prosperidade? Então devemos descer de nossos pedestais teológicos e nos aproximar dos oprimidos, devemos ressignificar nossa fé elitista para uma fé que seja acessível ao pobre e miserável. Fé esta que é marcada pela prática e não pelas divagações.

Devemos também não nos ater aos debates infindáveis tentando convencer os pais da teologia da prosperidade local a se dobrarem ante a "verdadeira" teologia, antes devemos lutar para que não haja espaço para essa teologia nefasta se frutificar, como? Lutando por mais ética e justiça, distribuição de renda, lutar por um país mais ético, onde não haja mais a distribuição da pobreza, mas da riqueza. Que haja terra para todos morarem e tenham condições de sobreviver. Devemos mostrar pelos nossos atos que estamos sonhando junto com esses necessitados de Deus e também assim como queremos um país melhor, devemos querer uma igreja melhor, mais ética, mais justa e que se importe de verdade com o próximo, onde todos tem espaço e não apenas as castas clericais, que esta seja uma igreja movida pelo amor, amor este que provém de Deus.

Esses são os primeiros caminhos para a derrocada da teologia da prosperidade.

Paz e bem.

***

Não deixem de conferir o podcast sobre A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, por irmaos.com.

domingo, 15 de novembro de 2009

Experiências de infância.

0 comentários
Por Abner Arrais do blog O Filhor do Pastor
Título original: "A Sala das Crianças e minhas experiências Fim-de-Semana"

Quem aqui vai à Igreja desde pequeno? Quem aqui já frequentou as salas infanto-juvenis nas Igrejas? Muitos de nós somos evangélicos desde crianças. Alguns de nós nasceram em berços evangélicos, outros começaram a ir quando eram crianças. Era muito boa as aulas, aprendíamos sobre a vida de Jó, sobre a vida de Jesus, a queda do homem e muitas outras histórias da Bíblia que nos fazia pensar um pouco e nos davam uma lição. Muito gostoso esse tempo, mas crescemos. Uns tiveram um verdadeiro encontro com Cristo, outros se desviaram, alguns viraram pastores e outros continuam frequentando a Igreja apenas como “esquentadores de banco”.

A verdade é que quando crescemos esquecemos de muitas (se não foram todas) das aulas que tivemos quando crianças. Esquecemos de todas as lições que tivemos com a vida de Jesus, Samuel e todos os outros personagens bíblicos que ouvimos quando crianças. E isso é um erro trágico!

Existe um modo de pensar que muitas vezes temos e nem percebemos: O que eu aprendi nesse dia ou naquela época, serve apenas para aquela época. Isso é um grande erro! Pois tudo o que aprendemos naquele tempo, devemos continuar levando para nossa vida. A mesma coisa que tínhamos que fazer quando crianças, devemos fazer quando adultos. Quero deixar claro que quando digo que devemos fazer o mesmo que fazíamos quando criança, não são as brincadeiras, erros, etc, mas sempre que aprendíamos algo nas escolinhas da Igreja, queríamos aplicar as nossas vidas.

Há pouco tempo estava lendo o livro de Jó na minha leitura bíblica. E aprendi várias coisas que já era para eu ter aprendido a anos atrás. A verdade é que sempre soube a história de Jó, mas nunca quis aplicar a minha vida. “Tudo bem, devo adorar a Deus mesmo em meio aos problemas, mas isso não serve pra mim! Isso servia pra mim a alguns anos atrás quando eu não tinha entrado nas lutas da adolescência. Isso valia pra mim até um tempo atrás, quando eu ainda não podia sair sozinho, quando eu ainda não tinha bastante responsabilidade…” Essa é a forma de pensar que muitas vezes temos e nem percebemos.

O verdadeiro problema que afeta a vida do cristão, é que não sabemos aplicar aquilo que aprendemos as nossas vidas pessoais. Isso é outro erro gravíssimo que cometemos. Deixe-me explicar melhor como isso acontece: Vou a um evento tremendo e Deus fala várias coisas que tenho que mudar na minha vida. Eu me quebranto, eu choro, eu grito, eu me arrependo, eu faço tudo! Acaba o evento e eu saio da lugar com o coração ardendo por Deus. Saio querendo mudar o mundo, mas três semanas depois eu volto a minha vidinha normal. E aquele evento que naquele fim de semana tinha sido impactante na minha vida, fica assim: uma experiência de fim de semana. Nos últimos eventos e cultos que tenho participado, minha oração tem sido que Deus não deixe as minhas experiências com Ele serem experiências de fim de semana, mas que eu saiba aplicar na minha vida e coloque tudo em ação por toda a minha vida, e não apenas por um tempo.

Que você possa fazer essa oração também. Que todas as experiências que você teve, está tendo e terá, não sejam experiências de fim de semana, mas que você saiba aplicar no seu dia a dia. Que você relembre tudo aquilo que você aprendeu nas classes infantis da Igreja e volte a cumprir tudo aquilo que foi dito.

sábado, 14 de novembro de 2009

Ana e Penina.

1 comentários
Por Simone Claro

I Samuel 1:20 “Assim Ana engravidou e, no devido tempo, deu a luz um filho. E deu-lhe o nome de Samuel, dizendo: Eu o pedi ao Senhor.”

Ana a esposa amada e sem filhos, Penina a mulher que tinha filhos. Qual a diferença entre as duas? Uma depositava sua fé em Deus e a outra em seu útero. Imagino que para Ana era muito difícil, afinal, em sua época não ter filhos era como ser amaldiçoada. Ana ia ano após ano ao templo e ano após ano Penina a aborrecia porque tinha muitos filhos e Ana nenhum.

I Samuel 1:14 “e lhe disse: “Até quando você continuará embriagada? Abandone o vinho”.

Vemos que no momento onde sua alma se encontrava amargurada por falta de filhos, Ana foi tirada como bêbada, porque orava a Deus, pedindo-lhe um filho.

Algumas coisas me chamam a atenção neste texto sobre Ana e Penina, como: Segurança, Honra, Auxilio e Provisão.

Segurança: Penina investia no fator, posso ter filhos, sua segurança era seu útero saudável e humilhava Ana sempre que podia.

Honra: Ana mesmo sendo pisoteada por Penina buscava a Deus ano após ano no templo e o honrava-O sobre todas as coisas. Existem pessoas que querem receber as bênçãos, mas continuam desonrando o nome do Senhor, com seus pecados, atitudes imaturas e falta de fé.

Auxilio e Provisão: Caminham juntos. Deus deu a Ana, Samuel. Você precisa fazer de Deus sua prioridade. Se não depender de Deus vai depender de quem?

I Samuel 1:19 “Na manhã seguinte, eles se levantaram e adoraram ao Senhor...”

Deus honrará aqueles que o honrarem. Busque primeiro o Reino de Deus, que Ele, o próprio Deus, acrescentará todo restante necessário a você.

Não se ache incapaz, porque o mundo diz que seu currículo não é bom o suficiente;

Não se ache incapaz porque esta acima do peso proposto pela moda;

Não se ache incapaz por não falar como gostaria de falar.

I Samuel 2:4...Mas os fracos são revestidos de força...”

Leia I Samuel 2:1-10 “Oração de Ana”

Que você possa esperar o momento certo de Deus em sua vida, e neste tempo de espera honrá-lO, amá-lO, por tudo o que Ele é.

Que seu coração esteja agradecido ao Senhor quando a benção chegar.

Que você possa louvá-lo em todo o tempo, até a Sua volta.

Que segundo o coração do Pai, você seja mais que vencedor(a).

Você já teve uma experiência real com Deus?

1 comentários
Por Edu Dantas do blog Salvação - Luz para seu dia

"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." Romanos 12:2

Três afirmações estão claras neste texto. Uma é que o mundo não está indo nada bem, por isso o conselho de não nos conformarmos com ele, a segunda é que nós não estamos bem, por isso a sugestão de mudarmos nosso entendimento, e a terceira é que Deus tem algo que não temos, mas quer que experimentemos.

A primeira e a segunda afirmativa são lógicas, não precisaríamos ler a bíblia para sabermos disso, já a terceira possui uma verdade que pode ser novidade para muitos: Deus tem algo bom, perfeito e agradável para nós, e ele quer que experimentemos. Mas para isso é necessário primeiro ser flexível, estar disposto a transformar nosso entendimento diante de novas convicções.

Outra coisa muito interessante neste texto é que ele foi escrito no imperativo, ou seja, o texto é uma ordem, e se é uma ordem é porque somos agentes ativos e não passivos, temos a responsabilidade sobre os requisitos para experimentarmos as novidades de Deus.

É preciso transformar a mente para poder crer na existência de Deus;
É realmente preciso transformar a mente para investir em conhecê-LO;
É preciso transformar a mente para saber que ao conhecê-LO, vamos continuar sendo apresentados enquanto os dias puderem ser contados, e ainda assim não O conheceremos o suficiente.
É preciso transformar a mente para aceitar que seremos constantemente transformados.

Todos precisamos de uma experiência espiritual com Deus!

O objetivo deste post não é detalhar experiências espirituais, mas instigar e incentivar você a buscar vivê-las com Deus através de Jesus, que é a ÚNICA forma de se achegar a Ele.

Disse-lhe Jesus: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." João 14:6

"Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." Isaías 55:6

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Eu te louvarei...

3 comentários
Por Simone Claro

Salmos 138:1 "Eu te louvarei, Senhor de todo o coração."

Sempre me pego pensando sobre essa palavra, “Será que estou louvando ao Senhor de todo meu coração?”, e começo a reparar que:

- quando abro a geladeira e não encontro a guloseima que mais gosto: reclamo;
- quando preciso sair e chove: reclamo;
- quando quero por uma roupa especifica e ainda esta pra lavar: murmuro;
- quando a internet não funciona na hora que mais preciso: reclamo;
- quando me “falta” tempo para resolver algo: reclamo;
- quando o cabelo não fica do jeito que quero: reclamo,
- quando não tenho dinheiro para sair com os amigos: reclamo...

Creio que de uns tempos pra cá amadureci neste sentindo, Deus traz a minha memória, o país onde vivo, por exemplo, onde tenho liberdade de adorá-lo em meio à multidão que for, mas acabo perdendo meu tempo reclamando de coisas tolas.

Salmos 138:7 "Ainda que eu passe por angústias, tu me preservas a vida."

Aprendi que mesmo em meio a tantas reclamações e murmúrios, Deus ainda me amava e queria me ouvir, mas não dessa forma, e sim, com palavras de gratidão, louvor e intercessão, e uma das formas que aprendi ou como o Espírito Santo me levou a entender isso, foi...

Olhando a minha volta. Enxergando a dificuldade do próximo e não olhando apenas para o meu próprio umbigo. Olhando e entendendo, que existem pessoas que necessitam das minhas orações, pois seus filhos estão morrendo aos poucos consumidos pelas drogas, prostituindo-se, que jovens estão se entregando um ao outro sexualmente, sem a bênção do Pai Celestial, e contraindo coisas que eles nem ao menos entendem, que pessoas estão perdendo seus lares, e pior estão morrendo Espiritualmente, por não terem quem ao menos os ouçam, morrendo Espiritualmente porque não há ninguém para orar por e com eles.

Deus tem me preservado, preservado você, para estarmos por estas pessoas, com essas pessoas. Mesmo em meio as suas angustias, Deus tem preservado a sua vida para te usar como bênção.

Salmos 139:6 "Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance; é tão elevado que não posso atingir."

Então não vamos questionar a Deus, pelos seus feitos e permissões, está além do nosso alcance.

Hoje tento realizar a parte, a qual Deus tem me chamado no momento, da melhor maneira possível, influenciando a outros tantos a viver uma vida de eterna adoração e louvor a Deus.

O Deus que sonda os corações, sonda o meu toda a manhã, esforço-me para não decepcioná-lo, esforço-me a cumprir a palavra de salmos 138-1 Eu te louvarei, Senhor, de todo o meu coração, e acrescento as minhas palavras dizendo: mesmo quando me encontrar em meio a angústia, pois sei que preservaras minha vida. Amém.

Que segundo o coração do Pai, você seja mais que vencedor (a).

No amor de Jesus e, n'Ele sempre.

sábado, 7 de novembro de 2009

Agradecimento ao FAPE.

1 comentários
Olá Ton e Si (e todos do FAPE*)!

Queremos agradecer a Deus por nos permitir compartilhar com todos vocês esses dias maravilhosos. Foi sem dúvidas mais um motivo para continuarmos onde estamos no TBC, e saibam que Deus nos conduziu em amor até vocês.


Como já sabem, faz alguns meses que estamos no TBC. Mas vez ou outra eu tinha receio e pensava se realmente era lá que Deus estava preparando algo novo para nossas vidas, pois não queria cometer outro erro em nossa trajetória espiritual, então Deus preparou esta viagem e nos concedeu a honrosa alegria de poder conhecer cada um de vocês. E uma música não saiu do meu pensamento, aquela que diz o seguinte:

- Recebi um novo coração do Pai, coração regenerado, coração transformado, coração que é inspirado por Jesus.

- Como fruto deste novo coração, eu declaro a paz de Cristo, te abençôo meu irmão, preciosa é a nossa comunhão.

- Somos corpo e assim bem ajustado, totalmente ligado, unido, vivendo em amor, uma família, sem qualquer falsidade, vivendo a verdade, expressando a glória do Senhor. Uma família, vivendo o compromisso do grande amor de Cristo, eu preciso de ti querido irmão, precioso és para mim, querido irmão.

Essa música fala de unidade, comunhão, fala de relacionamento, viver como família. E foi assim que vi cada um de vocês, uma grande família expressando a glória do Senhor.


Muito foi dito sobre relacionamento, como Deus pode mudar uma situação. Na última mensagem ouvimos falar sobre a multiplicação dos pães e peixes e sobre isso gostaria de compartilhar algo com vocês...


Em João 6 e Marcos 6 temos novamente o relato da multiplicação dos pães e peixes, porém, alguns detalhes me fizeram refletir melhor nesse termo "a multiplicação".


Nos versículos 5 e 6 de João 6 lemos: ‘Levantando os olhos e vendo uma grande multidão que se aproximava, Jesus disse a Filipe: "Onde compraremos pão para esse povo comer?", Fez essa pergunta apenas para pô-lo à prova, pois já tinha em mente o que ia fazer.’. Já em Marcos 6.41 diz o seguinte: ‘Tomando os cinco pães e os dois peixes e, olhando para o céu, deu graças e partiu os pães. Em seguida, entregou-os aos seus discípulos para que os servissem ao povo. E também dividiu os dois peixes entre todos eles.


O grande barato da multiplicação foi na verdade a divisão! Imaginem só como deve ter sido maravilhoso quando Jesus ao dar graças repartiu os pães e os peixes e os entregou aos seus discípulos, nesse momento imagino que os discípulos tenham feito o mesmo e ao dividir com os demais multiplicavam-se os pedaços até que todos estivessem satisfeitos e sobrassem 12 cestos cheios.


E foi exatamente isso que aconteceu nesta viagem, vocês repartiram alegrias, risadas, conflitos, temores, amores, brincadeiras, piadas, ideias, músicas, choros, lágrimas, entre tantas outras coisas, e no final enxergamos o milagre da multiplicação em todos vocês.


Obrigado por dividirem o que há de melhor em cada um e multiplicar o amor de Deus!
A Paz!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...