O que dizer de 2012? Foi bom! Foi necessário! Foi agressivo!
Foi hilário! Foi ‘tanto’, e ao mesmo tempo foi ‘nada’.
Dois mil e doze foi o que tinha que ser.
Dois mil e doze me encheu de expectativas, muitas na
verdade, mas pouquíssimas delas se concretizaram, porque foi o que tinha que
ser. Teve a insistência em um emprego, a continuidade em uma
universidade, a felicidade de um relacionamento. Mas foi por conta do
relacionamento que continuo na universidade e insisto no emprego.
Em dois mil e doze conheci muita gente nova, muita na
verdade, mas os amigos de outrora mal consegui rever, porque foi o que tinha
que ser. Como foi divertido o convívio com as ‘doidas’ da universidade.
E quantas risadas no fretado, esse pessoal do trabalho é demais (ok, nem todos!).
Nossa que saudades de algumas pessoas
(não citarei nomes para não ser injusto), e apesar da correria foi bom ao menos
falar ao telefone ou no inbox.
Dois mil e doze termina e com ele ficam alguns
relacionamentos, porque foi o que tinha que ser. Relacionar-se é tão estranho e ao mesmo tempo tão natural, porém,
o que levo da incompatibilidade de algumas amizades é o crescimento e
aprendizado pessoal e isso não tem preço.
Dois mil e doze tinha tudo pra ser diferente, e foi, mas no
final acabo com um gosto amargo, mas foi o que tinha que ser. Cansei de receber ‘sms’ padrão, mas entendo que isso faz
parte de algo muito maior, pelo menos para quem enviou. Cansei de ver pessoas
aproximando-se das outras visando seus interesses pessoais. Cansei de... Bom, acho que agora começa um blá blá blá que
é só meu e não vai mudar em nada o que as pessoas fazem ou deixam de fazer,
portanto, vou poupá-los dessa conversa fiada.
O que posso fazer é agradecer as pessoas que passaram em
minha vida, agradeço também aos que passaram e voltaram, mas quero é agradecer
duplamente por aqueles que ao passarem, ficaram, pois sei que não é fácil
conviver com uma pessoa tão austera como eu.
Dois mil e treze será melhor, sei disso, pois será a continuidade
dos projetos de dois mil e doze.
Feliz 2013!
Rodrigo Melo.





