quinta-feira, 23 de junho de 2011

Jesus me assusta.


Jesus me assusta. Assusta-me pela simplicidade e pela forma como suas palavras estendiam para além da compreensão meramente intelectual e ia de encontro com os corações cheios de um desejo louco por consolo.

Jesus me causa um tremendo espanto porque a sua mensagem era totalmente focada no Reino, na palavra já revelada. Não havia nada de novo, havia um novo sentido. Havia poder. Havia sabedoria e muito, mais muito amor.

Jesus me dá arrepios na coluna, porque ele não fez da palavra revelada clichê. Ele, do seu jeitão, era a própria palavra encarnada.

Não fez modismos. Não inventou. Ele tornou o que estava distante do entendimento dos comuns em algo acessível.

Jesus me emociona porque tinha tudo para ser um treslocado, mas preferiu ser singelo e ter disposição de coração com os outros. Ele bem que podia ser chamado de compaixão. Porque essa era a sua essência.

Jesus me faz sentar na beiradinha da cadeira, porque seu discurso era autêntico. Dizia sobre o amor e o vivia constantemente.

Eu amo Jesus. Amo a igreja, apesar da sua inclinação para o mal e para a descaracterização do que ela deveria ser. Jesus me assusta. Tenho a esperança que ele te assuste também.

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