quarta-feira, 21 de julho de 2010

Cristo é mais!

1 comentários
Por Ricardo Quadros Gouvêa - via Ultimato

Há quem pense que o problema de muitos evangélicos hoje seja o seu fanatismo religioso, sua devoção extravagante, sua religiosidade exacerbada. Penso que há aqui um engano, uma interpretação superficial da questão. Até porque tal devoção pode ser amor próprio disfarçado (Cl 2.23), tal religiosidade pode ser um culto ao próprio ventre (Fp 3.19), e tal fanatismo pode ser mera idolatria (Is 1.13-17).

O verdadeiro problema é justamente o oposto disso. É o seu menosprezo para com a pessoa de Cristo. É a maneira reducionista de muitos evangélicos perceberem a Cristo. É a construção de uma espiritualidade neo-pagã em que a pessoa de Cristo é secundária (onde deveria ser central), instrumentalizada em um discurso cujo centro é o consumo de bens espirituais (Mt 6.24, 31-32). O problema de muitos evangélicos é não perceber o tamanho do evangelho de Cristo e quem de fato Cristo é.

Há no discurso evangélico uma presença muito clara do nome de Jesus, mas uma presença que beira à magia, já que se trata de um uso instrumental e ritualístico do nome de Jesus, e que beira à idolatria (pasmem! uma idolatria de Jesus!), pois o nome de Jesus é apresentado desvestido e desencarnado da pessoa de Jesus Cristo, de seu ensino e de seu significado teológico como redentor da humanidade (Mt 7.21). (...)

De fato, há muita extravagância religiosa entre os evangélicos, que vai das coreografias sem profundidade às expressões faciais agônicas; dos discursos inflamados sobre cura e poder à rigidez moralista das propostas de conduta cerceadoras da liberdade em nome de um pudor muito distante daquilo que a Bíblia indica (Mq 6.8; Cl 2.20-23); do dogmatismo que faz de Cristo um mero item doutrinário ao sectarismo individualista que nos faz esquecer as dimensões sócio-políticas da redenção no aqui e agora.

Cristo é mais! O que Cristo pode fazer pelos seres humanos é muito mais do que está sendo muitas vezes apresentado pelos evangélicos e aos evangélicos. Não se limita aos benefícios materiais e curas, mas a uma vida tão plena de sentido e de senso de vocação que os bens materiais e a saúde deixam de ser primordiais. (...)

Tampouco pode ser Cristo reduzido a mero elemento do sistema doutrinário, como se minha fé incluísse, entre outras, doutrinas acerca da pessoa de Cristo e acerca de sua obra de salvação. Cristo é mais! Ele é o centro de nossa fé. É nele que cremos, em sua vida conosco, na sua presença (Mt 28.20; Jo 14.16-18) e no seu pastoreio (Sl 23.1; Jo 10.11). Ninguém deve se considerar salvo em Cristo porque subscreve à doutrina da salvação pela graça mediante a fé. Mera aceitação de doutrinas é obra meritória de cunho intelectual e ritualista (Rm 3.20, 28). Somos salvos pela graça divina mediante a fé (Ef 2.8-10) na possibilidade de estarmos unidos a Cristo em sua morte e em sua ressurreição (Cl 2.12; 2Tm 2.11) -- uma realidade a ser vivenciada aqui e agora!

Cristo é mais! A redenção em Cristo não se limita ao perdão da culpa dos pecados, à nossa justificação pela união com Cristo em sua morte na cruz, mas se estende à esperança da glória (Ef 1.18; Cl 1.27), à santificação pela presença de Cristo em nós (Rm 6.22; Hb 12.14), que nos torna seus discípulos e imitadores (1Co 11.1; 1Ts 1.6). A fé protestante está centrada na vida do Cristo ressurreto (1Co 15.14, 19; Rm 6.5). Não somos convidados a viver, em Cristo, como penitentes! Antes, a uma vida abundante (Jo 10.10)! Nossa união com Cristo nos leva a viver a sua vida, nos eleva para perto de sua própria estatura espiritual (Ef 4.13), promete nos tornar co-participantes da natureza divina (2Pe 1.4), e nos convida a viver desde já possuídos pela glória de Deus (2Co 3.18) e entusiasmados pelo Espírito Santo (Ef 5.18).

Cristo é mais! Na verdade, é muito mais do que pensamos ou podemos imaginar. Temos que esperar sermos por ele surpreendidos (Ef 3.20), como um leão que não pode ser adestrado, que é bom, mas que não é domesticado (como sugere C. S. Lewis acerca de Aslam), como um tigre que subitamente coloca suas patas dianteiras sobre nosso peito exigindo-nos a nossa atenção para seu poder e sua beleza (como sugere Thomas Howard em “Christ the Tiger”). Por mais que tentemos enlatar a Cristo, condicioná-lo, fazê-lo nos servir, qual gênio da lâmpada, ele nos escapará do controle e nos surpreenderá, porque Cristo é muito mais!

Lamento pelas multidões de cristãos que se esqueceram, que se iludiram, que se deixaram levar por pregações acerca de Cristo e em nome de Cristo que o reduziram a algo ridiculamente menor do que ele de fato é, a um simulacro, um instrumento religioso a serviço de igrejas que são também simulacros de igreja cristã, e que, por esta genuína apostasia (Lc 18.8; 2Ts 2.3), deixam de ser igreja de Cristo para serem igrejas do anticristo, pois o anticristo nada mais é que o simulacro de Cristo (Mt 24.24), uma abominável desolação!

Lamento principalmente pela perda do verdadeiro Jesus Cristo, que pode dar sentido à vida, que pode curar a nação, que pode resgatar a humanidade em direção da sua própria glória, a glória da vida do amor de Deus. Estamos trocando a Cristo por simulacros, pois, ao reduzi-lo a fórmulas mágicas, eclesiásticas ou teológicas, ele se torna menos do que ele é: a presença viva, aqui e agora, da pessoa que me convida a segui-lo, a encarnar o seu próprio Espírito, e abraçar o projeto supremo de viver, nele, a vida eterna e abundante de Deus.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Empatia.

2 comentários
Por Ev. Elias Codinhoto - Blog Mensagem de Vida 

“Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também” Lucas 6:37

A princípio parecia que nada os pararia, a multidão revoltada pedia justiça, eles estavam mesmo determinados a seguir em frente. Não era como nos dias de hoje, com um tribunal, advogados, testemunhas e penitenciária. A justiça da época era executada as pressas, reunia-se a multidão, colocavam-se as evidências e a execução era imediata.

Naquele caso, em especial, a condenação era certa, a mulher foi pega em flagrante, a lei era clara, e a sentença: morte por apedrejamento. O aglomerado estava preparado, suas mãos empunhavam as pedras, alguns já faziam pontaria. Mas todos aguardavam, faltava um parecer, eles queriam saber qual seria a sentença de Jesus.

Tudo na verdade não passava de um plano bem elaborado, eles pouco se importavam com aquela mulher. Se a sentença de Jesus favorecesse a mulher, contrariaria a lei que a condenava, a Lei de Moisés, se a condenasse a morte, seria condenado pelos romanos, só eles poderiam condenar alguém a morte, pois governavam sobre Israel.

O texto de João 8 diz que em resposta a insistente multidão, Jesus se abaixou e escrevia com o dedo na terra. Mas o que Ele escreveu lá? – alguns teólogos acreditam que Cristo escreveu os Dez Mandamentos, outros acham que ali o Mestre revelou os pecados ocultos daquelas pessoas, na verdade não sabemos o que Ele escreveu ali, porém, as palavras ditas por Jesus foram registradas, foi apenas uma frase: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” João 8:7b. E inclinando-se voltou a escrever no chão.

Parecia impossível, mas, isso foi o bastante para conter a determinada multidão, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava (João 8:9). Jesus os pôs em empatia com aquela mulher.

Na psicologia e nas neurociências contemporâneas a empatia é uma “espécie de inteligência emocional” e pode ser dividida em dois tipos: a cognitiva - relacionada à capacidade de compreender a perspectiva psicológica das outras pessoas; e a afetiva - relacionada à habilidade de experimentar reações emocionais por meio da observação da experiência alheia. No sentido etimológico do termo (en+pathos), empatia significa: “sofrer dentro de” ou “se colocar por dentro da pele de”. Assim sendo, a empatia é um sentimento que leva a colocarmo-nos no lugar do outro, ou melhor, “dentro” do outro, alegrando-nos e/ou chorando com ele. Praticar a empatia produz, portanto, a adesão comprometida a alguém, no amor! De fato, o desejo e a abertura a "entrar" no outro, acolhendo-o, constitui um profundo ato de amor. O termo empatia resume o mandamento de Jesus para “amarmos nosso próximo como a nós mesmos” Marcos 12:31.

“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a Lei. Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor.” Romanos 13:8-10

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Pecados públicos.

0 comentários

Não reclamo. Apenas constato. Tem ficado cada vez mais difícil a gente se reconciliar com os erros cometidos. O motivo é simples. A vida privada acabou. O acontecimento particular passa a pertencer a todos. A internet é um recurso para que isso aconteça. Os poucos minutos noticiados não cairão no esquecimento. Há um modo de fazê-los perdurarem. Quem não viu poderá ver. Repetidas vezes. É só procurar o caminho, digitar uma palavra para a busca. (...)

O certo é que a imagem eterniza o erro, o deslize. Ficará para posteridade. Estará resguardada, assim como o museu resguarda documentos que nos recordam a história do mundo.

Coisas da contemporaneidade. Os recursos tecnológicos nos permitem eternizar belezas e feiúras. (...)

Tenho aprendido que o direito de colocar uma pedra sobre o erro faz parte de toda experiência de reconciliação pessoal. Virar a página, recomeçar, esquecer o peso do deslize é fundamental para que a pessoa possa ser capaz de reassumir a vida depois da queda. É como ajeitar uma peça que ficou sem encaixe. O prosseguimento requer adequação dos desajustes. E isso requer esquecer. Depois de pagar pelo erro cometido a pessoa deveria ter o direito de perder o peso da culpa. O arrependimento edifica, mas a culpa destrói.

Mas como perder o malefício do erro se a imagem perpetua no tempo o que na alma não queremos mais trazer? Nasce o impasse. O homem hoje perdoado ainda permanecerá aprisionado na imagem. A vida virtual não liberta a real, mas a coloca na perspectiva de um julgamento eterno. A morbidez do momento não se esvai da imagem. Será recordada toda vez que alguém se sentir no direito de retirar a pedra da sepultura. E assim o passado não passa, mas permanece digitalizado, pronto para reacender a dor moral que a imagem recorda. (...)

O fato é que o pecador público exerce o papel de vítima expiatória social. Nele todas as iras são depositadas porque nele todas as misérias são reconhecidas. No pecado do outro nós também queremos purgar o pecado que está em nós. Em formatos diferentes, mas está. (...)

Mas essa proteção que não protege é a mãe da hipocrisia. Dela não podemos esperar crescimento humano, nem tampouco o florescimento da misericórdia. Uma coisa é certa. Quando a misericórdia deixa de fazer parte da vida humana, tudo fica mais difícil. É a partir dela que podemos reencontrar o caminho. O erro humano só pode ser superado quando aquele que erra encontra um espaço misericordioso que o ajude a reorientar a conduta.

Nisso somos todos iguais. Acusadores e defensores. Ou há alguém entre nós que nunca tenha necessitado de ser olhado com misericórida?

domingo, 11 de julho de 2010

Confissões... (2)

2 comentários
Estou em um momento difícil, realmente difícil. Quero escrever sobre tanta coisa, mas infelizmente não estou com saco para expressar, aqui ou em qualquer outro lugar, o que tem acontecido. Não é que me cansei de postar, não pense isso, mas acho que alguns podem concordar comigo quando digo que a vida nos coloca tantos afazeres que tenho preguiça de escrever...

Só para vocês terem uma idéia, fiquei exatamente 1 hora digitando e não escrevi coisa com coisa. Até tinha em mente sobre o que e a quem falar, mas acabou que o texto entrou em crise, acho que eu entrei em crise e a redundância me fez desisti.

Queria falar das pessoas que encontro diariamente, e que algum dia no passado mantive um contato direto ou indireto, mas que por algum motivo estranho tornaram-se apenas ‘desconhecidos amigos’, daqueles que não trocamos mais do que duas palavras: "- Bom dia.", ou "- Boa tarde.", ou "- Boa noite."

Queria falar dos relacionamentos familiares... Será que continuo? Sim, continuo. É triste perceber que estamos tão próximos de pessoas que lá no fundo, bem lá no fundo, sabemos que amamos, mas que não podemos expressar esse sentimento porque questões relacionadas ao dinheiro são mais importantes que a própria demonstração de carinho e a difícil tarefa de dizer: "- Eu te amo!". Desisto, pelo menos por enquanto, só espero que não dure tanto e que não se converta em pranto.

Queria falar que estamos trocados (e agora é muito pessoal mesmo), pois estamos onde outros deveriam estar e gostaríamos de estar onde outros não dão a mínima por estarem lá. E por isso digo: "VALORIZE os seus.", como eu estou em uma fase de desistência, quando esse luto constante e indigesto passar quem sabe eu possa valorizar os meus. Ah..., não estamos trocados não, quem dera que sim.

Queria falar dos "super heróis" que insistem em aparecer com seus super poderes. Ah... Quarteto Fantástico, da liga dos super heróis igrejeiros, antes tivesse conhecido vocês em outro momento da minha vida, com certeza faria com que cada um engolisse palavra por palavra dita a meu respeito. Mas graças a Deus que da mesma forma que apareceram em minha vida, já se foram também, pelo menos intelectual e moralmente. Bando de hienas, víboras do deserto, é isso que realmente são!

Queria falar para quem precisar ouvir que: Pessoas deste tipo encontramos em todas (eu disse TODAS) as igrejas, elas apenas mudam de nome, e isso não está relacionado à quantidade de membros e sim a quanto essa pessoa se deixou forjar o caráter. Por isso não desista de Deus. Não dê o gostinho da vitória para esse bando de usurpadores. Continue sua trajetória na igreja. Continue na Paz e no Amor de Cristo, mesmo porque nem todos que desejam a paz e o amor de Cristo querem que de fato você esteja assim, feliz.

Quero terminar esse post com uma mensagem que recebemos por sms de pessoas muito especiais, que diz o seguinte:

‘Essa semana abrace alguém, diga eu te amo
e dê flores em vida,
pois não sabemos o dia de amanhã.’

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Seja bem vindo fakes, mentirosos, manipuladores.

0 comentários
 
No planeta em que vivemos você trabalha, estuda, tem amigos, tem namorada, pode ser casado, pode ser separado, pode estar “ficando” com alguém, pode fazer inúmeras coisas com inúmeras possibilidades e viver em um mundo onde várias pessoas fazem a mesma coisa que você todo dia.

Várias pessoas mentem, fingem, outras são verdadeiras com seus sentimentos, outras escondem seus sentimentos, outras são meio a meio, outras são totalmente fakes, mas isso é normal. A grande questão aqui é achar que pessoas fake’s ou mentirosas são menos amadas por Jesus do que pessoas que dizem praticar a verdade segundo a Santa Palavra. Será que isso é verdade?
Não podemos “coabitar” com o pecado do mesmo modo que não podemos “coabitar” com a falta de senso, porque aqui o assunto não é pecar ou não, ou aqueles jargões dizendo que Deus ama o pecador mas não o pecado. A questão aqui é simples: você que é cristão e vive mentindo aos olhos desse Pai é igual as pessoas que ainda não conhecem a Cristo.São duas pessoas que precisam do abraço de Deus de forma igual.

Igreja não vai te deixar mais santa(o), ser pastor não vai te deixar mais ungido(a), ser musico não vai te deixar mais especial. Ir igreja não significa nada se você não for Igreja. Quando Ele esteve entre os homens. Deus esteve sobre Ele. Jesus está sobre você?

A missão de Jesus era trazer boas novas aos pobres de espírito. Você com sua vida de algum modo está alimentando os pobres de espírito? Você está alimentando o espelho quando você se levanta? Você não é especial, Ele é especial. Ele foi enviado para consolar os contritos de coração. Quantos mentirosos, quantos fakes, quantos traidores, quantos manipuladores você está consolando? Jesus apresentou-se como liberdade para os cativos do pecado. Você pode dizer para Ele que você precisa de libertação do mesmo modo que os piores do mundo? Aos cegos Jesus é a Luz. Você acha que você enxerga? Os oprimidos pelo pecado encontram liberdade em Cristo. Você nunca oprimiu ninguém?

Se você não concorda com nada disso, é porque você é quase perfeito. Você não está doente, caso você não esteja doente saiba de algo que é simples de entender: Jesus não veio para você.

Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Se eu fosse um Pastor...

1 comentários
Por S. Limberger - Buscai o Reino
 
Quando eu crescer,
Se um dia isso acontecer,
Eu queria ser Pastor.

Daqueles que têm um “Pr” bem grande na frente do nome!
E se possível for, nem me chamem pelo nome, não preciso de louvor,
Podem simplesmente, me chamar de Pastor!

Bispo ou Reverendo é muito para mim,
Servo? - Sim, eu sirvo por amor,
Mas por favor, respeitem minha vocação,
Podem simplesmente, me chamar de Pastor!

E quando minha mulher, filhos ou amigos chamarem meu nome:
- Não! Por favor! Podem simplesmente, me chamar de Pastor!
Sim, eu disse mulher... Afinal, diferente do Padre,
O Pastor pode casar, por isso escolhi essa vocação, meu chamado é ser Pastor.

Porém, quando eu errar, não olhem para mim, lembrem-se: eu sou pecador!
Mas quando eu acertar, respeitem minha vocação!
Podem simplesmente dizer: - Parabéns Pastor.

Quando eu crescer,
Se um dia isso acontecer,
Eu queria ser Pastor.

Daqueles grandões, que nas eleições, ganha de vereador, afinal, eu sou Pastor.
O dinheiro não me importa, eu quero mesmo seguir a minha missão,
Eu uso tudo que ganho para a glória do Senhor...

Se me pegarem em algum aeroporto, calma irmãos!
É perseguição do Tentador!
Podem simplesmente, esquecer que eu sou Pastor?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...