quinta-feira, 23 de junho de 2011

Jesus me assusta.

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Jesus me assusta. Assusta-me pela simplicidade e pela forma como suas palavras estendiam para além da compreensão meramente intelectual e ia de encontro com os corações cheios de um desejo louco por consolo.

Jesus me causa um tremendo espanto porque a sua mensagem era totalmente focada no Reino, na palavra já revelada. Não havia nada de novo, havia um novo sentido. Havia poder. Havia sabedoria e muito, mais muito amor.

Jesus me dá arrepios na coluna, porque ele não fez da palavra revelada clichê. Ele, do seu jeitão, era a própria palavra encarnada.

Não fez modismos. Não inventou. Ele tornou o que estava distante do entendimento dos comuns em algo acessível.

Jesus me emociona porque tinha tudo para ser um treslocado, mas preferiu ser singelo e ter disposição de coração com os outros. Ele bem que podia ser chamado de compaixão. Porque essa era a sua essência.

Jesus me faz sentar na beiradinha da cadeira, porque seu discurso era autêntico. Dizia sobre o amor e o vivia constantemente.

Eu amo Jesus. Amo a igreja, apesar da sua inclinação para o mal e para a descaracterização do que ela deveria ser. Jesus me assusta. Tenho a esperança que ele te assuste também.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Respeite o ciclo da vida.

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Por Tsuli Narimatsu - Missão Portas Abertas

 
"Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu."




O ser humano moderno se acostumou a desrespeitar os ciclos naturais da vida e a usar a inteligência dada por Deus para recriar uma atmosfera artificial que promova um crescimento acelerado para tudo.

Com isso, muitos cristãos não aceitam mais viver os ciclos de plantação, germinação, crescimento, fortalecimento e reprodução planejados pelo nosso criador em suas vidas. Querem crescer rápido, se expandir logo e conquistar tudo em pouco tempo.

Na agricultura, o uso de aditivos químicos para o desenvolvimento acelerado e a maturação das frutas, verduras, legumes e cereais, tira a vitalidade desses alimentos, e consequentemente a função primordial deles em nosso organismo.

Há tempo de nascer e de morrer, de se esforçar e de descansar, de sofrer e de curtir, de falar e de se calar, de orar e de testemunhar. Estes ciclos naturais se aplicam a todas as áreas da nossa vida: física, espiritual, escolar, profissional, ministerial, entre outras.

Que sejamos todos como a árvore plantada junto ao rio, que no devido tempo dá o seu fruto, cheio de força vital. Se tivermos nossas raízes plantadas na fonte de águas vivas, que é Jesus, tudo o que fizermos será bem sucedido.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Somos abençoados por Deus. Ou não!

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Vivemos realmente no tempo da Graça. Um momento único em um país laico, onde independente do que professamos como fé, absolutamente nada acontecerá, pois é assim, pelo menos deste lado do planeta tem sido assim, absolutamente normal.

Quer ser crente e “pagar” o preço por isso? Aqui você consegue. E ainda que suas atitudes manchem sua popularidade na igreja, resolvemos rapidamente, é só revelar um pecado maior ainda do outro irmão, daí o seu ‘errozinho’ cai no esquecimento, fácil assim.

Quer poder escolher quando e como adorar ao Senhor? Aqui você consegue. Simples assim, quando ‘der na telha’ apareça em sua congregação, saúde aos irmãos com a “Paz do Senhor”, e acostume-se com a famosa frase: “Tá sumido hein!”

Quer poder negá-Lo sem que nada aconteça? Aqui é o lugar. Quer seja no trabalho, na roda de amigos, na festa do sobrinho, ou seja, em qualquer lugar que não na sua congregação, você pode efetivamente ser quem você é. Relaxe, não vai acontecer nada.

Quer fazer birrinha, por não concordar com o que o irmão diz? Não há melhor lugar do que aqui para mostrar sua insatisfação com o que o outro está fazendo. A famosa guerra dos egos.

Quer poder parar de falar com o irmão por questões “particulares”? Adivinha? O lugar é aqui, pois sem motivos podemos agir assim. Basta não olhar ou não saudar o outro que já é motivo suficiente para não falar com ele. Que absurdo da parte de quem não nos dirige o olhar, de quem não nos dirige a palavra, de quem não nos saúda com “A Paz do Senhor”, que testemunho é esse? Crente de fachada! Só falo com os crentes de verdade.

Agora assista ao video* abaixo e entenda como somos abençoados por Deus. Ou não!

* Cristãos sendo espancados e queimados vivos na Costa do Marfim.


Comente ... se conseguir!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Reconhecer.

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Por Francis Alvez Cabral - Fran's Blog


Meditando com Deus, pensei no que eu gostaria que as pessoas pensassem sobre mim quando me vissem. Será que eu gostaria que vissem um homem bom? Carinhoso? Leal? Digno? Corajoso? Honroso?

Não.

Eu quero que vejam um homem com o amor do Espírito Santo, com fé em Deus, não digno por mim, mas digno pelo sangue que Cristo derramou para perdão dos nossos pecados indignos. Um homem com a coragem do Leão da Tribo Judá. Um homem que acima de todas as coisas honre e ame os ensinamentos de Cristo.

Não desejo ser um grande homem, quero ser o pequeno homem que sou, com um infinitamente maravilhoso Deus, não quero que as pessoas dêem reconhecimento a mim, mas sim que reconheçam o Deus que está à frente de todas as maravilhas que me acontecem dia após dia.

Quero que entendam que não sou corajoso por acreditar no meu potencial, mas sim por que acredito que Ele está comigo em todo o caminho que ando sempre pronto a me livrar.

Afinal, não quero reconhecimento, o maior reconhecimento que a vida poderia me dar já o tenho que é ser reconhecido como filho de um Deus maravilhoso, conselheiro, poderoso e único. E para isso bastou eu reconhecê-lo como meu único Deus e Salvador que por seu filho Jesus Cristo justificou todos os pecados dos homens, morrendo por mim e por você, ressuscitando após três dias, dando-nos o Espírito Santo para nos encher de sua glória e majestade e quanto mais nos esvaziamos de nos mesmo mais podemos nos encher d'Ele.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Seja a ponte, ou não!

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Na semana passada participamos de uma reunião extraordinária do FAPE em comemoração ao dia dos namorados. Foi bem interessante, pois cada irmão pode fazer uma singela homenagem a sua esposa. Foi um chororô danado por parte das mulheres, e de alguns homens também... rsrs, nos divertimos com as histórias e com as declarações de amor, enfim, foi edificante.

Ah, ouvimos uma ilustração interessante que gostaria de compartilhar:

Numa cidadezinha do interior, havia um rico fazendeiro que possuía muitas terras. Ele tinha dois filhos, sendo um completamente diferente do outro em pensamentos e ações. O filho mais velho era muito responsável, e sempre procurava obedecer ao pai. O filho caçula, ao contrário, era deveras relaxado e não se preocupava muito com responsabilidades.

Certo dia, o fazendeiro morreu, e então os dois começaram a brigar todos os dias, e acabaram assim dividindo a fazenda e nunca mais conversaram um com o outro, apesar de serem vizinhos.

O caçula, em pouco tempo, tratou de procurar um famoso construtor de muros, e pediu que esse fizesse um muro muito alto, para que nunca mais visse “a cara” do irmão mais velho na sua frente. Este viajaria por três dias, e quando chegasse, queria ver o trabalho acabado.

O construtor acertou o trabalho e trouxe sua equipe, e no final de três dias o jovem voltou da viagem e para sua surpresa, no lugar do muro havia uma linda ponte, que passava por sobre um riozinho que havia na divisa das duas propriedades.

Ele ficou furioso, procurou imediatamente o construtor, que ainda se encontrava ali dando os “últimos retoques” no trabalho e quando já estava pronto a começar a discussão, avistou ao longe seu irmão já por sobre a ponte, com lágrimas nos olhos e de braços abertos para ir acolhê-lo.

As palavras de rancor se emudeceram, ele ficou cabisbaixo, e o irmão mais velho veio ao seu encontro dando um abraço como nunca antes havia sido dado pelos dois, e em prantos, o irmão mais velho assim falou:

-“Meu irmão, eu te amo tanto, que bom que você também me ama, e acaba de me provar isso construindo essa ponte maravilhosa entre nós”.

O construtor, vendo toda aquela cena, se aproximou e disse:

-“Preciso me explicar porque fiz essa ponte no lugar do muro que você me pediu. Nesse lugar, só haveria jeito de construir uma ponte, apesar de ser muito mais difícil, eu confesso. Se o ser humano soubesse a beleza de ser uma ponte, jamais sequer pensaria na possibilidade de se tornar "um muro" para os outros.”

E dali ele saiu feliz, realizado, porque sabia que havia cumprido a sua missão. Os dois irmãos se reconciliaram, e juntos viveram felizes, como uma verdadeira família.
...

Que bom que do outro lado da ponte havia um irmão de braços abertos, com palavras sinceras e sem hesitar declarou o amor que sentia ao seu irmão caçula. Imagina se diferente disso acontecesse do irmão mais velho cruzar os braços e virar as costas para aquela situação.

Às vezes no encontramos em um destes lados da ponte.

Se por ventura estivermos do lado do irmão caçula, Deus sempre vai provocar momentos que possibilitem uma reconciliação. Isso irá acontecer mesmo que não seja possível do nosso ponto de vista e mesmo que não tenhamos a intenção de reconciliar-se com o irmão.

Se estivermos do lado do irmão mais velho, Deus perdoará a nossa falta de iniciativa, pois ainda que transborde em nossos corações o amor pelo irmão caçula, o rancor por sua vez reina sozinho e não deixará que atitudes simples como uma tentativa de reconciliação seja feita, mas mesmo assim Deus estará no controle e fará da adversidade o pretexto para a declaração do amor.

Eu sou muro em muitas situações, sou ponte em tantas outras. Sou humano e passível de erros, mas reconheço que em Deus tudo muda, mas somente em Deus as situações mudam.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ali, na porta do templo...

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A cada momento sou bombardeado por ideias e pensamentos, gostaria que fosse mais fácil tomar uma decisão, mas não é.

Sabe o que é ?

Sinto cheiro de novos problemas, e como já aprendi com alguns anteriormente, estes não me intimidam em nada, mas só o simples fato de passar por situações semelhantes, faz com que o meu ar acabe. Sufoco de pensar!

Sinto cheiro de gente estragada, mas o que fazer quando ao olhar no espelho enxergo em mim mesmo os estragos de uma pessoa que, embora esteja feliz, encontra-se perdida? Desse mal já sei que não sofro, pois não considero o outro pior, isso porque tenho os meus espelhos espalhados pela casa.

Sinto cheiro de intrigas diversas, elas nunca vão embora, sempre estão a espreita aguardando o momento exato para aparecer com suas garras enormes. São nessas intrigas que nos perdemos e nos esquecemos de que existe algo melhor para cada um de nós.

Sinto cheiro de água, é o refrigério do Senhor, mas ela está tão longe, bem distante, porém é nesse momento que tudo faz sentido, pois n’Ele posso confiar.

Sabe de uma coisa? Sou passível de erros sim! Estou rodeado de intrigas, de pessoas estragadas e com os mesmos problemas de antes, mas ainda assim não sinto que estou perdido (ou estou deveras perdido), sinto apenas que não chegou à hora. A hora do Senhor se revelar com Poder e Glória.

Falta em mim um pouco do ser humano, estou muito distante dos sentimentos que confortam pessoas, que aproximam corações, que sacramentam uma amizade, que ruborizam com o amor, que identificam no outro a possibilidade do perdão.

Os sentimentos que tenho são os mesmo e não mudam. Ainda que circunstâncias adversas apareçam, ainda que o pobre mendigue o pão, ainda que o aflito esperneie de angustia, ainda que o doente implore.

E ainda que os céus se rasguem, a impressão que tenho é que estarei do mesmo jeito que me deixaram ali na porta do templo sem poder contemplar as maravilhas de Deus.

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