terça-feira, 25 de maio de 2010

O céu pode se abrir.

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"Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai, do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra. Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé; e oro para que, estando arraigados e alicerçados em amor, vocês possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus. Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós, a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém!" (Efésios 3:14-21)

Orar é colocar-se de joelhos "diante do Pai, do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra", e clamar pela ministração do seu poder. Orar é buscar a força do poder para fortalecer nosso ser interior. Orar é um ato de rendição ao poder de Deus que atua em nós. Orar é clamar pela manifestação da "incomparável grandeza do poder de Deus [...] Esse poder ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o assentar-se à sua direita, nas regiões celestiais" (Efésios 1:19-20). A oração, portanto, é o momento quando estão em perspectiva a sexta-feira da paixão, o sábado de aleluia e o domingo da ressurreição.

A sexta-feira da paixão de Cristo representa o momento máximo da prepotência humana, que opta por "matar Deus", encarcerar as possibilidades da vida numa cruz sanguinolenta e cruel e aprisionar o universo nos limites estreitos e funestos das capacidades da criatura, em detrimento dos horizontes eternos do Criador. A sexta-feira da morte de Jesus na cruz do Calvário aponta para um mundo em plena e total escuridão. O inferno está em festa e o mundo condenado ao sofrimento e ao horror dos poderes da morte e da destruição. O mal mostra suas garras e os poderosos deste mundo tenebroso assumem o controle do mundo e da vida-morte.

O sábado chamado de aleluia é o dia seguinte da morte de Deus. Mas é também o dia anterior da ressurreição do seu Cristo. Os discípulos de Jesus são comunidade da esperança: aguardam a ressurreição. Mas uma comunidade encerrada entre as paredes do medo, da covardia e da morte da utopia, razão suficiente para sua passividade. No mundo sem Deus a esperança não tem vez nem voz.

Mas o sol se levanta no domingo da ressurreição. E com ele se ergue das cinzas o Deus que "é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos". Ninguém imaginaria ou conceberia algo assim: o frágil e humilhado homem de Nazaré era mesmo Deus. Nem mesmo o inferno imaginou que seu pseudo poder seria desmascarado justamente ao se mostrar absoluto, pois caso soubesse que na cruz de Jesus pendia o Cristo de Deus, jamais se atreveria a tal afronta (1Coríntios 1:8). Na cruz do Calvário se manifesta o mistério da redenção, nas palavras de John Owen: "a morte da morte na morte de Cristo", pois na ressurreição de Jesus "tragada foi a morte pela vitória", e agora podemos cantar: "Onde está, ó morte, a tua vitória. Onde está, ó morte, o teu poder de ferir?" (1 Coríntios 15:54-55).

A oração é fala de quem acredita que as nuvens tenebrosas se dissipam no ar. É declaração de quem crê que o inusitado pode acontecer, o inesperado pode irromper, o novo pode surgir a qualquer momento. Orar é acreditar que a história pode encontrar caminho de vida. A oração é a palavra final de quem, juntamente com Cristo, amanheceu no domingo da ressurreição.

domingo, 23 de maio de 2010

Música: O Sacrifício.

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Essa música faz parte do cd Viverei Pra Ti do Bereana Louvor e Adoração.

O Sacrifício
Compositor: Bruno Gusmão
São muitas as histórias que ouvi, falando sobre a vida de Jesus,
Milagres incontáveis que não vi, dores que ninguém jamais pode sentir.
Tantos sacrifícios Ele fez, renunciou Sua vida por amor,
Nasceu como um homem sendo o próprio Deus e foi rejeitado pelos Seus.
Mas de tudo isso que passou, não há gesto de maior valor,
Do que o sacrifício que nos trouxe a luz, o sacrifício lá na cruz.

O sacrifício feito por Cristo, não se resume aquele lá na cruz,
Deixar o Seu trono e viver o sonho, de ter-nos novamente em Sua luz.
Foi um ato de amor, mas o que na verdade nos salvou,
Foi de todos o maior, o sacrifício lá na cruz.

Ainda penso em tudo o que ouvi, como pode um homem amar-nos tanto assim,
Levando em Teus ombros meu pecar, assumindo toda a culpa em meu lugar.
O que farei pra que tudo o que Ele fez não seja em vão, mas transforme o coração,
O sacrifício feito lá na cruz por mim, agora tenho que retribuir.

O sacrifício feito por Cristo, não se resume aquele lá na cruz,
Deixar o Seu trono e viver o sonho, de ter-nos novamente em Sua luz.
Foi um ato de amor, mas o que na verdade nos salvou,
Foi de todos o maior, o sacrifício lá na cruz.

O sacrifício que nos trouxe salvação, eu vou aceitar, não vou negar,

O sacrifício feito por Cristo, não se resume aquele lá na cruz,
Deixar o Seu trono e viver o sonho, de ter-nos novamente em Sua luz.
Foi um ato de amor, mas o que na verdade nos salvou,
Foi de todos o maior, o sacrifício lá na cruz.




sábado, 22 de maio de 2010

Confissões... (1)

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Todos os dias, não exactamente na mesma hora, penso nas pessoas que de alguma forma fizeram parte da minha história. É engraçado como sempre lembro-me de alguém, independente da situação, que foi especial em determinado momento da minha vida. Nem sempre são pessoas ligada à igreja, mas teve uma época que só me lembrava dessas em específico.

É muito bom praticar esse exercício de relembrar dos amigos, dos amigos/colegas, dos colegas/distantes, dos distantes, dos inimigos, dos amigos/inimigos. É interessante fazer essa análise e perceber como amigos tornam-se distantes, como amigos tornam-se inimigos, como distantes tornam-se amigos, como colegas tornam-se distantes e por aí vai, uma infinidade de combinações que nos fazem reflectir e coloca em xeque a nossa conduta em relação aos outros.

Na verdade, hoje não quero falar dos meus amigos, colegas, conhecidos, distantes, inimigos e etc, mesmo porque na maioria das vezes me reporto à vocês quando aqui escrevo, mas hoje vou falar de mim.

Desde muito moleque sempre fui o cara mais chato da turma, pelo visto ainda continuo. O fato é que desde os meus quinze anos as pessoas me chamam de rabugento, e não é à toa que aos trinta e um anos pareço um velho de sessenta. Pois é, já passei por inúmeras situações desagradáveis e na maioria das vezes porque eu quis. Quando vejo os mini-flashbacks da minha vida, caraca, que vergonha, mas é isso , o passado não se pode mudar, mas podemos aprender com ele e mudar nosso presente!

Quando jovem, sempre me trataram como o mais idiota, e eu era mesmo. Um tapado, tipo daqueles caras sem noção que fazem piadas de mau gosto a qualquer hora. Nunca fui popular com garotas, nem no futebol e isso reduziu o meu círculo de amigos/colegas. Na verdade fui ter vários amigos mesmo, somente na igreja e olha lá, pois sempre conseguia acabar com uma amizade e não precisava de muito (com certeza alguns vão ler isso aqui e lembrar das nossas brigas intermináveis e sem propósito), poderia até colocar o nome de uma dezena de pessoas, mas não vou fazer isso, é uma vergonha! rsrs

Então o cara chato e de piadas de mau gosto cresceu, e aos dezoito anos resolveu conhecer o prazer da luxúria. Sem detalhes :(, mas para os que já enfrentaram essa situação sabem do que estou falando e o que passei. Então, de uma hora para outra, o cara chato e insuportável tornou-se também o cara mais sujo e infame da congregação. Lembro-me que muitos pais não deixavam suas filhas aproximarem-se de mim. Foi a pior época da minha vida, mas entendia o que causava aversão nas pessoas e hoje entendo melhor ainda.

Sei que muitas pessoas queriam me ajudar, mas não foram felizes com os métodos, nem com as palavras. Carregar essa imagem de 'desviado' ao longo dos anos, não foi fácil, nunca é. Mas acredito que Deus nunca me desamparou, mesmo nos momentos mais solitários da minha vida.

Desta época guardo muitas lembranças e não irei defini-las como boas ou más, mas apenas como 'Lembranças', pois foram elas que me ajudaram a ser o que sou hoje, um ser em construção ainda, é verdade, mas quem não está em construção?

Nesse momento lembro-me de nomes e rostos, lembro-me de pessoas, aquelas que penso em (in)determinado tempo do meu dia-a-dia. Os nomes vou relatar agora, os rostos estão guardados na memória. Agradeço à vocês, independente da forma como apareceram em minha vida!

Eduardo/Júlio/Marcelo/Luciano/Levi/Paloma/Magdiel/Liane/Tamires/Fabiana/Amanda/Alex/Luiza/Pablo/João/Paulo/Fernando/Elza/Marcos/Bete/Claudia/Alex/Jorge/Bete/Marcelo/Raphael/Jaime/Nilda/Valter/Felicidad/Rogério//Vanessa/Natália/Vilma/Luís/Silvana/Airton...

...continua...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Música: How you live.

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How You Live - Point Of Grace

Wake up to the sunlight with your windows open
Don't hold in your anger or leave things unspoken
Wear your red dress, use your good dishes
Make a big mess and make lots of wishes
And have what you want but want what you have
And don't spend your life looking back

Chorus:
Turn up the music, turn it up loud
Take a few chances, let it all out
'cause you won't regret it
Looking back from where you have been
'cause it's not who you knew
And it's not what you did
It's how you live

So go to the ball games and go to the ballet
Go see your folks more than just on the holidays
Kiss all your children, dance with your wife
Tell your husband you love him every night
Don't run from the truth, 'cause you can't get away
Just face it and you'll be ok

(Chorus)

Wherever you are and wherever you've been
Now is the time to begin

So give to the needy and pray for the grieving
Even when you don't think that you can
'cause all that you do is about to come back to you
So think of your fellow man
Make peace with God, make peace with yourself
'cause in the end, there's nobody else

(Chorus)



quinta-feira, 20 de maio de 2010

Meu compromisso com a vida.

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Olho para o passado com lascas de nostalgia e pontas de melancolia. Caminhos que nunca trilhei hoje parecem bem mais fáceis. Amores que exigiram coragem voltam a me seduzir para me deixar ainda mais triste. Aventuras que nasceram de narcisismos e falsas onipotências reclamam explicações; como justificar tanto delírio? Não, não pretendo remontar passado. Desisto de qualquer tentativa de ressuscitar o que jaz sob o lajeado da decepção.

Para refazer meu compromisso com a vida, abandono o rigor de um humanismo idolátrico. Não idealizo as iniciativas ideológicas. Sei que toda instituição convive com o germe de sua própria inutilidade. Também não me prostro no altar do niilismo; descreio da capacidade humana de erguer-se pelos próprios cadarços. Meu existencialismo é frágil, carregado de suspeita. Minha religião, cheia de decepção. Minha ideologia agoniza debaixo dos escombros da modernidade.

Para refazer meu compromisso com a vida, largo na beira da calçada as metas-narrativas. Desconfio dos projetos globais. Incoerência entre discurso e prática me desesperam. A incapacidade de vertebrar o que acredito de coração me enoja. Criei cismas. Rio por dentro; é meu jeito de sobreviver aos ufanismos que tanto me irritavam no passado. Sei que preciso aniquilar os fantasmas que me deixaram com a sensação de ser um deus.

Para refazer meu compromisso com a vida, desisto de tentar levar a ferro e a fogo qualquer coisa. Erros me fizeram bem. Boas ações me arruinaram. Amigos me entristeceram. Desconhecidos me acolheram. Quando planejei, empaquei. Por outro lado, inesperadamente a vida deu certo sem planejamento. Sofri também com pecados. Paguei um alto preço por ser indolente. Mas, incrível, quando deixei para o dia seguinte o que deveria fazer hoje, foi bom.

Para refazer meu compromisso com a vida, quero ser leve como a pluma que escapou da asa do cisne, denso como o ruço que cobre a madrugada, escuro como a noite tropical sem lua, e transparente como o mar do Mediterrâneo. Hei de aprender a não discursar. Almejo ser mais enfático mas só em ternura; mais brando em afirmações. Pretendo rearrumar minha oratória. Quero voltar a olhar para o nada, como as crianças; a entrecortar frases com longas pausas, como os monges; a ritualizar os instantes, como os namorados.

Para refazer meu compromisso com a vida, espero envelhecer sem casmurrice. Acolher as doidices dos jovens, lembrando de como as minhas faziam sentido. Celebrar cada manhã como uma ressurreição. Aguardar o pôr-do-sol como uma grávida anseia pelo primeiro choro do filho. Plácido como um lago entre duas montanhas, espero encarar a morte. E que não reste nenhuma nesga de frustração em minha alma. E que eu descanse no sábado final com um sorriso maroto, sorriso de quem foi embora dizendo: valeu viver.

Soli Deo Gloria.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Não quero brigar com ninguém!

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A partir de hoje, com a ajuda de Deus, vou pôr um ponto final em meus desentendimentos com todas as pessoas com as quais convivo ou com as quais me encontro. Chega de briga, de discussões, de gritaria, de grosseria, de palavrões, de agressões, de antipatia. Estou cansado de depender do outro para parar de brigar. Vou tomar a iniciativa.

Não sou ingênuo. Estou ciente de que será difícil. Porém não digo mais que será impossível. Reconheço que já avancei um pouco e quero dar continuidade a esse pouco. A partir daí, Deus me dará outras vitórias.

Sei que o relacionamento entre duas ou mais pessoas é sempre complicado por causa da nossa herança adâmica. Lembro-me de Abel e Caim, de Sara e Agar, de Jacó e Esaú, de Raquel e Lia, de José e seus irmãos, de Maria e Marta, de Paulo e Barnabé e da membresia da igreja de Corinto.

Estou ciente de que eu e meu cônjuge, eu e meus filhos, eu e meus vizinhos, eu e meus colegas de trabalho, eu e meus irmãos na fé - somos muito diferentes, o que me leva a crer que o relacionamento entre nós não será automático. Vai exigir esforço, temperamento controlado e autonegação continuada. Eu e eles temos temperamentos, históricos, ênfases, experiências, reações, defeitos, virtudes, capacidades e dons diferentes.

Além disso, eu e eles somos- pelo menos potencialmente - invejosos, ciumentos, egoístas, orgulhosos, impacientes, briguentos e outras coisas mais. Para viver em paz, preciso passar por cima de tudo isso. Preciso andar a segunda milha de que fala Jesus (Mateus 5:41) e perdoar setenta vezes sete, também de acordo com Jesus (Mateus 18:22).

Meu relacionamento no circuito mais próximo e íntimo (no lar) e no circuito mais amplo e público (no trabalho e na igreja) vai depender de certas virtudes claras. Preciso conhecer e respeitar o outro. Preciso amar e perdoar o outro. Preciso tolerar o outro e ter paciência com ele. Preciso ter sabedoria e acerto para conviver com o outro. Preciso de humildade para não me encher de glória à custa do esvaziamento da glória do outro. Preciso repudiar a comparação, a competição e a concorrência com o outro. Preciso descolar da memória qualquer lembrança negativa - tanto recente, como remota - do outro. Preciso pedir desculpas e desculpar. Precico conversar, dialogar e desabafar com o outro. Preciso evitar qualquer oportunidade que possa gerar aborrecimento com o outro. Preciso interceder pelo outro.

De hoje em diante vai ser assim. Que o Senhor me socorra! Amém.

sábado, 15 de maio de 2010

Música: O Nome de Jesus.

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Essa música faz parte do cd Meu Alvo do Kleber Lucas.


O Nome de JesusCompositor: Kleber Lucas

"Jesus é o maior e o mais importante de todos os milagres que você precisa.
Você precisa de um milagre? Então invoque o Nome de Jesus, o Nome de Jesus! Aleluia."

O Nome de Jesus tem poder pra curar toda dor,
Quando tudo parece perdido, quando o coração se desespera,
Quando perco o chão, eu ergo a voz e clamo o Nome de Jesus.

O Nome de Jesus tem poder pra curar o sofrer,
Do teu corpo e da tua alma, do espírito angustiado,
O nome de Jesus tem pode.

O Nome de Jesus tem poder pra curar toda dor,
Quando tudo parece perdido, quando o coração se desespera,
Quando perco o chão, eu ergo a voz e clamo o Nome de Jesus,
Tem poder pra curar o sofrer, do teu corpo e da tua alma,
Do espírito angustiado, o Nome de Jesus, de Jesus.



terça-feira, 11 de maio de 2010

É surreal.

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Não tem outra palavra que defina melhor esse momento. Se me contassem talvez eu não acreditaria, mas a vida é assim, cheia de surpresas e desafios, não é verdade?

E depois de ouvir alguns comentários, comecei a pensar naquilo que me define como crente, e o que me faz ser um remido do Senhor. Acho que a resposta é bem simples: O sacrifício d'Ele na cruz.

Mas então porque existem pessoas que insistem em travar uma guerra santa?

Querem saber de uma coisa? Podem continuar falando sobre minhas inúmeras teorias, sobre minhas ideias que demonstram convicção extrema. Podem continuar tecendo seus comentários inescrupulosos a meu respeito, continuem a insinuar que com meus pensamentos posso corromper seu (agora) pequeno grupo. Mas, lembrem-se de que talvez estejam falando de alguém que não conheçam de fato, isso porque ser 'amigo' é muito mais que andar junto semanalmente.

A propósito, já pararam para pensar que talvez nem vocês (dos que sobraram) se conheçam de verdade? A cada dia que passa, eu tenho essa certeza: vocês fazem parte de um grupo de 'estranhos amigos'.

Voltando a guerra santa, podem continuar essa batalha, mas agora sozinhos. Tenho muito o que fazer, como por exemplo, cuidar da minha vida, o que acham? E por isso não me sobra tempo para perder com essa demagogia barata que visa medir o nosso grau de re-li-gi-o-si-da-de. Deliciem-se com essa vitória, só não esqueçam dos frutos...

[pausa para ver os frutos ... mini-flashback]

... Que frutos? ... Pois é, pergunto o mesmo, quais frutos e onde estão? Na verdade não estão, pois nunca existiram, nunca, nunca, nunca (será - piada interna - rsrsrs)... talvez um dia, quem sabe.

Deus não quer que sejamos morno em nossas decisões, então decidam-se logo e deixem de usar a expressão 'se', pois isso não os livra do pecado oculto, muito menos do aparente, não os torna mais crente e nem mais espirituais.

Ah... só mais uma coisa, terminou de ler? Já que terminou preciso fazer um último pedido, posso? Não precisa orar para que o 'demônio' saia de mim, ok? Não estou possuído, só estou sendo realista.

É tudo TÃO surreal!

sábado, 8 de maio de 2010

Música: Pedro.

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Essa música faz parte do cd Tua Graça Me Basta do Sérgio Saas.


Pedro
Compositor: Sérgio Saas

Ao obedecer o Teu mandar, mal sabia o Teu servo, o que estava preste a viver.
A maior experiência que o homem poderá viver, em sua frágil e humilde vida aqui.
E mesmo apesar de ter ouvido do Senhor, a não temer,
Ao andar por sobre as águas duvidou,
Pedro então tomado pelo medo, começou a perecer
E sem saber o que fazer, clamou em alta voz:

Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus, pois só Tuas mãos podem me resgatar,
Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus, pois já não consigo reagir,
Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus,
Tua voz suave acalma o mar e a tempestade, pois Tu és Senhor Jesus.

Hoje ao me encontrar em situação tão semelhante, eu venho a Ti,
Humildemente apresentar-te o meu clamor.
Peço que, como fizeste lá em alto-mar com o Teu servo,
A se afogar, me tome agora pelas mãos.

Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus, pois só Tuas mãos podem me resgatar,
Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus, pois já não consigo reagir,
Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus,
Tua voz suave acalma o mar e a tempestade, pois Tu és Senhor Jesus.

Salva-me Jesus, Salva-me Jesus, pois só Tuas mãos podem me resgatar,
Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus, pois já não consigo reagir,
Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus,
Tua voz suave acalma o mar e a tempestade, pois Tu és Senhor Jesus.


terça-feira, 4 de maio de 2010

Submissão ou Subserviência?

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Dias desses me impressionou a expressão “Submeta-se a seus líderes”.

Então pensei: Você está perdido! Porém, estava tudo tão claro, tão evidente. Como eu não enxergava aquilo que estava ao alcance dos meus olhos? Como pude contentar-me com  meia verdade?

E a cada vez que ouvia tais palavras “Submetam-se a seus líderes”, pensava: O que querem dizer com isso? ...

Questionava-me até esse exacto momento, porém, Deus em sua bondade e misericórdia me mostrou um passo que antecede a esse da submissão aos líderes, pelo menos para esse caso em específico. Estava lá, foi o Pr. Isaías quem disse em reuniões com a própria liderança, e sobre o matrimonio, falou o seguinte:

“O desejo de Deus é que as esposas modernas retornem a um princípio bíblico imutável e abençoador, submeter-se ao marido.”

Ele usou como base o texto de Efésios 5:22-23 “Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como ao Senhor, pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador.”, deixando claro que tal submissão não é algo desrespeitoso ou tirano para as mulheres, mas é a porção que Deus deixou a elas e que tais devem entender que é um privilégio estar debaixo de uma liderança protectora e abençoadora, sendo isto benéfico para toda a família. Por isso, foi categórico ao dizer que nenhuma mulher deve sentir-se inferiorizada mediante tal situação, antes deve amar tal posição. Em contra partida o homem não deve impor arbitrariamente sua vontade no casamento, no entanto, amá-la como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. E é isso que faz do casamento uma instituição espiritual e espelho da relação Cristo x Igreja.*

Então percebi a meia verdade que tentaram enfiar-me goela abaixo, pois quando disseram “Submetam-se a seus líderes” esqueceram de olhar dentro dos próprios corações, esqueceram de olhar um para outro com a intenção de analisar se eram espelho da relação Cristo x Igreja e partiram com a ordem a seus liderados: “Submetam-se a seus líderes”.

Percebi também, em um dado momento, a questão da subserviência e de como ela tem se tornado evidente no nosso meio, pois é bem mais fácil praticar a subserviência do que a submissão, e o que é pior, essa troca de valores não traz constrangimento algum para as pessoas que a praticam.

Em uma segunda reunião, o Pr. Isaías relatou sobre a dificuldade em implantar qualquer trabalho na igreja se não houver submissão total a liderança. Ele usou o texto de Filipenses 2:12 que diz: “Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram, não apenas na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência, ponham em acção a salvação de vocês com temor e tremor.”. Ele deixou claro que a submissão deve ser completa, ou seja, não por constrangimento, medo ou apenas na presença do líder, mas espontânea, com alegria e em amor. Afirmou também que, ninguém consegue implantar esse princípio bíblico se não houver transparência entre líder e liderado.*

Graças a Deus entendi que devemos sim ser submissos a liderança, mas devemos primeiramente começar de dentro da nossa própria casa, seguindo os princípios de uma família que deve ser o espelho da relação Cristo x Igreja.

Você está disposto? O seu cônjuge está disposto? Vossos corações estão dispostos?
Então, mãos à obra!

(*) Trechos extraídos da revista TBC News # 355 / Abril/2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

TODAS as coisas cooperam...

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"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." Romanos 8:28

Quando lemos que todas as coisas cooperam para o bem, a primeira avaliação superficial que fazemos é que todas as coisas boas cooperam para o bem. Na verdade coisas boas cooperam para o bem, mas as coisas ruins também cooperam para o bem daqueles que amam a DEUS, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Se caminharmos na história da existência humana, vamos observar que as coisas caóticas, ou seja, ruins, freqüentemente possibilitaram uma aprendizagem significativa para a humanidade e ao crescimento da consciência de quem é DEUS e sua manifestação de amor. Talvez você estaja se perguntando o que isso tem haver. Posso explicar. Quando somos acometidos por situações que no conceito moral, "conceitos da maioria" são fracassos, derrotas, frustrações, erros, vacilos, para DEUS isso também serve para cooperar
para nosso bem.

Um namoro que foi traumático, uma amizade que gerou traições, caminhos errados, idéias desnecessárias, um casamento que não deu certo por causa das traições, maus tratos, descuidos, abandono, um trabalho que nos tomou tempo sem retorno financeiro, uma Igreja onde os lideres foram maus, corruptos, desonestos, ambiciosos. Todas essas coisas de uma certa forma cooperam para que possamos crescer como pessoas, como filhos de DEUS. 

 Isso acontece para que possamos ter uma evolução em todos os sentidos de nossa vida. Se em todo o tempo formos alcançados apenas por coisas boas, a história nos mostra que uma das primeiras atitudes do ser é abandonar os princípios bíblicos, a fé e viver apenas de valores terrenos e humanistas. Agora, quando as aflições nos desafiam, andamos por fé, crendo que DEUS estará conosco neste momento de luta.

O apostolo Paulo descreve bem isso em uma de suas citações em Filipenses 4:10-13:

"Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado; o qual também já tínheis antes, mas vos faltava oportunidade. Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece."

Tudo posso naquele que me fortalece poderia ser dito: Tudo coopera para que Deus me fortaleça. A abundancia e a escassez, em todas as áreas de minha vida, seja ela sentimental, material, espiritual, existencial, financeira, todas as coisas, boas ou não estarão sempre cooperando para que minha vida chegue ao propósito que Deus deseja para meu bem.

Deus abençoe a cada um de vocês.
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