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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Sentimento de amor:

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O que há por trás?
Por Levi Bronzeado - Ensaios & Prosas

“Eu te amo meu amor”. Quantas vezes recitamos e ouvimos essa frase “clichê” pela vida afora. Quantas vezes a palavra “amor” está sendo repetida por esse mundão de Deus, agora mesmo, quando me debruço para escrever sobre o que sutilmente se encontra por trás desse tão falado e decantado afeto.

Quero falar do sentimento de amor que se confunde com o senso de “poder”. O poder intuitivo de dominar o outro, de tomar posse do outro. Afeto esse, que na maior parte das vezes não se torna consciente, por se encontrar escondido nas instâncias mais obscuras e profundas do nosso ser.

Será que ele mentiu quando disse que a amava tanto, que não podia viver sem ela?.

Será que traduzindo em miúdos, o “amor”, para o galanteador, não se resume a um mero sentimento de posse, o desejo possessivo de ter uma pessoa transformada em instrumento ou objeto em suas mãos?.

Às vezes, dizemos que amamos a esposa, o filho, o empregado de casa, ou mesmo um mendigo de rua, sem se ater a uma reflexão mais criteriosa. Reflexão essa, que pode simplesmente desembocar na constatação de que esse “amor” não passa de um sentimento de gratidão, por essas pessoas terem se tornado objetos de nossa dominação. Então, imaginamos que dominamos àquelas vidas, pelo simples fato de “amá-las” muito; na verdade, “as amamos” porque as dominamos.

Por vezes, aprisionamos nossos filhos em gaiolas douradas, e dizemos para nós mesmos: “é para sua proteção”. Racionalizamos que essa preocupação natural é “amor”. No entanto, essa percepção não passa de uma dominação ou propriedade.

O resultado é que quando o filho cresce, o que fica plantado nele é o receio de amar, pois o amor para ele, subtende-se, que é ficar preso e obstado. O amor que trava a liberdade não é amor, é possessão.

Infelizmente, em nossa cultura tratamos os outros como mercadoria. Achamos que para adquiri-los basta que eles fiquem dependentes de nós. Erich Fromm ─ o grande humanista da filosofia clássica alemã, escreveu: “Só há um sentido para a vida: o próprio ato de viver”.

Poderemos até pensar que a educação ensina a amar. Educar como se doma um animal, nunca vai fazer nascer na criança o sentimento do amor. Não podemos negar que, na grande maioria das vezes, o que as crianças aprendem na escola, são modos de representação para indicar para sociedade que elas gostam e aprovam aquilo que foi infundido em suas mentes. Tanto os pais, como os professores ensinam a criança a ser indiscriminadamente amistosa, como os trejeitos ensaiados de como sorrir e tagarelar.

Então, em suma, o que se esconde por trás desse amor artificialmente imprimido?

Escondem-se a jovialidade e a cordialidade adquiridas e expressas no que denominamos: “bons modos sociais”, ditas em outras palavras: “reações condicionadas”. E nós, os pais, ficamos na incumbência de ligar e desligar o interruptor dos nossos autômatos filhos.

Por outro lado, a religião corrobora com todo esse mecanismo de dominação, ao ensinar a esconder os próprios sentimentos. Os atos psíquicos originais da criança, através de subornos, são substituídos por meros clichês de convivência social. Sem poder expressar os seus sentimentos, o ser em formação vai se adaptando a um regime de escravidão psicológica dentro de um mundo ilegítimo e estéril.

Ela, a criança, aprenderá no mínimo, que AMAR, é ter que dominar o outro, e submetê-lo aos seus próprios poderes.

Como haverá lugar para o amor, se o mais alto valor humano é o sucesso? Como haverá lugar para o amor se em nossa vida diária o objetivo principal é nos transformarmos em um mero instrumento de competição dentro de uma máquina que nós mesmos construímos? É no meio dessa engrenagem chamada “sociedade” que tudo se confunde: desejo se confunde com fé; dependência se confunde com benevolência; ações egoístas se confundem com amor e altruísmo.

Vivemos dentro dos meandros de um amor utilitarista que depende da aprovação alheia ─ que faz o homem perder a sua identidade, alienando de si mesmo. É essa alienação constituída pela indiferença a si próprio e aos outros, que faz deitar raízes maléficas em toda a nossa cultura secular.

Não há dúvida de que há muita inverdade e artificialidade por trás daquilo que tão “humanamente” denominamos de “amor”. O escolástico Hugo de São Victor (século XI), à respeito do amor desinteressado, assim se pronunciou: “[...]Pois o que é amar, senão querer possuir a quem se ama? Na realidade não procuras outra coisa em troca de teu amor, e no entanto procuras e desejas algo naquilo mesmo que amas”.

O Apóstolo Paulo no final de seu memorável sermão sobre o amor, disse: “Agora vemos em espelho, de maneira obscura [...];” (I Coríntios 13 :12)

Está escrito: “o amor é paciente, é benigno. O amor não inveja, não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal. O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo suporta, nunca falha [...]” (I Coríntios 13). Nesse mesmo capítulo fala-se de fé e esperança. Esperemos então esse verdadeiro sentimento pleno de amor. “Um dia o veremos face a face” ─ disse o apóstolo Paulo, resignadamente.

Peçamos a Deus que nos dê de sua graça e estenda a sua misericórdia sobre nós, pois, somos reles humanos, vendidos como escravos ao pecado. Quanto mais lutamos para conhecer esse amor em toda a sua plenitude ─ do qual Cristo foi portador ─ mas afundamos dentro de nossa desprezível pequenez. “A minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” ─ foi a resposta Divina dada a Paulo num momento em que ele se deixou levar pelo “poder” da exaltação.

Mas, finalmente, o que há por trás desse sentimento de amor que permeia nossa vida de relação? Será que existe em nós uma verdade latente que resistimos em aceitá-la? Será que não estamos a confundir o sentimento de amor com os nossos discursos amorosos, provisórios e às vezes antagônicos, em relação ao outro? Será que por trás desse discurso afável, de belos gestos e belas palavras, não se escondem odiosos pensamentos e os mais repulsivos intentos? Será que o poder racional de convencimento, que manejamos tão bem, não é uma “meia verdade” que se oculta por trás do nobre sentimento de amor, que tanto se fala, se canta, e se declama em versos, ensaios e prosas?

“...porque o AMOR é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme.”
(Cantares de Salomão 8: 6)

Enquanto pôde...

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... fez tudo o que podia.



Comoção no velório em Pelotas
Fonte: Zero Hora de 24 de Março de 2008.

O acidente que causou a morte de quatro mulheres da mesma família na manhã de sábado, em Pelotas, interrompeu precocemente uma vida dedicada a ajudar os outros. A estudante Andressa Barragana, 14 anos, viajava pelo país com a Igreja Adventista para dar testemunhos de fé a outros jovens. Por causa deste trabalho, era uma personagem reconhecida nacionalmente entre os membros da igreja.

- Era uma menina que vivia para ajudar as pessoas - disse Andressa Paiva, mulher do pastor Yuri Ravem, da Igreja Adventista do 7º Dia do Vasco Pires, frequentada por Andressa.

A adolescente foi sepultada no final da manhã de ontem junto a avó paterna, Vera Regina Barragana, 56 anos, a tia Adriana Barragana, 30 anos, e a prima Natasha Barragana, sete anos, no Cemitério São Lucas. A família morreu em uma colisão na manhã de sábado no km 522 da rodovia Pelotas-Canoas (BR-116), em Pelotas. O carro era dirigido por André Barragana, 36 anos, pai de Andressa, que se feriu no acidente. Outro primo, Jonathan Barragana dos Santos, sete anos, que também estava no veículo, sofreu lesões leves.


Andressa conduziria culto Adventista de Páscoa

Andressa tinha uma agenda cheia de segunda a sexta-feira. Assumia, de forma voluntária, compromissos que iam de atividades em asilos até aulas de artes manuais para ajudar pessoas do bairro a aumentarem a renda.

Era tão dedicada ao trabalho voluntário que, no Carnaval, tomou uma decisão que quase a fez brigar com a mãe: resolveu que sacaria todo o dinheiro de sua poupança - que seria investido na festa de 15 anos, em Agosto - para ajudar jovens da igreja a participar de um retiro em São José do Norte, no sul do Estado.

- Ela disse: "Minha festa de 15 anos será no céu" - contou Andressa Paiva.

Desde a sexta-feira, a mãe da menina, Simone, estava na casa do pai, na zona rural de Pelotas, onde a família celebraria a Páscoa. No local, um culto adventista seria conduzido por Andressa. Era para a chácara que o marido de Simone se dirigia com o carro cheio quando aconteceu o acidente.

Vera Regina trabalhava como voluntária numa comunidade católica do bairro Areal, em Pelotas. Adriana estava desempregada e era pensionista. Natasha era estudante da 1ª série do Ensino Fundamental da Escola Lélia Almes, também no Areal. O acidente foi uma tragédia para a comunidade do bairro Areal e para os membros da igreja. Centenas de pessoas compareceram ao velório, entre elas o presidente da Igreja Adventista do Rio Grande do Sul, Elias Zanotelli.

A cerração pode ter contribuído para o acidente. Segundo Simone, o marido queixou-se de que havia neblina sobre a estrada. Segundo a Polícia Civil, André Barragana não tinha carteira de habilitação. O condutor deverá ser indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar). Procurado pela reportagem, André disse que não estava com a carteira no momento do acidente, mas não se manifestou sobre a existência do documento.

A ponte.

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Apenas assista.


Fonte: Vineyard Café | Mogi das Cruzes - SP

terça-feira, 9 de junho de 2009

Podcast?!

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Meses atrás, acessando o site irmaos.com, me deparei com essa novidade (que já não é tão nova assim! rsrs), o tal do podcast.

Mas o que é podcast? De acordo com o próprio site, podcast é um termo criado pelo Ex-VJ da MTV estadunidense, Adam Curry, inspirado no mp3 player da Apple, o iPod. É a junção de iPod com "broadcast", que em inglês significa "transmissão de rádio ou TV". Trata-se de arquivos de áudio, geralmente MP3, criados por amadores ou profissionais para download e normalmente distribuídos via RSS.

A verdade é que não demorou muito para que eu ouvisse TODOS os podscasts de irmaos.com, e garanto que se você começar a ouví-los não vai querer parar.

MISSÃO RELEVANTE.

Está no ar o primeiro de uma série de programas gravados na CMESP - Conferência Missionária do Estado de São Paulo, realizada de 27 a 30 de Maio em Barueri, SP. De início, já começamos com dois nomes de peso: Ariovaldo Ramos (do Portal Missão Integral) e Bráulia Ribeiro (da JOCUM) falam sobre uma missão relevante com Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari e Marcos Botelho (do JVnaEstrada).

Descubra como é simples fazer diferença no meio em que vive, entenda a diferença entre paraeclesiástica e paradenominacional, conheça como trabalha a JOCUM e saiba com quem falar para fazer uma viagem missionária relevante.

PENTECOSTAIS X TRADICIONAIS.

Paulinho Degaspari, Adriana Degaspari, Giuliano Barcelos e Marcelo Mathias estão a postos para um grande combate. É hoje que eles colocam tudo em pratos limpos.

Pentecostais e tradicionais. Quais suas origens? Quais as principais diferenças entre eles? E será que eles podem trabalhar juntos?

COMO ESTUDAR A BÍBLIA SOZINHO.

Paulinho Degaspari, Adriana Degaspari, Marcos Soares e Vinícius falam sobre uma das questões mais importantes para os cristãos.

Quais os maiores sintomas de que falta conhecimento na Igreja de hoje? Qual a diferença entre ler e estudar a Bíblia? Quais os passos para ter uma maior compreensão da Palavra de Deus?

A QUESTÃO DO SOFRIMENTO.

Paulinho Degaspari, Adriana Degaspari, Giuliano Barcelos, Marcelo Mathias e Fabrício Valadão Batistoni estão juntos para tentar entender por que coisas ruins acontecem às pessoas boas.

Quem criou o mal? Por que Deus permite que a gente sofra? Qual a função da dor em nosso organismo? Qual o sentido do sofrimento em nossa vida? Todas essas perguntas serão discutidas (e não necessariamente respondidas) neste programa.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A oração simples.

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Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.

O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7). A expressão “coisa alguma” inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping center quanto o fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa quanto a enfermidade de uma pessoa querida.

Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar “é legítimo pedir isso a Deus?” ou “será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?”. Simplesmente orar.

A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações e mentes. A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exatamente como foram feitos: pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada e que chova no dia da festa. A oração não se presta a fazer Deus trabalhar para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. Já que a causa da oração simples é a ansiedade, a resposta de Deus é a paz. O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora. A mudança da situação a respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente da pessoa que ora é uma realidade. Deus não prometeu dizer sim a todos os nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade. Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria lá conosco e nos conduziria em segurança através dele.

O maior fruto da oração não é o atendimento do pedido ou da súplica, mas a maturidade crescente da pessoa que ora. Na verdade, a estatura espiritual de uma pessoa pode ser medida pelo conteúdo de suas orações. Assim como sabemos se nossos filhos estão crescendo observando o que nos pedem e o que esperam de nós, podemos avaliar nosso próprio crescimento espiritual através de nossos pedidos e súplicas a Deus. As orações revelam o que realmente ocupa nossos corações, o que realmente é objeto dos nossos desejos, o que nos amedronta, nos desestabiliza e nos rouba a paz.

O apóstolo Paulo diz que quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Mas quando se tornou homem, deixou para trás as coisas de menino (1Coríntios 13.11). Não existe oração certa e errada. Mas existe oração de menino e oração de homem. Oração de menina e oração de mulher. A diferença está no coração: coração de menino e de menina, ora como menino e menina. A nossa certeza é que Deus também gosta de crianças.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Minha vida nas telonas!

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Eu sempre tive medo de chegar no céu e Deus me colocar sentado a frente de todos, afim de passar um filme, tipo uma retrospectiva, mostrando todos os meus pecados. Mesmo sabendo que Jesus seria meu advogado, me constrangia ao pensar que naquele momento, parentes, amigos e o demais, conheceriam meus segredos mais íntimos.

Na igreja me ensinaram assim. Passei muitos anos da minha vida preocupado com as cenas que seriam usadas para a montagem da minha 'retrospectiva', pensava: "Meus Deus, como serei visto pelos santos depois de assistirem o meu vídeo?", o que me consolava era pensar que iriam assistir outros tantos vídeos e logo o meu seria esquecido.

Imaginava também que a 'retrospectiva' era a forma com que Deus usaria para me punir depois de uma vida tão devassa, tão hipócrita, tão mesquinha. O que me confortava era lembrar do meu advogado que com certeza me defenderia dizendo a Deus: "Eu sou Jesus Cristo, morri na cruz por ele também."

O mais estranho e perturbador é lembrar que por anos vivia assombrado por achar que, no céu, minha vida seria toda exposta. Me preocupava muito mais com a imagem que seria assistida por milhares de seres, agora santos, do que o Senhor Jesus Cristo me perdoar ou não.

Sou um tradicional convicto, mas que precisou descobrir a beleza do pentecostal.

Sou um total reformador de mim mesmo. E nessas mudanças descobri que não sou tão vítima quanto pareço, não sou tão besta quanto me chamam. Sou mais crente do que pensava.

Minha vida é um filme, horas de terror, horas de amor, há momentos de tensão, outros de pura comédia. A vida é assim, escolhemos o rumo dela, porém, se estamos com Cristo nesta vida não devemos temer como ela será vista por Deus, pois Jesus fará um belíssimo trabalho de edição!

"Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. De modo que, de agora em diante, a ninguém mais consideramos do ponto de vista humano.Ainda que antes tenhamos considerado Cristo dessa forma, agora já não o consideramos assim. Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!" 2 Coríntios 5:14a17

Dica: Ouça um podcast relacionado em Irmaos.com

º Pentecostais X Tradicionais

Um voo trágico nos faz repensar a vida.

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Por Ruth de Aquino - Mulher 7x7 Via Pavablog

“Com sorte, você atravessa o mundo. Sem sorte não atravessa a rua”
(Nelson Rodrigues)

Ontem foi um dia diferente para todos nós. Um dia mais duro. Em que se acorda com a notícia de que um avião sumiu no oceano com 228 pessoas a bordo. Famílias, casais enamorados, oito crianças, um bebê, passageiros mal-humorados, outros de bem com a vida, os que tossem, os que roncam e os que não dormem. Gente que ia e gente que voltava. O avião saíra do Rio, ia para Paris, e desapareceu do radar na altura de um de nossos paraísos, o arquipélago Fernando de Noronha. Tempestade em “zona de convergência intertropical”, raios, trovões, pane elétrica, nuvens espessas – as chamadas cumulus nimbus – e o sumiço nas águas. Ou no céu. Uma das hipóteses é que o Airbus A330 da Air France tenha se desintegrado no ar antes de cair no Atlântico.

Meu filho de 22 anos, candidamente, me disse, sentado a meu lado em frente ao computador.

“Mãe, da próxima vez que você viajar, sei lá, olha antes a meteorologia”.

Faço muito essa rota, sempre pela Air France. Vivi em Paris como correspondente vários anos.

Eu respondi: filho, quando tem que ser…

Há gente que passa a vida inteira sem viajar de avião por medo. E pode acabar atropelado na calçada. Vamos morrer todos um dia e, como diz um amigo meu, o psicanalista Luiz Alberto Py, “é mais saudável sentir medo do provável que do possível”. Possível tudo é. Nunca senti medo de voar. Costuma me bater uma calma até estranha quando me sento no avião. Lembro uma vez, quando viajava com meu ex-marido físico (cujas mãos ficam suadas ao voar) e ele me disse: “Não, Ruth, você está de provocação. Vai começar um capítulo do livro na hora de aterrissar?” Há dois anos, fiz um vôo de asa-delta, saltando da Pedra da Gávea, com um instrutor. Sobrevoei um vulcão no Chile com um Cessna, em dia de ventania, vendo a lava fumegante. Fiz várias “loucuras”, como descer de helicóptero militar numa zona minada em Angola em tempos de guerra, ou andar num carro dirigido pelo inglês Nigel Mansell no circuito de Interlagos com a pista molhada. Não me lembro de ter sentido medo, apenas adrenalina. O jornalista costuma ser, sim, um pouco irresponsável com a própria vida. Mas a vive com paixão.

Esses passageiros que iam para Paris não faziam nenhuma loucura. Como ouvi ontem de um especialista, é mais fácil morrer voltando de táxi para casa do aeroporto, depois de perder o avião por alguma eventualidade. Cerca de 85 mil aviões comerciais decolam por dia no mundo. Este não chegou ao destino.

Entre os 58 brasileiros que embarcaram no Galeão, havia, como em todos os voos, gente nascida em vários estados, de todas as idades, para quem Paris significava trabalho, prazer, volta para casa, ou simples escala de conexão. A jovem Ana Carolina, de 28 anos, trabalhava em comunidade carente no Rio com crianças e jovens envolvidos com violência armada. A família gaúcha Chem – cirurgião plástico, psicóloga e filha executiva – ia para a Grécia passar um mês de encantamento. Havia um oceanógrafo. O maestro que iria reger em Kiev, na Ucrânia. Uma cantora e dançarina. Professores universitários, engenheiros, executivos. Um deles, da Vale, ia a Paris receber um prêmio. Um Orleans e Bragança, descendente de dom Pedro II. Um casalzinho em lua de mel – a cerimônia tinha sido no sábado. Também estavam no voo 447 alguns brasileiros que voltavam para a Europa após visitar as famílias no Brasil. Mais e mais fragmentos de vida vão surgir e nos entristecer esta semana.

A tragédia do Airbus A330 não apenas nos enche de dor. Ela nos confronta com nossa fragilidade. Dá medo sim. De sumir, de deixar de existir para quem amamos sem ter tempo de mandar um SMS, e de fechar precocemente a agenda da vida quando ainda há tanto a fazer. Mesmo os jovens, que se julgam imortais, imunes a quase tudo, sentem um aperto. Num momento assim, quem brigou faz as pazes. Quem se lamenta por frivolidades dá um tempo. Há uma celebração interna por estar vivo. E me invade uma tremenda vontade de continuar aproveitando tudo com intensidade.

Como dizia nosso grande cronista Nelson Rodrigues, “sem paixão não dá nem pra chupar um picolé”.

Você é apaixonado pela vida? Ainda tem tempo.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Sede de Justiça!

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Justiça! Quantas vezes eu quis fazê-la com meus próprios punhos, quantos de vocês quis encurralar e dizer que seriam julgados por aquilo que eu achava certo. Via os actos, mas esquecia de limpar as lentes do meu óculos, para que desta forma pudesse enxergar o que realmente era.

Nós somos assim! Queremos a qualquer custo a justiça. Mas será que devemos cobrar justiça a qualquer preço? A verdade é que em algum momento a tal justiça não surtirá nenhum efeito naquilo que anteriormente era exigido dela. Não valerá de nada! Então para que serve essa sede de justiça que cativamos desde que nos conhecemos por gente?

Somos impelidos desde pequenos a revidar, a não deixar barato. Ouvimos dos nossos pais "Filho meu que apanha na rua e chega chorando, apanha novamente dentro de casa." Isso explica muito, mas não tudo.

Porque nos revolta tanto um assassino solto pelas ruas, mesmo depois de pagar pelos seus actos? Porque não damos confiança ao ladrão, mesmo depois de ter sido pego, enjaulado e ter cumprido sua pena? Porque não nos conformamos com um parente que anda na marginalidade, a ponto de desejamos que a morte o leve antes de sujar o nome da 'família'?

É fácil responder a essas perguntas. Você que está lendo já deve ter respondido em seus pensamentos. É automático pensar que não há perdão para quem mata para quem rouba para quem segue nos caminhos da marginalidade, parece que fomos programados para sentir repulso por pessoas que cometem esses e outros tantos delitos.

Sei que temos essa necessidade de lutar por justiça, e vamos até certo ponto com muito afinco. Porém, quando nos deparamos com uma situação que antes nos inflamava pela busca de justiça, mas que agora faz parte de nossas vidas e nos constrange, esse é o momento que nos esquecemos da 'justiça' e clamamos por 'misericórdia'.

Sabem por quê? Porque por mais que façamos "... Todos os nossos actos de justiça são como trapo imundo. Murchamos como folhas, e como o vento as nossas iniquidades nos levam para longe." Isaías 64:6e7

Desfibriladores.

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Por Rejane Oliveira - Vineyard Café | Mogi das Cruzes - SP

Sabe quando algo dá errado e você entra em coma sentimental?

Quando há a incapacidade de discernir o que, realmente, estamos sentido, quando tanto faz, quando nem dói mais.

Quando a confusão da sua mente te faz vegetar, você escuta apenas vozes, mas não compreende o que elas querem dizer.

Isso acontece todos os dias com milhares de pessoas, a vida é difícil, e para cada pessoa, um tipo de dificuldade.

O que dói em um, no outro faz cócegas, e este nível de dor é imensurável, incomparável.
O que para uns serve de muleta, para outros, combustível.
O que para uns enfraquece, para outros, os deixam mais fortes.

O que quero dizer com tudo isso, é que em todo caso de suposta morte, quando o coração pára de bater e a vida está se escorrendo, devemos aplicar um choque para que o músculo do coração seja estimulado ao ponto de retornar à vida, e esse choque deve ser intenso e não em uma única tentativa, mas diversas.

Sejamos desfibriladores na vida das pessoas que nos cercam!


Às vezes o que falta é o choque. É dizer a verdade, com jeito, pensando que se for intenso demais mata e se for fraco demais não faz efeito.

Se eu fizer uma análise desta fase da minha vida, com certeza posso afirmar que tive amigos que vieram apenas me visitar enquanto eu estava doente, amigos que vieram com remédio e boas palavras de consolo, alguns vieram fazer a vez dos 'doutores da alegria', mas o que realmente me fez reviver foi o amigo desfibrilador, que falou o necessário para ressuscitar o coração supostamente morto, que me fez enxergar o quanto eu valho e que não é hora de entregar os pontos, mas é hora de se fortalecer!

Hora e momento de crescer em todos os aspectos!

Crescer vale cada lágrima.

O que aprendi com isso?

Orarei a Deus para que eu saiba ser desfibrilador na vida de quem quer que seja. E com este gesto, possa ajudar a reviver corações supostamente mortos.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Projeto Leitura Encontrando Cristo.

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É com imenso prazer que uso o espaço do meu blog para divulgar uma iniciativa importante da nossa irmã em Cristo Renata do blog Encontrando Cristo. Para tanto, peço que utilizem alguns minutos do seu tempo para ler, divulgar e colaborar.

"Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus."
Mateus 22:29

Autoria do Projeto:
Renata de Souza - Membro da Igreja Assembléia de Deus - Bom Retiro.

Data de Início da Formulação do Projeto: 01/04/2009.

Objetivo:
Uma sala para leitura da Bíblia, incluindo, a própria Bíblia Sagrada, livros cristãos (impressos), e-books, estudos bíblicos, e outros materiais com conteúdo cristão.

Nesta “Biblioteca Cristã”, os membros da igreja, e pessoas da comunidade, que incluem, crianças, jovens e adultos, poderão se reunir, ou comparecer individualmente, para ler, estudar, se informar, conhecer, e aprender mais da Palavra de Deus, através da leitura.

Local:
Se situará na Igreja Assembléia de Deus – Bom Retiro, do bairro de Jundiapeba, localizada na cidade de Mogi das Cruzes em São Paulo.
Projeto parcialmente apresentado ao Pastor Eduardo, na consagração e 1° Dia da Campanha do Grupo de Jovens, realizado no dia 11/05/2009.

Doações Necessárias:
Bíblias;
Livros Cristãos;
Estudos Bíblicos.

Observações acerca de Doações Necessárias:


Bíblias

Este item, tem a principal importância tanto para a Biblioteca, como primeiramente para que todo esse projeto fosse constituída, plantada, semeada em meu coração.
Tenho visto que muitos ainda não conhecem a Palavra de Deus. E que muitos não possuem uma Bíblia em suas casas.

Palavra de Deus diz em Mateus 22:29: Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.

E é com base nesta palavra, que peço a colaboração de doações de Bíblias, para a Biblioteca. Como sendo o principal item, que abre todo o entendimento.
É fundamental que cada um que esteja neste local, possa abrir a uma Bíblia e ler, estudar e obter conhecimento da Palavra de Deus.

A respeito da doação de Biblias:
Aceitamos Bíblias usadas. Estarei fazendo um trabalho anterior de restauração, para assim dispor a todos.Conforme pedimos, toda doação é bem vinda.

Livros Cristãos

Estarei também fazendo uma análise com base na Palavra de Deus, e junto a pastores, para dispor livros com conteúdo expressamente cristão, que não fere a Palavra de Deus, ou retire qualquer palavra da Sagrada Escritura. Visando sempre o aprendizado da Verdade.

A respeito da doação de Livros Cristãos:
Aceitamos livros usados. Estarei fazendo um trabalho anterior de restauração, para assim dispor a todos. Conforme pedimos, toda doação é bem vinda.

Estudos Bíblicos

Aceitamos Estudos Bíblicos, para o aprimoramento do nosso entendimento quanto a Palavra de Deus. Estes estudos podem ser em forma de livros, livretos, revistas, cadernos. Enfim, de muitas maneiras. Conforme pedimos, toda doação é bem vinda.

___________________________________

Doe livros cristãos e Bíblias para este projeto!

Para doar, entre em contato comigo pelo e mail: renatinhasol82@gmail.com

Assim que receber seu e mail, estarei respondendo, esclarecendo mais dados sobre este projeto.

Aguardo seu contato!

Me ajude a abençoar vidas através da Palavra de Deus!Eu Conto com Você!

Minha oração é para que Deus abençoe sua vida ricamente, e multiplique as bençãos já existentes. E que venha a abençoar a cada colaborador deste projeto.
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