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terça-feira, 14 de julho de 2009

Citações (1)

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"O nosso mundo é o imenso ateliê de um grande escultor. Nós somos as estátuas, e entre nós corre o rumor de que, um dia, alguns de nós cobraremos vida."

C. S. Lewis - Mero Cristianismo. (Pag. 159)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

De 2009 para 1942.

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"Não é a razão que me tira a fé - pelo contrário, essa fé está inteiramente baseada na razão-; são a imaginação e as emoções. A luta trava-se entre a fé e a razão de um lado, e a emoção e a imaginação do outro. (...) Um rapaz sabe, com base em evidências absolutamente certas, que determinada moça bonita que conhece é mentirosa e não é capaz de guardar um segredo, e que portanto não deveria merecer confiança; mas, quando se encontra com ela, a sua mente perde a fé nesse conhecimento e ele começa a pensar: 'Pode ser que desta vez seja diferente', e mais uma vez comete a tolice de contar-lhe o que não devia. Foram os seus sentimentos e emoções que destruíram a fé no que sabia de verdade."

C. S. Lewis - Mero Cristianismo. (Pag. 142)

Como pode um texto tão antigo, de 1942, expressar com tamanha veracidade a situação atual dos relacionamentos? O mais interessante é que eu literalmente vivi algo bem semelhante. Se não fosse tão grande a exposição para a outra pessoa faria agora mesmo a troca dos substantivos rapaz e moça e lhes contaria um segredo! rsrs


Porém, o foco não é falar da situação que passei em meados deste ano, mas sim refletir na falta absoluta de crescimento e evolução nos relacionamentos atuais, e não falo somente dos relacionamentos amorosos. Hoje em dia é tudo tão superficial que devemos dar uma valor enorme para as amizades geradas de um sentimento genuíno de respeito e dedicação, não em prol de si mesmo, mas em prol do coletivo.

Um fato interessante desse texto é que não se fala da fé em Cristo, mas da fé em pessoas. Você por acaso já perdeu a fé que depositava em alguém? Eu já! Confesso que é assustador. É como estar junto e perceber que não a conheço tão bem quanto achava que a conhecesse, e por mais que andássemos juntos, compartilhássemos assuntos, a sensação após a perda da fé nela é que realmente nunca fomos tão próximos um do outro.

Então temos uma pergunta: Em uma amizade superficial, quem mentiu para quem?

Lembrem-se que, temos a tendência de sempre deixar a emoção falar mais alto que a razão, e a imaginação falar mais alto que a fé.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Lewis e o Orgulho.

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"O orgulho sempre olha as pessoas e as coisa de cima para baixo; ora, enquanto estivermos olhando para baixo, é claro que não conseguiremos enxergar o que está acima de nós. Isto levanta uma questão terrível: como pode haver pessoas que, estando a todas as luzes completamente carcomidas pelo orgulho, mesmo assim afirmem acreditar em Deus e se considerem profundamente religiosas? Receio que isso signifique que adoram um Deus imaginário. Admitem, em teoria, que não são nada diante desse Deus-fantasma, mas na verdade passam o tempo a imaginar como que Ele está encantado com elas e as considera muito melhores do que as pessoas comuns."

C. S. Lewis - Mero Cristianismo. (Pag. 128 e 129)

Algumas palavras falam por si só...

É verdade, eu já olhei algumas pessoas de cima para baixo! Acho que já vivi momentos de pura fantasia ao achar que Deus estava feliz por eu ser exatamente como sou e por ajudar tantos necessitados. Confesso até que já pensei que Deus estava me abençoando por me considerar melhor do que os outros.

É verdade, eu já compartilhei da "Graça" em situação de desgraça. Era preciso, afinal, o que valia naquele momento era parecer o 'tal'.

É verdade, que na maioria das situações (quando a vergonha chega) é bem mais confortável falar do outros, pois estamos de fora e temos uma visão mais apurada de cada um que nos cerca, mas que adianta eu falar dos outros? Preciso começar de mim!

É verdade, que tenho medo de ter falado muito mais de mim, nesses últimos posts, do que dos outros. Mas se isso aconteceu de fato, é por que talvez o iceberg do "meu" orgulho esteja em degelo.

É verdade que não me envergonho pela auto-crítica, sinto até um pouco de orgulho por isso. Olha ele aí de novo, mas qual a receita para nos livrarmos do orgulho de uma vez por todas?

Uma das respostas... Posso me orgulhar de algo ou de alguém, não há problema nisso. Só haverá problema se me orgulhar a ponto de achar que algo ou alguém é melhor do que o outro.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

O Perdão!

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"Na verdade, acontece exatamente o contrário: é o amor que tenho por mim que me faz pensar bem de mim, ao passo que pensar bem de mim não é a razão pela qual me amo. Da mesma forma, amar os inimigos não significa que eu seja obrigado a pensar que são maravilhosos. E isso é um enorme alívio. Porque muita gente pensa que perdoar os inimigos significa fazer de conta que, apesar de tudo, eles não são assim tão maus, quando é absolutamente evidente que o são. (...) Por falar nisso, lembro-me agora de ter ouvido daqueles que me ensinaram o cristianismo, há já muito tempo, que eu devia odiar as más ações dos homens maus, mas não odiar os homens maus; ou, como diriam eles, que devia odiar o pecado, mas não o pecador."

C. S. Lewis - Mero Cristianismo. (Pag. 121 e 122)


Como é difícil separar o pecado do pecador! Por mais que tentemos, muitas vezes é humanamente impossível. Só nos lembramos de separar o pecado do pecador quando o foco nessa história somos nós.

Portanto, eu como pecador que sou, que transgrediu essa e aquela 'lei', peço humildemente para que vocês separem cautelosamente o 'meu' pecado do meu 'eu'.

Mas, quando o pecador é o outro, daí sim vou em frente, feito um exército, pronto para destruir. Quem mandou pecar?!

Talvez alguns me perguntem: - Por que você está escrevendo sobre isso? Explico-lhes agora.

Há pouco tempo comecei blogar constantemente, antes (entre os anos de 2007 e 2008) este blog era um arquivo morto. É verdade que a intenção de voltar a blogar se deu pelo fato de eu querer externar minhas raivas e cobrar respostas de algumas pessoas.

Mas depois da raiva e com o blog de volta , eu pensei em transformá-lo num informativo do mundo gospel, porém, já tem muitos e bem competentes por sinal. Então pensei em postar sobre bizarrices desse povo tão criativo, "os crentes", mas como nem sempre estou de bom humor, desisti.

Algum tempo depois, período de adaptação com essa blogosfera gigantesca, percebi que tem muita gente boa postando excelentes artigos e comecei a seguir aqueles que de alguma forma me chamavam a atenção. E a cada leitura que fazia destes blogs me identificava com os blogueiros, seus textos, pensamentos e comentários. Por consequência a cada novo post, com certeza houve influência de outros tantos blogs que leio. (Este post não é diferente.)

Então, resolvi escrever no meu blog ... Falo da minha vida, brigo com os outros, posto textos relevantes de pastores/autores, artigos de outros blogueiros, já postei até sobre músicas que gosto. Enfim, aqui tem de tudo um pouco!

Algo engraçado a respeito dos blogs que acompanho, é que mesmo sem conhecê-los pessoalmente, fico chateado quando alguém usa desta ferramenta tão poderosa (um blog pessoal que as vezes se torna impessoal) para atacá-los diretamente. Talvez nem sempre estejam cobertos de razão (me aponte um que esteja coberto de razão!), mas vejo que estão trabalhando em prol do reino de Deus, e é triste acompanhar um blogueiro inflamando a discórdia entre blogs cristãos!

E isso tudo acontece porque temos a tendência de achar que TODO o homem é bom, queria sim que isso fosse uma verdade, mas devemos nos lembrar que:

"Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo o coração se afasta do Senhor!" Jeremias 17:5

Portanto, quando lhe perguntarem: O presente mais belo?
Não hesite, responda logo: - O perdão!

Mais (muito mais) inquietações!

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Por Flávio - Stay Freak

Enxergo a soberania e plenitude de Deus ao ver os pássaros exaltando com júbilo pela manhã, celebrando com a mais linda canção o nascer radiante do Sol, enquanto borboletas, as flores aladas, em seu pleno vôo, polinizam e mostram sua sensibilidade majestosa, não com excentricidades religiosas sobre todo o poder que Deus tem pra fazer minha empresa sair do vermelho.

Contemplo suas maravilhas, não com uma visão pragmática, catalogando quantas pessoas receberam cura, ganharam dinheiro ou conseguiram bons empregos vindo ao meu templo. Contemplo suas maravilhas vendo o milagre da vida: um óvulo fecundando que se transforma em um bebe ou em uma semente que se transforma numa árvore. Admirando o mar, ou olhando as estrelas na imensidão do universo que nem consigo precisar o tamanho. A fotossíntese, as metamorfoses e as sinapses. Como sabiamente disse Davi: "Os céus declaram a glória de Deus, e o firmamento proclama a obra das suas mãos". Salmo 19:1

Não consigo mais ouvir “pregadores” previsíveis, parafraseando e descontextualizando trechos da Bíblia para abarcar suas panacéias e seus discursos fantasiosos, repletos de chavões que ignoram em todos os seus níveis a realidade do mundo que estamos inseridos. Prosperidade, semeadura, vitórias, riqueza, dízimos, merecimento, escolhidos, Deus vingativo, aff.... pouco fala-se do cerne do Cristianismo: amor e graça. Investe-se em performance artística com musica, gestos, apelo emocional e pouco conteúdo. A fragilidade dos ensinos é tão evidente que é refletida na maioria da literatura cristã. É impossível olhar nas prateleiras das livrarias cristãs e ver os diversos “Manuais de como prosperar com a ajuda de Deus” ou as “fórmulas mágicas do sucesso”, os ensinos “teológicos” de auto-ajuda cristã. Sorte ainda existirem Tolstoi, Dostoiévski , C S Lewis, G K Chesterton, Phlip Yancey, Frederick Bueghner, Paul Tilich, Brennan Manning, Tim LaHaye, Ricardo Gondim, Mo Sung, Victor Hugo e Shakespeare, que em suas palavras fazem-nos tocar o divino.

Sou elevado naturalmente ao trono do Pai ao som de Tchaikovsky, Bethoven e Vivaldi sem a necessidade de fechar os meus olhos, levantar as minhas mãos, curvar minha cabeça e fazer declarações aleatórias como insistem a maioria dos ministros de louvor. Paschale Bona disse que a música é “arte de manifestar os diversos afetos de nossa alma mediante o som”, logo se eles dominassem esta arte e tivessem tais afetos, não seria necessário tais estardalhaços para alcançar a presença de Deus.

A liturgia me irrita, os cultos programados e insossos aonde você entra, senta, levanta, canta, senta, ouve e vai embora. Não quero acreditar que o cristianismo se resume a isso.

Há um esforço transcendental em manter o “negócio” funcionando. Técnicas, “visões”, estratégias, construções faraonicas, entretenimento. O foco são os resultados, de ambos os lados, para quem mantém e para quem vai a igreja. Ficaram no passado os grandes pensadores e os grandes debates do inicio do século XX. Da mesma forma as expressões artísticas e culturais. Perdemos a sensibilidade humana de manter o equilíbrio transformando o casual em sagrado e o sagrado em casual. Nos preocupamos em ser igreja e não em “estarmos” igreja.

Fomos engolidos pelo ostracismo. Contentamo-nos com pouco e com as superficialidades. Queremos todas as respostas prontas, e não nos fazermos novas perguntas. Uma vez ouvi que se no cristianismo não tivermos espaços para novas perguntas caímos em duas situações: ou perdemos o sentindo da nossa existência e da contemplação do divino, ou torna-mos tão arrogantes em nós mesmos que achamos que sabemos tudo.

Não podemos reduzir o cristianismo a simples esquemas religiosos. Não podemos resumir o plano de redenção de Deus a ir aos cultos todos os domingos. Paul Tilich disse que “Deus está para além de Deus”, e é rumo a esta realidade que devemos caminhar: rumo ao divino, fazendo a diferença no nosso mundo. Pessoas espetaculares como Luther King Jr e as questões da segregação nos EUA, Desmond Tutu na África do Sul lutando contra o Aparthaid, Wiberforce ajudando a derrubar o regime esclavagista no parlamento Britânico, Madre Teresa apoiando e recuperando os desprotegidos em Calcutá e quantos outros anónimos que fazem a diferença no mundo todos os dias, são algumas das pessoas que entenderam a verdadeira mensagem em “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”.

Precisamos nos desvencilhar das campanhas, concentrações, superstições, marchas que levam 2 milhões de pessoas sem propósitos para a rua para ouvir meia dúzia de artistas que cobraram caches gigantescos e voltarmos onde caímos. Não precisamos reinventar o cristianismo, ao contrário, precisamos é traze-lo para as nossas vidas com a mesma simplicidade que ele foi nos dado nas palavras de Jesus: amor, amizade, relacionamento, justiça (também social), fazer o bem, perdoar, foco, lutas contra o ego, simplicidade, respeito, paternalismo, integridade, honestidade, liberdade, compreensão e sobretudo saber que a verdadeira igreja são pessoas, e Deus gosta de pessoas.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Descobertas com Lewis.

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"Por que teria Deus desembarcado neste mundo ocultando-se sob um disfarce e criando uma espécie de 'sociedade secreta' para minar as forças do demônio? Por que não desembarcou com todos os seus efetivos, conquistando-o de uma tacada só? Será que não é suficientemente forte?

Bem, na verdade os cristãos crêem que Ele desembarcará uma segunda vez com todo o seu poderio; só não sabemos quando. Mas podemos muito bem adivinhar por que está atrasando a sua vinda: é que deseja dar-nos a oportunidade de aderir livremente a Ele. ...

Sim, Deus voltará em triunfo. Só não sei se as pessoas que exigem dEle uma intervenção aberta e direta no nosso mundo realmente compreendem o que isso significará, quando acontecer. Porque, quando acontecer, significará o fim do mundo. No momento em que autor da peça de teatro sobe ao palco, é porque a peça terminou.


Deus voltará, sim; mas de que nos adiantará dizer então que estamos do lado dEle? No momento em que virmos o universo inteiro esfumar-se como um sonho, e avançar com fragor Algo que nunca fomos capazes de imaginar, Algo tão irresistivelmente belo para uns e tão inescapavelmente terrível para outros - que liberdade de escolha nos restará? Porque, dessa vez, será Deus quem chegará sem disfarces; será qualquer coisa de tão esmagador que ou acenderá um amor irresistível em cada uma das criaturas, ou incutirá nelas um irresistível horror. E então será tarde demais para escolhermos de que lado ficar: de nada nos adianta dizer que preferimos sentar-nos quando já não conseguimos ter-nos em pé. Não, esse não será mais o tempo de fazermos as nossas escolhas; será o momento em que descobriremos qual era o lado que realmente tínhamos escolhido, quer nos tivéssemos dado conta disso, quer não.

Hoje, agora, este momento: esta é a hora para escolhermos o lado certo. Deus ainda se mantém oculto justamente para nos dar essa oportunidade. Não o fará para sempre. Devemos aceitá-lo ou rejeitá-lo."


C. S. Lewis - Mero Cristianismo. (Pag. 74 e 75)


Por vezes sinto-me cansado, parece que este mundo nunca vai acabar, não que eu o queira com fervor, mas viver neste mundo nos possibilita o inexplicável, o sofrer.

Não sei quanto a você, mas eu, por inúmeras vezes sofro sem ter um motivo real. Os profissionais podem chamar isso de depressão, desânimo, enfim, podem dar o nome que quiser, porém, eu digo que por mais que tentem explicar nunca chegaram ao íntimo do meu ser.

Me veio um lampejo após a leitura deste trecho do C.S. Lewis. Será que estou realmente preparado para o momento em que o universo esfumar-se a em um sonho? A propósito, não consigo imaginar isso ... o Mundo e seu derradeiro fim ... Por mais que saibamos, por mais que falem, é incrível não termos total compreensão do fim.

Por hora, me resta apenas, levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Maravilhosa Graça.

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Estou lendo esse livro, e uma das frases que mais me tocou até o momento, é um dos argumentos de C.S. Lewis à cerca do perdão (cap.5 pag. 58) que diz o seguinte: "Ser cristão significa perdoar o imperdoável, porque Deus perdoou o imperdoável em você".

Como gostaria de viver essas palavras, mas não consigo! Realmente, ser cristão não é nada fácil.

Como essas palavras me tocaram! Isso porque reconheço uma situação específica, de um relacionamento desfeito pela incompreensão e orgulho mútuos, entre eu e uma pessoa que fez parte de alguns momentos felizes da minha vida. Eu disse muitas coisas, algumas delas foram que nossa amizade baseava-se em interesses e que um dia nós iríamos rir dessa situação. Agora percebo o quanto essas palavras nos afastaram ainda mais, pois com elas enterrei a possibilidade inicial de pedir perdão e congelei tanto o meu como o seu coração.

O perdão está diretamente ligado a "Graça". E para liberar perdão devemos estar cheios da graça de Deus. Quando entendemos o que a graça significa e como podemos usá-la daí sim estaremos prontos a perdoar e ser perdoados.

"Graça significa que não há nada que possamos fazer
para que Deus nos ame mais"
"Graça significa que não há nada que possamos fazer
para que Deus nos ame menos"

Deus nos ama de graça, porque a sua graça nos basta! Nós não merecemos sua graça e mesmo assim não repartirmos tal graça com os outros. Como podemos ser tão hipócritas a ponto de declarar que amamos uns aos outros, que amamos os nossos ofensores, que os perdoamos?

Deus, não deixe que a sua ira venha sobre mim, perdoe-me, faça valer cada minuto da minha vida!
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