sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Confissões... (6)

1 comentários

Sabe, estou muito feliz hoje.

Não aconteceu nada demais. Sem promoções, ou reconhecimentos, sem ligações, nem demonstrações de afeto, sem vocês (muito de vocês), mas quer saber a verdade? Mesmo assim a felicidade transborda em minha vida.

Mesmo que não pareça, estou muito feliz.

Essa felicidade não quer saber se tenho dinheiro no banco, nem liga se estou a pé ou de carro, muito menos se os que me rodeiam realmente gostam de mim, tão pouco está preocupada com o dia de amanhã.

Sim, estou muito feliz.

Feliz por saber que mesmo quando muitos (e aqui digo que são quase todos) viram as costas, estou sendo apoiado por Aquele que nos criou.

Preciso apenas canalizar essa felicidade e dividir com os mais chegados.

E aos chegados conto um conto incompleto...

Era uma vez, dois amigos de verdade. Eles sempre trocavam telefonemas. Eles sempre confidenciavam o que acontecia. Eles sempre saiam juntos e riam muito com todas as histórias. Eles brigavam também. Eles tinham respeito um pelo outro.

Era uma vez um amigo. Ele se afastou de todos. Ele mudou de humor e preferiu ficar sozinho. Ele até pensou em reconsiderar algumas situações, mas o velho homem não deixou. Ele travou e ainda trava uma luta intensa com o orgulho. ...

Não importa onde começa ou termina uma amizade. Não vale a pena questionar quem está certo ou errado. Não interessa a ninguém, se não aos próprios interessados, o que aconteceu se é que aconteceu alguma coisa de fato.

Tão pouco importa se sou eu, um dos amigos de ‘verdade’ ou se sou o que se ‘afastou’. Não importa mesmo, porque não faz diferença, ou faz?

E você? Qual ‘amigo’ tem sido para os seus amigos?

Façamos um trato: Com muitos ou com poucos amigos, sejamos felizes!

“Quem tem muitos amigos pode chegar à ruína,
mas existe amigo mais apegado que um irmão.”
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...