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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O sexo dos Bem Casados.

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Por Jasiel e Ivone Botelho - Blog Bem Casados

Os Dez Mandamentos da Sexualidade

1. Santidade. Amarás teu cônjuge com todo teu coração com toda tua alma, com todo o teu corpo em plena santidade, sabendo que foi Deus quem fez a sexualidade sendo ela Limpa, Pura, e Santa dentro do casamento. Sexo é uma bênção de Deus.

2. Romantismo. Amarás teu cônjuge com toda consideração e sentimento, com todo o respeito e romantismo. Sabendo que uma relação sexual começa não somente a noite quando chegas e tiras a roupa, mas desde a manhã quando as veste para sair.

3. Responsabilidade. Amarás teu cônjuge de forma ativa e não passiva, pois tu és responsável por teu próprio prazer sexual, não podes transferir para teu cônjuge peso e a responsabilidade de tua sexualidade. Não espere, tome a iniciativa.

4. Comunicação. Amarás teu cônjuge com toda liberdade, expressando abertamente teus sentimentos, necessidades, gostos, preferências e desejos. Através de um diálogo expontâneo , sincero e descontraído. Converse com teu cônjuge.

5. Criatividade. Amarás teu cônjuge com toda criatividade, evitando a rotina e a monotonia. Use diferentes horários, diferentes locais, diferentes posições, diferentes situações. Uma música romântica, uma penumbra, uma roupa especial etc.

6. Humor. Amarás teu cônjuge com alegria, não levando o sexo demasiadamente a sério, lembre-se: fazer amor é um prazer, é um lazer, é um divertimento, é uma brincadeira, não um dever ou obrigação. O humor tira a tensão e o medo.

7. Privacidade. Amarás teu cônjuge com toda intimidade, garantindo toda segurança de não serem interrompidos por terceiros, a ameaça de uma interferência inesperada rouba a liberdade de uma total doação, não há liberdade sem privacidade, tranque a porta por dentro.

8. Higiene. Amarás teu cônjuge como um jardim, com o perfume das flores com suas pétalas limpas, coloridas, delicadas e cheirosas. O corpo todo é sexuado podendo ser desfrutado por inteiro como um instrumento de amor.

9. Realidade. Amarás teu cônjuge como ele é , sem ilusões ou fantasias, sem transferências de imagens eróticas ou românticas fantasiosas, procurando no parceiro o motivo certo e verdadeiro de uma excitação e satisfação sexual.

10. Reciprocidade. Amarás teu cônjuge com excelência, não preocupando-se apenas com a quantidade do sexo, mas também com a qualidade. Evoluindo do orgasmo egoísta ao altruísta até descobrir o caminhar juntos para uma qualidade de prazer.

"O Amor jamais acaba, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, o amor é paciente, é benigno, não ciumento, não vaidoso, não soberbo, não inconveniente não interesseiro, não violento, não maldoso, é justo e verdadeiro." 2 Coríntios 13.

sábado, 23 de outubro de 2010

Quando estiver morto estará pronto.

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NOTA: Desde o dia 11 de Outubro de 2010 Bianca Toledo está internada no hospital Pasteur, no Rio de Janeiro. Ela teve complicações ocasionado por uma  interrupção no intestino, ligado a sua cirurgia no estômago que resultaram em uma infecção generalizada, hemorragias, diminuição da coagulação sanguínea, descontrole da pressão arterial. A complicação se agravou ocasionando um coma induzido, Bianca deu luz a José Vittório que recebeu os primeiros cuidados e já está de alta junto com o pai Renato Pimentel. FONTE: http://biancatoledopimentel.zip.net/ Twitter: @BiancaTolledo
 
Vivemos em um tempo onde somos cercados de manjares. Manjares para o ego, para a carência, para o vazio, para indecência.
Chegam por todos os lados. Soluções fáceis… Doces distrações. Mentiras atraentes, atos inconsequentes, inquieta mente busca… Paz.

A decisão de seguir à Cristo nos dá o direito de saber a verdade e escolher estar com ela. Muitas vezes esse processo não é agradável, porque somos estimulados o tempo todo por um mundo de mentiras e prazeres imediatos. E continuamos vazios. Donos da razão.

A Ilusão de encontrar em alguém, ou em alguma forma ou estado a sensação ideal, a felicidade, é uma busca sem fim.

A busca do poder, do controle e da aprovação, seja ela familiar, profissional ou religiosa só nos afasta dia a dia da verdadeira liberdade para a qual fomos chamados. Todos nós queremos o sucesso, e quando o conseguimos percebemos que, nesse aspecto, ele não é determinante.

E assim acontece com o casamento, com as posições respeitadas de liderança, com as soluções estéticas, e com tudo aquilo que possa nos parecer um facilitador da felicidade.

O convite que eu recebi hoje de Deus foi para refletir sobre seu filho, que abrindo mão de tudo, nos céus e na terra, cumpriu sua missão, vivendo com abundância. Ele não só teve em si a plenitude de todas as coisas, mas a compartilhou com quem estivesse com ele.

A decisão de segui-lo, porém, exige de nós o desejo de ser como ele.

“Se alguém quiser vir após mim, negue à si mesmo” Mc 8:34

Porque esquecemos frases como essa quando procuramos respostas, e buscamos apenas as promessas? Não cansamos de andar em circulos?

Quanto maior o benefício, maior a responsabilidade.

Negar a si mesmo não é alienar-se da realidade. Pelo contrário, muitos buscam na religião uma nova decoração para suas prisões e enfermidades.

Preciso morrer para as minhas desculpas, para minhas mentiras, para o meu conforto que me mantém alheio à vontade de Deus.

Abrir mão, renunciar a própria razão, e obedecer. Ser como Ele! Um preço diário por uma glória eterna! Não é abrir mão dos prazeres, ou dos benefícios de uma vida de sucesso. É eleger uma matriz, uma fonte, ser com Ele, ser por Ele e para Ele.

Porque absolutamente ninguém quer mais a sua felicidade que aquele que entregou a própria vida por você.

Você estaria disposto a morrer por Ele?

Está disposto a matar o seu ego? O egoísmo? O orgulho? A soberba? A crença de que suas obras o justificam? A independência?
Preocupar-se mais com suas intenções do que com suas ações?

”Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só, mas se morrer, dá muito fruto.” Jo 12:24

Sem morte não há produtividade. O reino de Deus não é uma filosofia, nem uma religião de rituais vazios. É um compromisso real de sacrifício racional, que aos poucos, dia-a-dia, preenche todos os espaços da alma, alinhando nossa personalidade com a sabedoria de Deus.

Desta forma, nos tornamos agentes deste reino, atuando positivamente na igreja e principalmente na sociedade como Jesus atuou. Não mais porque desejamos aprovação e alimento para o ego, mas simplesmente porque desejamos compartilhar o que recebemos do Pai.

Ele hoje me pergunta: Quanto de mim há em você? Quando Morrer, estará pronta.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pioridade

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Por Mário Machado em Licença Poética no irmaos.com

O fim da vida é triste e sempre cercado de dor.
Um velho treme de frio sob o melhor cobertor.
Vai-se o brilho dos olhos, vai-se as forças das pernas,
Só fica mesmo as lembranças, de tudo o que se era.
A velhice é um mau agouro! Traz sempre um tom de desgosto.
Trás marcas bem mais profundas que todas as rugas do rosto!
Um velho anda devagar, não porque não tenha pressa,
Vive esquecendo-se de lembrar, não porque não se interessa...

São as limitações humilhantes!
Lembrando que você jamais será o mesmo de antes!
Antes da soma dos dias, do avanço dos anos, da mão fria do tempo.
Carregava o mundo nas costas, e hoje, o levantar-se já é tormento.

Velhos, são na sua maioria, solitários!
Absortos, reprisam seus dias de glória, remexem seus relicários!
Fragmentos de uma vida que parecia fazer sentido,
Antes, de ser junto às fotos amareladas até dos filhos esquecido.

É uma indignidade saber tanto e poder tão pouco!
Velhos normalmente são surdos e quando falam encontram ouvidos moucos.
Amadurecer é uma história, envelhecer é outra bem diferente!
Uma é escolha, outra, um processo que não depende da gente.

Ninguém quer ser velho, mas não se quer morrer cedo!
A morte que se aproxima a cada limitação, do velho é o grande medo!
Mas se isso é coisa certa, que a velhice trás a morte,
Morrer cada vez mais velho é sinal de boa sorte!

Para ruminar vida afora:

"Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá." Êxodo 20:12

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Perdoar ou não? Eis a questão.

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Estamos participando de um curso, Casados Para Sempre, em nossa igreja que está nos remetendo a diversos sentimentos, uns novos e outros, a tanto tempo, adormecidos.

E diante de tudo que estamos estudando, uma situação tem nos chamado a atenção. Está relacionado ao 'perdão'.

Nos fez lembrar que em uma reunião ouvimos do Ev. Elias o seguinte: “Perdoar não é um sentimento e sim uma escolha”. Mas como distinguir o sentimento da razão? Como jogar no mar do esquecimento as afrontas e investidas de pessoas que querem indirectamente (ou não) nos magoar?

Não é fácil. Nunca é.

Mas aprendemos que essa fase dura por um período, e foi bem ilustrado pelo Adriano, que disse o seguinte: “Anos atrás sofri um acidente e levei cinquenta pontos na mão. Ao chegar no hospital a dor era horrível, após alguns dias a dor continuava. Mas agora, depois de anos, o que vejo são as marcas, a cicatriz, lembro-me da dor dos pontos e do sofrimento, mas hoje não dói mais.”

E é assim que funciona, é um processo de 'cura' que somente pessoas com o coração disposto podem desfrutar. Ainda que não saibamos como, ou que não tenhamos a intenção de liberar o 'perdão', se estivermos dispostos a entregar essa situação nas mãos do Senhor, Ele fará tal situação mudar. Devemos entregar nossos desapontamentos e mágoas ao médico dos médicos, pois Ele nos dará subterfúgio para lidar com tais situações.

Mas como sabemos se estamos ou não deixando que Deus cuide de tais situações? Será que o simples fato de olharmos para a pessoa que um dia nos magoou e não sentir aquela vontade de 'esganar' é o suficiente para dizer que perdoamos?

As vezes sim, as vezes não.

Devemos a princípio deixar de ser o 'Juiz' da situação, pois como vítima das atrocidades iremos inocentar a nós mesmos e condenar aquele a quem nos afrontou. Também devemos lidar com nosso sentimento de justiça com muita cautela, sabe porque?

“Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: 'Deixe-me tirar o cisco do seu olho', quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.” Mateus 7:1a5

"Que Deus nos abençoe, que façamos o melhor por Ele e para Ele."

Lançamento: "Meus Passos No Tempo"

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Galera, amanhã vai rolar o lançamento do cd "Meus Passos No Tempo" do Thiago Grulha.

Se você está na dúvida se vale a pena ou não estar nesse evento, deixo abaixo um exelente post do músico e blogueiro Jonas Paulo sobre o cd do Grulha.

Estou na expectativa de um show imperdível, mas acima de tudo guiado pelo Espírito Santo.

Um pequeno salmista andando pelo tempo.

Há um cineasta russo que disse em seu livro que a música é a moldagem filosófica do tempo. No caso das canções de Thiago Grulha, dever-se-ia estender o conceito para o campo da Fé, da Teologia, da Doutrina e Vida Cristã. Meus passos no tempo parece ser o retrato do que vive, pensa e faz um jovem salmista da nossa geração, anotando tudo em nossa memória através do seu canto. É com os olhos no retrovisor das próprias vivências que Thiago evoca as imagens e experiências que canta no disco com uma voz singela e precisa, sem muitos rodeios. A principal marca do disco é a presença de canções, na mais bela acepção da palavra, aquela que nem meu sempre útil Caldas Aulete traz no verbete:

canção (can.ção) sf. 1 Qualquer composição musical (popular ou erudita) para ser cantada. 2 Poesia lírica.

O problema do verbete é a palavra “qualquer”. Correto do ponto de vista da língua, mas não do ponto de vista de uma minha Filosofia da Arte, a partir da qual defendo que casamentos especiais entre poesia e sons merecem ser chamados de canções. Grulha é cancionista! Tem aquelas fagulhas criativas que depois de lapidadas viram poemas, e muita vez, se encaixam perfeitamente numa idéia sonora; ou ainda, desafiando o próprio compositor, já nascem as duas coisas, texto e música juntas, presenteadas por Deus num ato de plena graça.

Musicalmente o CD tem uma textura pra lá de agradável, com pelo menos 2 singles que estourariam fácil em circuito comercial. Às vezes tenho a impressão de que está chegando a hora de artistas cristãos como Grulha, Hélvio Sodré, Banda Resgate entre outros experimentar lançar seus materiais em circuitos maiores do que apenas as rádios evangélicas, mas isto não é assunto para agora… Meus passos no tempo remete a um Brit-Rock corajoso e Pop, com uma coisa de Coldplay aveludado por um leve sotaque Folk pela presença de fortes violões de aço como o de Cacau Santos na lindíssima canção Não é o fim, que bem me lembro ter história, e uma história que ainda vai deixar o Thiago Grulha com a voz embargada por muitas vezes. As escolhas de timbres e arranjos são muito corajosas e acredito que poucos produtores além de Paulo César Baruk ousariam investir em tamanha economia como na da que ouvimos na faixa de abertura e sua repetição como bonus-track.

Fiquei mais uma vez impressionado com a voz poderosa, plástica e expressiva de Leila Francielli num dueto lindíssimo com Thiago. Coisa linda de composição, de arranjo, interpretação e tudo mais! Até a mix me impressionou pelo bom gosto no preenchimento dos espaços e o belo “palco sonoro” montado pelas mãos de Eduardo Garcia. O equilíbrio da masterização contribui para a escuta dos detalhes, dos efeitos. Tudo na medida para a construção de um belo álbum! Os samples da faixa Tempo para amar são outra boa surpresa. Além de bem sequenciados, ornam o belo arranjo de Thiago Cutrim.

Outro destaque é a interpretação de Grulha para a já clássica Choro acompanhado num arranjo que transborda bom gosto e sensibilidade do Leandro Rodrigues.

Um espetáculo de simplicidade e captação de uma idéia, de um conceito é o projeto gráfico do CD. Fez com que mais uma vez eu sentisse saudades do formato dos LPs. Imagino a capa e as fotos de Lucas Motta em dimensões mais avantajadas… Seria algo pra se pensar paras as próximas empreitadas da Salluz Productions: uma edição limitada para os que ainda sabem e gostam de colocar a agulha no vinil!

Em seu terceiro álbum, Thiago Grulha parece ter atingido uma constância impressionante na concepção de canções que falam a uma geração que parece estar voltando a se sentir tocada pelo uso das palavras.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vídeo: O que é aquilo?

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Alguém mandou esse vídeo pelo twitter... vale a pena... confiram!

sábado, 25 de setembro de 2010

Confissões... (4)

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Dia desses postei no twitter que estava um relaxo no blog, pois precisava pensar menos e escrever mais. Essa talvez seja a receita para se manter um blog, mas será que é válido?

Eu, por exemplo, costumava escrever sobre tudo o que acontecia e de certa forma gostava de deixar o meu recado para as pessoas envolvidas, mas com o passar do tempo percebi que não importa (para os outros), pois não serão minhas postagens que farão acontecer alguma mudança em suas medíocres vidas (ou vão?).

É verdade, sinto-me inclinado a expor algumas histórias, mas de nada valerá se não para ridicularizar pessoas, e não farei isso. Mas posso aqui dizer o que sinto, e isso não será de todo ruim, pois falo de mim.

Conforto-me com os acontecimentos e por poder descobrir que não somos nada se comparado a imensidão do mundo. Somos tão pequenos, tão insignificantes e teimamos em travar guerras infinitas, apenas para nos satisfazer o ego.

Conforto-me com os meus pensamentos e por poder perceber o quanto estou melhorando, pelo simples fato de apenas observar.

Conforto-me com os poucos telefonemas, com as poucas mensagens e com o trato rebuscado que se transformou alguns relacionamentos. É um tanto exagerado achar que todos ao nosso redor são amigos de verdade, mas aos poucos que o fazem é o suficiente para manter esse “mistério” da amizade.

Estou contente por ver (A)amigos desenvolvendo ministério. É verdade que alguns resolvem fácil os mal-entendidos para assim usufruir o que há de melhor em ser líder, mas louvo a Deus por aqueles que perseveraram e estão contribuindo para o Reino de forma exemplar, sem que necessariamente seja mais importante o título do que o servir.

Louvo a Deus por um casal (estamos em dívida com eles) que em um ato de verdadeira ousadia nos mostrou que os detalhes da nossa vida e as mentiras contadas por (até então) cristãos não devem ser mantidas como empecilho para o nosso crescimento espiritual.

Apesar de preferir o barulho ensurdecedor do SILÊNCIO, ao silêncio absoluto da OMISSÃO, ainda estou vivendo o melhor para minha vida!

"Coloquei toda minha esperança no Senhor; ele se inclinou para mim e ouviu o meu grito de socorro." Salmos 40:1

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O respeito divino.

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"Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu- se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu- lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas."

Pedro negara a Jesus da forma mais angustiante. O último contato entre Pedro e o Cristo fora logo após o canto do galo. A profecia se cumprira: antes do galo cantar, Pedro negara, três vezes, conhecer ao Cristo; e quando o galo cantou os olhares de Pedro e do Cristo se encontraram... Nada mais restava a Pedro, senão sair para chorar.

Quando as mulheres, no domingo da ressurreição, foram ao túmulo para embalsamar o corpo de Jesus, encontraram o Anjo, que, após comunicar a ressurreição do Cristo, transmitiu-lhes a missão de comunicar aos discípulos e a Pedro, que o Cristo os encontraria na Galiléia.

Ao orientar ao Anjo que nominasse a Pedro, Jesus comunicou-lhe que fora perdoado e reincluso no colégio dos alunos do Cristo. Estava de volta ao time!

Galiléia dos gentios... Jesus reencontra Pedro. Primeiro, comeram, sempre um momento de descontração, ainda que estivessem diante do numinoso manifesto em carne, o que sempre silencia quem quer que seja. O mistério, quanto mais maravilhoso, mais impõe o pausa da reverência. E, então, começa um diálogo inusitado que não surpreende pelo constrangimento natural, mas pelo conteúdo.

Jesus tem a conversa esperada com seu aluno renegado, mas, para surpresa geral e particular, não toca no assunto. Não inquire sobre os motivos de tal abjeto ato, que, ademais, lhe havia sido avisado com antecedência; não questiona o porquê de não ter pedido ajuda quando teve oportunidade, nem pronuncia o temerário: "eu não lhe disse?".

Jesus, o Cristo, respeita o arrependimento de Pedro. O Messias quer, apenas, saber se a base para a retomada de qualquer relacionamento continua presente no coração do aprendiz. Se Pedro ainda o amava.

O mais triste no pecado é perceber que, ainda que por um momento, um amor consumido pelo egoísmo traiu o amor que sustenta vida, o amor por aquele que, na essência, é amado mais que a própria vida.

Arrepender-se é voltar consternado ao amor que, abandonar leva à perda do sentido da existência. Esse retorno tem de ser respeitado!

Nada mais angustiante do que o desrespeito ao arrependido. Nada mais terrível do que erro já confessado continuar a ser o assunto de rodas de pretensos irmãos. Nada mais aviltante do que pessoas a quem foi pedido perdão, principalmente, se mentores, ficarem a espalhar o que lhes foi dito no lugar sagrado da confissão.

A condicão indispensável para se sustentar a sinceridade do perdão ou do amor é o respeito ao arrependimento. Logo, o respeito ao arrependido. A maneira de respeitar o arrependido é o silêncio que dá lugar ao amor. O arrependimento é fruto de dor que o perdão deveria consolar.

Jesus acreditou em Pedro e lhe devolveu a honra, devolveu-lhe as chaves do Reino. O Cristo sempre faz assim quando perdoa!

E o surpreendente, tendo como base o cristão moderno, é que os demais apóstolos nunca questionaram o ato do Cristo. Ninguém saiu a contestar Pedro ou a reinvidicar para si as chaves pelo Senhor devolvidas. Ninguém nunca mais tocou no assunto. Não há pecado onde Deus não imputa pecado. O arrependimento tem de ser respeitado. Pedro voltou a ser digno de confiança como o deve ser quem quer que tenha se arrependido.

sábado, 11 de setembro de 2010

Viva o mehor da vida, viva!

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Nosso problema é realmente a saudade do passado,  e achar que tudo poderia ser melhor. Eu acredito que o melhor para minha vida é o agora, podemos melhorar sim, mas o que vivemos nesse momento é o melhor até então.

Alguns acontecimentos recentes me colocaram no curso certo, ou não, mas ao menos estou mais próximo da realidade do que antes.

Sabe de uma coisa... a morte sempre quer nos dar um recado e quando ela surge, repentinamente ou quando é aguardada, costuma sempre sussurrar ao pé do ouvido: um dia chegará sua vez. E a pergunta que fica no ar é: O que tenho feito dia após dia para que ao final desta vida todos (ou quase todos) possam olhar e dizer 'Enquanto viveu fez muito bem à todos!'?

Será que tudo que tenho feito tem agradado aos outros? Bom, se agrada ou não, não me importa, o que realmente importa é poder levar uma vida íntegra, sem contradições, nem partidarismo. Uma vida digna de ser vivida, com altos e baixos, com emoção, com privações, com regalias, enfim, sinto-me orgulhoso por ser assim.

Tenho contacto com pessoas que passam o dia inteiro reclamando que estão sofrendo, que não são felizes, que são perseguidas, que... que e que ... o que penso de imediato? Suas escolhas definiram o curso da sua própria vida. Dá vontade de falar, berrar e xingar até que a pessoa entenda que tudo tem acontecido por uma escolha (errada ou não) e que é o melhor para a vida dela para aquele momento. Mas prefiro deixar que a própria vida encaminhe a resposta em seu tempo.

Sempre estamos tão ocupados com a falta de tempo, a falta de compreensão, a falta de amor, a falta de dinheiro, a falta disso e daquilo, que nos esquecemos de viver o melhor que temos para esse exacto momento.

Quem me conhece sabe que não sou tão optimista assim, mas tenho me policiado afim de viver as pequenas, porém importantes, mudanças na minha vida. Então, o que tenho feito com a falta de tanta coisa para mim? Estou preenchendo com a esperança...

Não vou dizer aqui o que espero, mesmo porque, como disse anteriormente o que tenho para o momento me basta, é suficiente, é o melhor.

Se você que está reclamando de falta de amigos, falta de dinheiro, de um emprego novo ou melhor, de um amor de verdade, de uma família, de filhos ou de não ter filhos, e de tantas outras coisas, saiba que poderia estar pior, mas pela graça de Deus, Ele nos sustenta, nos mantém de pé mesmo nas situações mais adversas...

Se chover, se esbarrarem em você, se te derem uma fechada no trânsito, se te maltratarem, te humilharem, te decepcionarem, se, se e se ... saiba de uma coisa:

É a contingência da vida.

Então, viva o melhor da vida, VIVA!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Nostalgia.

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Por Paulinha - blog mANAncial

Estamos vivendo a era do mundo nostálgico, onde nós seres racionais, o que menos fazemos é utilizar-se da tal razão para nos conduzir em meio às extensas reflexões da vida.

Vivemos sempre divididos pelo passado e presente, mas com o pensamento lá no futuro...

É impossível não voltar ao passado, pois nosso cérebro (infelizmente?!) não é um HD de computador, e nossas lembranças e pensamentos não são meros arquivos que podem ser deletados em fragmentos de segundos, indo para uma alternativa lixeira, que poderão ser recuperados mais tarde, caso o arrependimento venha nos visitar.

Mas para que se prender à nostalgia do passado?!... Para que insistir nostalgicamente numa vida sem razão?! ... e para que dotar-se de nostalgia, se podemos enxergar "além do óbvio"?!

A nostalgia é um sentimento enganoso, e ela nos pega numa simples cilada...

Quantos de nós queremos reviver certos momentos, no anseio de uma saudade interminável?!

Quantos de nós vivemos esperando (com saudades indizíveis), por aquela xícara de chá com torradas, que a vovó preparava antes de falecer?!

Quantos de nós, vivemos na nostalgia, do querer retornar na cápsula do tempo para ver se dá tempo de refazer algo, ou consertar algum erro?!

Quantos de nós vivemos na nostalgia de ver um mundo 100% espetacular... perfeito?!

Quantos de nós, desejamos ansiosamente, que Jesus continuasse andando entre nós neste "paraíso mundano", para que não precisássemos ver tantos assassinatos e tantas dores que assistimos todos os dias?!

O mundo está RECHEADO de anseios nostálgicos, feito um pedaço de bolo, bem acompanhado com uma batida de saudade e melancolia...

Não sabemos se voltamos ao passado, não sabemos se queremos viver o presente... não sabemos o que nos espera no futuro... e toda esta celeuma é gerada simplesmente pelo fato de não aceitarmos o que somos, de não reconhecermos o que temos, e não percebermos que a vida é cheia de tranformações...

A transformação não advém apenas do verbo transformar, mas ela advém das suas próprias decisões. Transformar é buscar, é reconhecer, é modificar...

É aprender que a vida é pouca para ser desvalorizada, que o tempo é curto para ser desperdiçado, que a sua cabeça é imensa para ser pouco ocupada com coisas edificantes...

O nosso erro está em querer agir como os outros agem, esquecendo-nos que temos uma unicidade que nos torna capaz de sermos distintos...

O nosso erro está em esperar demais nos outros... em esperar APENAS em Deus sempre... é esperar demais que a NOSSA vida vai ser maravilhosa, sem dor, sem lembranças tristes... é esperar demais que a NOSSA fé vai nos exaltar, mas que a fé de outro irmão, se for pouca e fraca... vai derrotá-lo...

Pois é isto que vemos, alguém exaltado... e alguém derrotado...

Alguém valorizado... mas alguém humilhado...

Será que o nosso mérito depende da nossa fé?! Ou depende da nossa razão?!

Será que o mundo vai mudar, se todos tiverem fé?! Ou o mundo poderá caminhar para uma mudança, quando as pessoas começarem a pensar de forma racional?!

Creio que a racionalidade é a base do nosso pensamento. Precisamos PERCEBER o que nos circunda... acordarmos-nos para a realidade da vida, e pararmo-nos de sonhar que um dia seremos exaltados, e seremos contemplados com uma garagem cheia de carros importados...

Acordem desta nostalgia!

O passado já se foi... e estamos no trem chamado PRESENTE.

O que você não fez no PASSADO, não pode ser mais feito... mas o que você ainda não fez, pode ser feito no presente. É para isto que foi criado o presente e o provável FUTURO, para que pudéssemos ter uma nova oportunidade, um recomeço... uma chance de sermos melhores do que já temos sido...

Despertem desta nostalgia!

Parem de pensar em si mesmo, e reconheça que abaixo dos nossos olhos sempre tem alguém precisando de um olhar... de um abraço...

A nostalgia está inserida na nossa vida, devido ao nosso pensamento que iniciou um caso amoroso com ela... pois pensando como já pensamos, mas buscando sempre pensar como nunca pensamos, é que estimularemos o nosso pensamento a se relacionar com novas "parceiras", e algumas delas, são as chamadas RENOVAÇÃO e LIBERTAÇÃO...


Onde renovaremos a nossa vida, libertando-nos de "pensamentos engessados"... e consequentemente, conquistaremos a fórmula de eliminação para toda esta nostalgia que está injetada na veia de uma grande maioria.
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