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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Se minha vida chegar ao fim?

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“Ouçam agora, vocês que dizem: "Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro". Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. Ao invés disso, deveriam dizer: "Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo". Agora, porém, vocês se vangloriam das suas pretensões. Toda vanglória como essa é maligna. Pensem nisto, pois: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado.”
Tiago 4:13-17

Hoje notei que estou feliz, notei que talvez não precise de nada para me satisfazer, notei que estou no mundo, mas não sou do mundo.

Percebi que não preciso de absolutamente nada para me sentir assim, tão leve e tão bem. Isso porque o amor de Deus é suficiente em minha vida, pois Ele me deu a esposa ideal (só ela para me aguentar com todos os meus defeitos e manias). Ele, o Senhor, me deu familiares que de maneira geral são tão ou mais difíceis do que eu, mas como já falei dia desses: “Família a gente não escolhe”. Mas para compensar, o Senhor me presenteou com amigos, e não estou falando de pessoas normais, mas sim de amigos com ‘A’ maiúsculo, daqueles que são ‘pau pra toda a obra’.

Nesse momento sinto uma sensação intensa de contentamento com a minha vida. Sinto que Deus tem cuidado do meu interior, tirando fardos enormes. Sinto Sua presença em cada passo que dou e em cada respiração. Sinto o Teu toque em situações adversas e agradeço por Ele controlar minhas ansiedades, proteger-me do medo, redimir-me da culpa que muitas vezes assolou meu coração.

Sinto uma paz imensa! É como se algo me completasse a ponto de transbordar. É Deus na minha vida agindo de maneira sobrenatural.

É tanta misericórdia e compaixão dispensada, é tanto amor e bondade, é tanta paciência e perdão que não me sobra nada de mim mesmo para oferecer, pois o que tenho o que sou e aquilo que há de vir pertence a Ti, Senhor, até esse gesto tão pequeno que faço agora tão sereno, só depende de Ti, Senhor.

Se porventura o Senhor permitisse que minha vida chegasse ao fim nesse exato momento, uma coisa eu diria com certeza: “Fui o cara mais feliz deste mundo. Tive uma esposa maravilhosa. Tive relacionamentos excepcionais. Tive uma família maravilhosa, apesar de tudo. Tive momentos difíceis, contudo o Senhor me auxiliou.”

Senhor, eu agradeço a Ti por me fazer tão feliz.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Conselhos de um pecador.

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Por Enzo Almeida - Encontro com o Poder

Gosto de Amoras!

Quando era criança, no caminho da escola havia uma rua, que era especial, toda ela era costeada de um córrego, o que tornava um ambiente de aventuras e brincadeiras para mim e meus amigos.

Além do córrego e as pedras, havia mais um motivo para gostar daquela rua. Eram as Amoreiras, que com o córrego ficavam cheias de frutas na sua época.

Adorava passar ali, geralmente ao voltar da escola demorávamos ali naquelas árvores mais do que o normal, brincávamos no córrego, nas pedras e nos deliciávamos com as amoras.

Aprendi naqueles dias que para saborear a amora mais roxinha e doce, era necessário subir mais alto, escalar o último galho, pois ninguém subia lá para buscá-las, e estas tomavam mais sol, portanto, não perdia tempo com os galhos baixos e me aventurava subindo até o ponto mais alto.

Minha mãe logicamente não gostava nada disso, sempre me orientava a não subir nas árvores, a não brincar no córrego, a vir da escola direto para casa, para não perder tempo na rua.

Mas todos os dias passava por aquela rua, algumas vezes confesso: tentei resistir, tentei caminhar pelo outro lado da rua, com a cabeça baixa sem olhar para as amoreiras. Mas como um imã, aquilo tudo era mais forte, e diversas vezes subia as árvores, para pegar "só uma amora".

Lembro de chegar em casa, todo sujo de amora, com a boca lambuzada, com as mãos roxas, e na cozinha minha mãe me olhar com aquele ar de reprovação e perguntar por que desobedeci subindo nas árvores e comendo amoras.

E eu, ali, todo sujo comprovando "meu crime", com as mãos sujas e boca lambuzada afirmando enfaticamente que "não tinha comido amora nenhuma”.

Posso ser sincero?

Sou a pessoa adequada para dar "conselhos de um pecador", sei o que é cair, sei o que é ser pecador, conheço minha miséria. Mas Graças ao Pai pela misericórdia e a graça em Cristo Jesus.

Somos assim. Pecadores. E quanto a isso a maioria não tem problemas em admitir.

Se você perguntar em sua igreja quantos ali são pecadores, creio que todos levantaram as mãos. Agora se perguntarmos para a mesma congregação quantos ali são Adúlteros, Ladrões, Mentirosos, Viciados em Pornografia, Fofoqueiros ou qualquer outro pecado "com nome", duvido que alguém levante a mão.

Isso se dá ao fato de entendermos o pecado como algo genérico, pois tudo que tem nome, endereço e RG fica mais claro aos olhos, e não gostamos de encarar nosso verdadeiro eu. Fique olhando ao espelho e me diga quanto tempo consegue sem fechar os olhos.

Aceitamos ser pecadores, mas não gostamos de ser identificados com o pecado, em outras palavras: Estamos debaixo da cruz, chorando e perguntando por que O Crucificaram e em nossas mãos manchadas de sangue seguramos o martelo e os pregos!

Agora posso ser pessoal?

1. Seja sincero.

Com você - Caso contrário, se você não entender a aceitar sua natureza pecadora, sabendo exatamente o nome e endereço de seu pecado, nada abaixo servirá para você, pare de ler e vá procurar algum tele evangelista interessado em seu bolso e não sua salvação. É necessário aceitar que pecou, mas que esta não é a última escolha de sua vida.

Com Deus - jogue Limpo. Na boa, quem você quer enrolar? Ele sabe você também. Palavras bonitas, promessas interessantes (e certamente improváveis de serem cumpridas) não farão Deus amá-lo mais ou menos. Trate do assunto de forma clara, direta e sem máscaras, ele conhece você e sabe o que fará em sua vida se permitir.

2. Admita que gosta de amoras.

É sua (nossa) natureza. Gostamos do "sabor do pecado". Fingir, mentir, esconder só fará você sofrer, e piorar as consequências. Admitindo e aceitando sua tendência para "aquele pecado específico", ficará mais simples evitá-lo.

Não tente achar desculpas, é natural que defendamos aquilo que gostamos, por mais que o que gostamos seja pecado. Mude de rumo, escolha outro caminho, arrependimento é Metanoia.

3. Aceite a Graça.

A obra redentora de Cristo é diária, como uma cura que buscamos todos os dias. A salvação é eterna, porém é efetuado diariamente, um carvalho pode durar gerações, porém é necessário que seja regado diariamente.

Nunca vi um vitorioso que nunca tenha experimentado a derrota. O céu não é nem nunca será lugar para aqueles que nunca caíram e mancharam suas vidas no pecado. Pelo contrário, Apocalipse revela que os salvos antes de entrar na cidade, lavaram suas vestes, pois estava manchada.

O céu é lugar de gente que caiu, mas não ficou prostrada!

sábado, 4 de julho de 2009

Quero morrer.

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É isto mesmo que você leu no título: Eu quero morrer.

Na verdade, anseio morrer faz três anos, mas minhas tentativas têm sido frustradas. Já tive ideias mirabolantes, de causar inveja ao Tião Gavião, personagem do desenho Penélope Charmosa ou ao Coiote, do desenho Papa-Léguas. Também fiz tentativas estúpidas, das quais saí um pouco machucado, mas não chegaram nem perto do meu objetivo principal, que é a morte.

Compartilho da mesma filosofia de todo tipo de suicida, apesar de me considerar de um tipo bem diferente. Creio que a morte vai trazer finalmente paz para o meu coração atribulado.

Acabo de ter uma ideia muito boa para concretizar meu intento. Após analisar meus sucessivos fracassos, decidi pedir ajuda, pois cheguei à conclusão de que sou tão incompetente que nem mesmo morrer eu consigo, mais um motivo para querer a morte.

Às vezes, até acho que meus planos foram frustrados porque lá no fundo eu não quero morrer. Eu preciso morrer, pois a cada dia que passa suporto menos este mundo e a mim mesmo, mas não consigo abrir mão da minha vida. Eu quero, mas não consigo, por isto necessitarei de auxílio.

E não pedirei ajuda para um qualquer não, tem que ser um profissional, entendido do assunto. Não quero que nada dê errado e eu me torne um vivo inválido, me arrastando ou sendo carregado pelo resto da vida, ou pior, vegetando apenas.

Já escolhi meu executor, e o escolhi muito bem. Sei que ele é especialista e se preocupa em cumprir este trabalho, evitando a dor de sua vítima, desde que esta não se debata muito.

Como já disse, faz três anos que quero morrer e busco isto, mas tenho falhado.

Quero morrer para este mundo, pois não há nada de bom nele para mim.

Quero morrer para a vaidade, que insiste em me dizer que sou mais bonito que uns, que sou mais inteligente e tenho mais conhecimento que outros e que pelo que tenho, sou melhor.

Quero morrer para a minha soberba, que faz com que me relacione com as pessoas com ar de superioridade.

Quero morrer para a minha falta de compromisso com o que creio e prego e deixar de ser um hipócrita.

Quero morrer também para a minha mesquinhez, que pede misericórdia e perdão para os meus erros, mas justiça e castigo para os outros.

Também desejo morrer para a minha falta de amor, que serve de contra-testemunho para aquilo que digo crer.

Talvez você entenda agora os motivos dos meus sucessivos fracassos em tentar morrer. E saiba que esta lista não se encerra por aqui.

Meu executor? Como disse, é especialista em morte. Tão especialista que até ele mesmo já morreu e é na morte dele que desejo de todo o meu coração morrer. Mas morrerei na esperança de que viverei novamente a vida do meu amado executor, porque ele vive.

Meu executor? Bem… Creio que já faz ideia de quem seja.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O sono da morte.

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Vivemos como pêndulos suspensos por fios de seda. Dependemos de mãos desconhecidas. Somos delicado cristal, perigosamente estilhaçáveis. Insistimos no colo que nos aqueça no inverno.

Vivemos no limiar da morte, à espera da Fortuna que, muitas vezes escondida numa esquina sombria, foge de nós. Padecemos do mal da solidão. Sofremos de febre existencial; febre que mata sem calor.

Vivemos rodeados por armadilhas. No caminho, ameaçados por minas prestes a explodir nossas pernas. Tornamos todos os silêncios, ardis, todas as falas, contrafações, todos os gestos, seduções. A travessia vira um beco sombrio. Assombrados, viajamos com pressa. Inconformados, vemos as vielas se contorcendo em labirintos lúgubres. Fatigados, notamos a jornada longa; que se dissolve no infinito.

Vivemos na ante-sala do desespero. Toda a lucidez não aplaca o choro do nosso coração, toda a loucura não espairece a sede do nosso espírito, toda a sisudez não asfixia o grito das nossas vísceras. Sabemo-nos incompletos. Vemo-nos retalhados. Reconhecemo-nos bestiais.

Vivemos nas franjas de um oásis transcendental. Ouvimos o murmúrio de águas, paradoxalmente, próximas e inalcançáveis. Angustiados, esboçamos uma única petição:

"Até quando, Senhor? Para sempre te esquecerás de mim? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando terei inquietações e tristeza no coração dia após dia? Até quando o meu inimigo triunfará sobre mim? Olha para mim e responde, Senhor, meu Deus. Ilumina os meus olhos, ou do contrário dormirei o sono da morte." Salmos 13:1a3

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Adeus, Michael!

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Por dias estava ansioso, queria fazer desta postagem algo diferente, afinal é a minha nonagésima postagem, mas aconteceu que nesses últimos dias não estava inspirado, não li nada realmente relevante que pudesse 'kibar', não estava em um momento bom.

Prenúncios de algum acontecimento ruim? Talvez!

Então, ontem ao chegar em casa, vi no twitter (valeu @rosana) a notícia mais inesperada, pelo menos para mim, fui até a tv e comecei a acompanhar na Globo News.

Liguei para minha esposa, ainda anestesiado com a notícia, e disse: "Adivinha quem morreu? O Michael Jackson!"


A notícia de sua morte está em todos os jornais, rádios, na internet, nos blogs. E Depois de ler vários blogs comentando esse acontecimento, me chamou a atenção os dois citados abaixo.

Boa leitura.


A MORTE DO ÍCONE - BLOG DA NÍVEA

"Uma das características mais interessantes a respeito dos ícones, é que estão numa posição de tanta fama e prestigio, que no pensamento geral são verdadeiros super-homens. Nós os vemos como invencíveis, gente que parece estar acima do bem e do mal e até mesmo, acima da vida e da morte. (...) É e foi possível para muitos heróis superar e vencer a vida, mas apenas para Jesus foi possível vencer a morte. Isso porque pra vencer a morte e necessário ser mais do que famoso, rico, talentoso, e herói. É preciso ser Deus. (...)"

GRAÇA NA DESGRAÇA - BLOG DO ELI SANCHES via Pavablog

"(...) Apesar da pobreza e de sua origem étnica, a vocação musical de sua família, herdada de seu pai, músico que tocava na noite, eram sinais manifestos da graça de Deus, mais ainda com o carisma do pequeno Michael. Mesmo diante de uma família em um contexto fraturado, com cobranças, exigências, má conduta paterna, relacionamentos interrompidos, Deus não se furtou em agraciá-los com o dom da música, algo que é tão importante na terra como no Céu, ainda mais nesse. (...) Na verdade o que seus fãs não sabem é que são fãs não de Michael Jackson, mas da graça divina que resolveu se manifestar nele, apesar dele. O “vaso de barro” se quebrou, sem conserto na terra. Fica a lembrança da graça divina que ele manifestava nas suas músicas, danças, clips e shows."

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Morrer é lucro?

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Em Filipenses 1:21 Paulo escreve: “porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro.” Mas quando o morrer se torna lucro em nossas vidas? Basta estar em Cristo? Estando em Cristo qual é a nossa garantia? Não sei!

Contudo, não estou afirmando que estando em Cristo estamos perdidos, mas quero pensar a respeito da questão da validade da morte e se ao final veremos os bons frutos, o lucro.

Abrindo o meu 'livro azul” notei essa mensagem datada de 11/05 de um ano qualquer. Nesse dia escrevi que “as palavras ditas por Paulo tinham poder, significado, sentido e eram vividas por ele”.

Talvez só será válido e lucrativo morrer se você acreditar, se tiver fé o suficiente.

Você acredita que as palavras que saem da sua boca são poderosas a ponto de atingir o coração mais gelado? Suas atitudes trazem significado para os que estão ao seu redor? Aquilo que você fala, as atitudes que tem, são frutos de um sentimento verdadeiro, sincero? Você vive tudo aquilo que fala?

Temos a tendência de falar pelos cotovelos, de fazer coisas sem sentido, muitas vezes sem significado algum, pois não agrega em nada, normalmente usamos o dito popular “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” para passar batido por alguma situação, enfim, somos arrastados para dentro do nosso 'mundinho' e chegamos ao ponto de não viver o que declaramos.

Ah, se pudéssemos perguntar: “Paulo, o que significou para você dizer que viver é Cristo e morrer é lucro?”

Será que algum dia teremos aqui nesse mundo a oportunidade, através de uma experiência marcante com Deus, de falar que o viver é Cristo e o morrer é lucro? Ou será que enquanto na terra estivermos, nossa relação com Deus vai ser tão superficial que o que importa mesmo é viver (no limite, no 'fio da navalha'), porque a morte é a única coisa certa desta vida?

Não sei de muita coisa, talvez nunca conseguirei vislumbrar. Sinto-me com a fé bem menor do que o tal grão de mostarda, mas como Paulo “Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos, tornando-me como ele em sua morte para , de alguma forma, alcançar a ressurreição dentre os mortos” Filipenses 3:10e11.

Posso cantar...

Não quero viver pra mim mesmo, o que tenho, o que sou eu te dou,
o Teu amor tocou o meu coração, quero sempre Te exaltar.
Como eu te amo, amado da minha alma, a minh'alma anseia por mais de Ti.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A morte da morte.

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Muitas vezes não damos o real valor ao significado da crucificação de Jesus Cristo, sempre ressaltamos a ressurreição e de fato devemos, pois através dela estamos livres do pecado, porque "Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação." Romanos 4:25.

A morte representa a nós o fim das coisas. Quando alguém morre ficamos tristes, choramos, muitas vezes não queremos aceitar, mesmo porque não é nada fácil aceitá-la.

A morte nos traz dor, sofrimento, angústia. Só de pensar em morte nos dá calafrios.

A morte acontece a qualquer momento e atinge os pobres e ricos, brancos e negros, católicos e cristãos, nem as pessoas saudáveis escapam dela.

Na morte, surgem os sentimentos mais inesperados, como o remorso, a rejeição, a culpa. Nossos pensamentos viajam longe a procura de um momento de felicidade junto aquele que jaz. Mas pode também desencadear o amor intenso e aquele toque suave à mão ou a cabeça, o beijo naquele momento terá muito mais significado do que os diversos dados outrora.

A morte é isso, o fim!

Porém, gostaria de compartilhar algo com vocês que ouvi em uma pregação*, e diz que a morte morreu!

- É possível? Sim amados, é possível! Sabem porque?
"... Israelitas, ouçam estas palavras: Jesus de Nazaré foi aprovado por Deus diante de vocês por meio de milagres, maravilhas e sinais que Deus fez entre vocês por intermédio dele, como vocês mesmos sabem. Este homem lhes foi entregue por propósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos o mataram, pregando-o na cruz. Mas Deus o ressuscitou dos mortos, rompendo os laços da morte, porque era impossível que a morte o retivesse. ..." Atos 2:22a24

Celebremos a morte de Cristo! Proclamemos que na morte de Cristo, a MORTE morreu!
* http://www.ibab.com.br/mensagens/20080601_manha_erk.asp
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