domingo, 9 de janeiro de 2011

Deus é Bom.

“Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca.”


A bondade de Deus está em tudo aquilo que Ele criou e nada se compara a Deus, porque de geração em geração só o Senhor é Deus. E nada neste mundo pode ofuscá-lo, pois estamos diante de um Deus que manda em tudo e em todos. É Ele quem fez uma jumenta falar (2 Pedro 2:16), que tem poder para fazer pedras clamarem (Lucas 19:40), ordenou que um grande peixe engolisse Jonas (Jonas 1:17) e corvos levassem alimento a Elias (1 Reis 17:2-6).

Nosso Deus é benigno e sempre está disposto a suportar situações que nós não estamos dispostos.

A bondade do Senhor se reflete na vida de Manassés, filho de Ezequias. Ele conhecia a história de seus antepassados, mas administrou seu reinado com violência e coração duvidoso. Manassés fez tudo que não deveria ter feito: envolveu-se em religiões, derramou sangue inocente, ignorou o Senhor, adorou a outros deuses, aliou-se a mulheres e políticos e a todo o tipo de gente que era contrária ao Senhor. (2 Crônicas 33:1-10)

A Igreja estava falida, e Manassés não se humilhara diante de Deus, então Sua ira manifestou-se sobre a vida dele. No período que teve para glorificar a Deus não o fez, até ser preso pelo exército do Rei da Assíria. Manassés, começou a refletir em suas atitudes e então se humilhou, pedindo a misericórdia de Deus. Ele estava arrependido e com o coração quebrantado, e Deus, que é um Deus Bom, viu em Manassés que era algo sincero, e o perdoou. (2 Crônicas 33:11-13)

A bondade do Senhor ultrapassa nossa ignorância.

Deus, que é um Deus Bom, fez com que Manassés voltasse à liderança, o trouxe para um lugar de honra, o restituiu com relação a seu reinado. Deus é Bom para perdoar e mais, para colocá-lo novamente no trono. (2 Crônicas 33:14-17)

Deus não é um ‘deus bonzinho’. Deus é Bom para aquele que reconhece o pecado em sua vida, para aquele que se humilha, para aquele que pede misericórdia. Mas ao que endurece o coração e que resiste e diz já agradar a Deus com suas obras, a estes, Deus não os conhecerá.

O poder e a bondade de Deus se manifestam nas nossas fraquezas, e o desejo de mudança é a grande prova de amor a Deus, mas devemos estar dispostos a mudar. Como? Devemos parar; ouvir e mudar!

Só há mudança quando há o reconhecimento do erro, enquanto não acontecer isso a pessoa terá apenas crises de consciência.

Assim como em um jardim, onde sementes são plantadas na mesma terra e recebem a mesma chuva, o jardineiro cuidará das que crescerem. Ele fará a poda e colocará terra nova para que continuem em crescimento, mas para as sementes que morrerem só restará uma coisa: serão arrancadas e jogadas fora. Na igreja não é diferente, pois estamos recebendo a mesma palavra, somos alimentados igualmente, estamos debaixo da mesma unção, mas quando "O" jardineiro vier seremos podados ou arrancados do Seu ‘jardim’?

O Jardineiro está voltando!

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