PavaBlog

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Nada melhor do que Salmos 23!

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Hoje foi um daqueles dias! Uma conversa de alguns minutos ao telefone tem o poder de nos derrubar, ainda mais quando essa conversa é com a própria mãe.

Enfim, diante do que foi dito, ou melhor, discutido, entre tantos altos e baixos, em um relacionamento de pouca demonstração de afeto, poucas palavras amorosas e críticas (construtivas?), notei que sou fruto do rancor e ódio, da intolerância e insegurança, da soberba e ojeriza, da melancolia dos dias...

Cansei de declarar que os dias estão ruins, que as pessoas são folgadas, que o mundo está em crise.

Sabe por quê?

Por que: O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta. Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas; restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome. Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice. Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver.

Em busca de lágrimas absolutas.

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Minhas antigas amizades se dissolvem como bolhas de sabão. Esqueci nomes. Mal consigo lembrar os olhos de quem já passou por minha vida. O passado diluiu momentos que poderiam torná-los familiares. Fiz-me irmão, e doei-me inteiramente a companheiros, mas hoje hesito. Desconfiado, reparto pedaços do coração. Não suporto imaginar a dor de outras separações, de mais decepções.

Tenho medo de abrir os porões da alma. A desarrumação de minha casa faz sentido para mim. O que os outros consideram bagunça, tem uma sincronicidade própria, que me deixa em paz. Vacilo em rasgar os envelopes selados, onde escondo segredos. Sei detectar os traumas que me deixaram chorão, os complexos que me deram olhos melosos, as circunstâncias que me fizeram viver à beira do pranto, as fragilidades que me transformaram em tímido. Mas não pretendo explicar nada a ninguém.

Tornei-me cauteloso quando brinco e rio. Fujo dos que procuram analisar a minha felicidade; ela não carece de julgamentos. O riso que meus lábios desenham não tem que ser explicado. Introjeto a alegria para que não seja pisoteada como a pérola da parábola. Prezo em não deixar vazar frágeis contentamentos; a pouca riqueza que amealhei merece ser guardada debaixo de mil segredos.

Olho para colegas e antecipo navalhadas. Resguardo as costas dos estiletes da inveja. Assusto-me. As maldades que já sofri são parecidas com as que eu próprio já acalentei no peito. Se não sei explicar o porquê de atitudes mesquinhas em mim, também não justifico a estreiteza que observo no próximo. Não sou pior nem melhor que os demais. Por isso, cerco o quintal de casa contra lobos ferozes. Sempre espero alguém ávido para destruir o pedacinho da dignidade que me resta.

Meus desalentos não serão rasos. Desço às regiões abissais da angústia. Envolvo-me na absoluta escuridão da casmurrice; que o lençol do desgosto me isole. Quero ficar na quarentena dos tristes. E provar a verdade de que “são bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”.

Soli Deo Gloria

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Eu erro, mas um dia tomo tento!

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Um misto de sentimentos é o que tenho.

Qualquer dia desse eu vou explodir de tanta ansiedade, quero ser alguém, quero ter alguém além daqueles que já tenho, quero... Quero... E quero. Não vou desistir, ainda que não saiba realmente qual a intenção desse querer incontrolável que me assola como um trator.

Uma pena que, ‘querer’ realmente não significa ‘poder’. Mas sigo assim mesmo, caminhado e cantando, às vezes calado também, pois o silêncio é a melhor resposta para algumas situações.

Conversa de doido não é? Mas, aqui posto o que bem entendo, embora o que acontece nesse exato momento é algo que não dá para entender, mas e daí? O que é preciso entender para sentir algo indescritível? Quero continuar nesses erros e acertos, pois só assim um dia poderei entender o porquê das coisas, mas deixo claro que não vivo de erros pecaminosos, aposto que pensou exatamente isto, meus erros são iguais ao de qualquer pessoa, são iguais aos seus erros.

Eu Erro...

... por não saber controlar a emoção e falar o que vem ao pensamento...

... por não deixar a emoção explodir em lágrima a qualquer momento...

... por não falar baixinho (que indiscrição, que vergonha) então só lamento ...

... por temer a morte e mesmo assim dizer que tenho sorte, pois meu Deus é forte ...

... por temer fazer aquilo que minha consciência pede, que constrangimento ...

... por devastar alguém só com um olhar, e agora o mal impera e não tomo tento ...

... por não saber e por muitas vezes não querer saber, daí erro mesmo ...

Enfim, eu erro muito minha gente, mas sabe de uma coisa... se não fossem os erros talvez nunca que escreveria algo assim, tão meu ... só meu, e por alguns instantes tão seu e meu.

As vezes algumas leituras não servem para nada, acredito que esta será uma delas, mas fazer o que se escrever sentimentos é isso, é escrever um misto, e dedilhar o dedo e deixar acontecer.

P
eço desculpas por ter perdido seu precioso tempo no desenrolar enrolado dessas palavras.

A Vila ... ou melhor A Igreja.

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Por Theo Pimenta do blog Evangelho x Religião

Estrelado pelo diretor M. Night Shyamalan (Sexto Sentido e Sinais) o filme A Vila faz uma forte denúncia a toda forma de limitação.

Em resumo, o filme trata da história de pessoas que moram num vilarejo no qual criam suas famílias isoladas de qualquer contato com o mundo externo.

Para manter o isolamento, esse grupo, chamado pelos habitantes da vila de “Os Anciãos”, cria uma lenda sobre monstros que habitam a floresta que cerca o vilarejo. Todos os que entrarem na floresta serão mortos pelos seres chamados “Aqueles de quem não mencionamos”.

Dessa forma os anciãos utilizam estratégias mentirosas e ardilosas para amedrontar os habitantes da comunidade e mantê-los submissos e dominados. Utilizam vestimentas de monstros, matam animais e deixam seus corpos expostos na vila, tudo com a ´nobre finalidade´ de manter a ordem e o equilíbrio na comunidade para que ninguém decida deixá-la.

Na realidade o filme trata sobre a dominação que o líder ou líderes acabam tendo sobre seus liderados e deixa claro que todas as estratégias são válidas para mater o código de conduta imposto pela instituição criada.

Não sei porque tenho a impressão que conheço isso muito de perto...

Vivi praticamente toda a minha vida dentro das limitações impostas a mim pela instituição religiosa da qual fazia parte: "isso é proibido", "isto não agrada a Deus", "isso é mundano", "obedeça seu pastor", "seja submisso a seus líderes", "não retenha o que é do Senhor (ou do pastor??)" - caso contrário Deus não vai te abençoar...

Se analisarmos bem vamos perceber que cada igreja (denominação) cria seu próprio código de conduta (dizem que tiram da bíblia...) e utilizam toda a estratégia e autoridade possível para manter seus liderados limitados ao que eles querem.

É triste, mas muitos são vítimas desse sistema e acabam aprisionados nas mentiras teológicas (isso mesmo, mentiras em nome de Deus) e passam a tê-las como verdades que a levarão a um relacionamento correto com Deus.

Que bom que fui alcançado pela graça do Senhor e não preciso mais das limitações impostas pela instituição para conquistar a minha salvação e desfrutar a minha comunhão com Deus.

Nunca é tarde... liberte-se da religião... resista as limitações impostas pela instituição...

...fuja dos líderes dominadores e que utilizam a bíblia para conquistar seus próprios interesses...

...faça parte, definitivamente, da graça do nosso Senhor Jesus Cristo...

domingo, 25 de outubro de 2009

Entre colchetes.

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A mulher respondeu:

— Agora eu sei que o senhor é um profeta! Os nossos antepassados adoravam a Deus neste monte, mas vocês, judeus, dizem que Jerusalém é o lugar onde devemos adorá-lo. Jo 4.19,20

[Desculpe-me, por entrar na conversa. Mas, quando você desconfiou que ele era profeta; já que você diz “agora eu sei que o senhor é profeta”?

A mulher respondeu:

Quando ele disse que se eu soubesse o Deus tem para dar, e quem era o que me pedia, eu lhe pediria e ele me daria água da vida. Entre nós, água da vida é um rio de águas correntes, e também lugar apropriado para batismo, para a purificação. Ele estava me chamando a atenção para questões espirituais. Por isso eu perguntei se ele era maior do que o nosso pai Jacó. Com o que ele falou sobre mim, a desconfiança virou certeza.

Ah! Grato! Saio como se não tivesse entrado.]

Jesus disse:

— Mulher, creia no que eu digo: chegará o tempo em que ninguém vai adorar a Deus nem neste monte nem em Jerusalém. Vocês, samaritanos, não sabem o que adoram, mas nós sabemos o que adoramos porque a salvação vem dos judeus. Mas virá o tempo, e, de fato, já chegou, em que os verdadeiros adoradores vão adorar o Pai em espírito e em verdade. Pois são esses que o Pai quer que o adorem. Deus é Espírito, e por isso os que o adoram devem adorá-lo em espírito e em verdade. Jo 4.21-24

[Intrometendo-me, de novo... Jesus! Ela mudou de assunto? E o Senhor a acompanhou?

Jesus respondeu: Pergunte a ela, se ela, de fato, mudou de assunto!

A mulher respondeu:

Não mudei de assunto, não! Adorar a Deus é viver do jeito de Deus, segundo a lei, e quando a gente tropeça na lei, adorar é ir pedir perdão, o mais rápido que a gente puder; e ir ao templo ou ao altar no monte Gerisim levando um cordeiro ou um pássaro, que será sacrificado para que a gente possa ser perdoado. O profeta me chamou a atenção para o fato de que estou em débito com Deus. Eu lhe disse que ninguém sabe onde, de fato, a gente pede perdão a Deus: no monte Gerisim, como nos ensinaram os nossos pais, ou em Jerusalém, como ensinaram os pais dele. Ele disse: em Jerusalém, mas acrescentou: a partir de agora é em qualquer lugar, a partir de mim mesma.

Entendi. Espero não atrapalhar mais.]

A mulher respondeu:

— Eu sei que o Messias, chamado Cristo, tem de vir. E, quando ele vier, vai explicar tudo para nós. Jo 4.25

[Cá estou, de novo... Por que você diz que vai esperar pelo Messias? A palavra do profeta não basta?

A mulher respondeu:

Veja! O profeta está mudando coisa demais! Ele está dizendo que para eu pedir perdão a Deus eu não preciso mais ir ao templo de Jerusalém, ou ao altar no monte. Ou seja, ele acabou de destruir o templo e o altar! E, mais, quem vai morrer em meu lugar? Ele acabou de abolir o sacrifício! É mudança demais! Ele está mexendo em questões sagradas! Só o Messias tem autoridade para tanto.

Entendi, faz sentido, realmente, é mudança demais! (Eu sabia quem ia morrer, ou melhor, já tinha morrido no lugar dela, mas não quis atropelar o processo, já tinha me intrometido demais)]

Então Jesus afirmou:

— Pois eu, que estou falando com você, sou o Messias. Jo 4.26

[E agora, minha senhora? Ops! Desculpe! Eu de novo! O homem disse que ele é o Messias, portanto, quem tem autoridade para mudar todas as coisas... O que você fará?

A mulher respondeu:

Eu? Vou correndo contar para todo mundo que o Messias chegou, e a gente pode, então, pedir perdão a qualquer hora, do nosso coração para o coração de Deus, e ser perdoado! O Messias chegou! E a Liberdade está ao alcance de um grito: Perdão, Deus! Perdão!]

Interessante! Para os daquele tempo, adorar era pedir perdão! Quer dizer: era viver de acordo com a lei e pedir perdão, o mais rápido possível, se quebrasse a lei. Para nós é elogiar a Deus. Quem estará certo?

Deus é o criador, nós, criaturas. Logo, menores que Deus. Deus é infinito, nós, finitos. Logo, infinitamente menores que Deus, porque tudo o que é menor do que o infinito é infinitamente menor.

Então, todo o elogio que fazemos a Deus é infinitamente menor do que ele é de fato. Seja amor, bondade, misericórdia... tudo, em Deus, é infinitamente maior do que conseguimos dizer ou perceber.

É... A palavra da gente só encontra Deus quando pedimos perdão, quando reconhecemos que Deus está certo e a gente em erro e lhe pedimos que nos perdoe.

Eles estavam certos!

Adorar, portanto, é viver do jeito de Deus. Toda vez que a gente não vive assim, seja em sentimento, pensamento, palavra e ações, a gente deve pedir perdão. Cada vez que a gente pede perdão o Espírito de Deus nos comunica o perdão da Trindade e nos leva na retomada do caminho de viver do jeito de Deus (1Co 3.18) . O Messias fez o necessário para que possamos ser perdoados e reconduzidos ao caminho.

Hoje, viver do jeito de Deus é viver como Jesus de Nazaré, em quem a gente vê Deus como é e a gente como a gente deve ser. Jesus é o caminho de vida em que, pela graça, somos repostos quando pedimos perdão!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

I never lost my praise.

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I've lost
Some good friends
Along life's way
Some loved ones departed
In heaven to stay
But thank god
I didn't lose everything
I've lost faith in people
Who said they cared
In time of my crisis
They were never there
But in my disappointment
In my season of pain
One thing never wavered
One thing never changed

Chorus:
I never lost my Hope
I never lost my Joy
I never lost my Faith
But most of all
I never lost my Praise

My praise still here
My praise still here

I've let some blessings
Slip away
When i lost my focus
And went astray
But thank God
I didn't lost everything
I lost possessions
That were so dear
I lost some battles
Walking in fear
But in the midst
Of my struggles
In my season of pain
One thing never wavered
One thing never changed

(chorus)

Praise, praise, praise
Praise, praise
Most of all
I never lost my praise

My praise still here
My praise still here

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Simplicidade idiota.

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Me admira que pessoas prefiram categorizar a vida de modo tão radical e simplista. Como se fôssemos amebas, limitadas a uma constituição unicelular ridícula e totalmente compreensível. Ignoramos até mesmo as complexidades sentimentais e, por isto, frustramos a outros e a nós mesmos na tentativa de encontrar modelos de conduta verdadeiramente aplicáveis na vida prática.

Tentamos fazer do evangelho uma série de regras em que podemos acertadamente dizer “isto é certo” ou “isto é errado”. Como se a vida dada por Deus pudesse ser reduzida a meros erros e acertos. Como se as complexidades de nosso ser tivessem fugido ao controle do Criador.

Apenas a VERDADE pode nos libertar por que ela revela quem somos e o quanto somos incapazes de encontrar uma auto-redenção. Apenas renunciando até à capacidade de acertar, seremos encontrados aptos a genuinamente vivermos a nova vida em Cristo. Aquele que desistiu de não errar, encontra-se na situação ideal e preferida do Redentor.

Mais do que apenas abandonar as velhas práticas, a fé operosa será caracterizada como aquela que possui seu foco em SER aquilo que Cristo diz que devemos ser. Apenas isto.

Aqueles que insistirem em simplificar os processos, concentrando seus esforços na luta contra as práticas da carne, inevitavelmente se frustrarão. Pois a carne sempre vencerá. Não se pode combater fogo com fogo. Por isso, esta é uma luta perdida.

Pra exterminar o fogo, deve-se primeiramente encontrar uma fonte suficiente de água. Pra um fogo incontrolável, uma fonte inesgotável.

Em cada nuance de nossa miséria, complexidade, sentimentos e angústias; em cada pequeno detalhe, podemos sentir a inspiração do Criador. Em cada gole, em cada respiração. Em cada segundo, a eternidade. Em cada detalhe, o infinito.

Consegue sentar-se com amigos verdadeiros de frente à praia e não sentir-se em casa?
Consegue perceber que há amigos recentes que parecem ser velhos conhecidos?
Consegue ouvir Coldplay e não sentir Deus?

Será que o evangelho realmente o tornou livre o suficiente para que possa compreender o que estou tentando dizer?

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Vazio.

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Por Sou o que os olhos de Deus vêem..., e nada mais!- Via Blog Falei!

Ontem fui a um "culto" de uma igreja daqui da cidade. Fato que deveria ser mais normal, mas não tem sido não, confesso..., e não como erro, mas confesso que não me sinto atraído por aquilo que tem se chamado de "culto" ultimamente.

Sabe aqueles momentos de extremo vazio na sua vida?? Sabe aqueles momentos em que você vai a uma festa de aniversário de alguém que não tem amigos em comum com você? E você fica como peixe fora d'água? Sabe o que é sentir um vazio enorme, onde o ideal era nos sentirmos satisfeitos? Sabe quando você fica "morrendo" de sono mesmo diante de barulho, som alto, gente falando, de tão chato que está o momento?

Foi esse misto de sentimentos e perguntas que ficaram na minha cabeça ontem. E não, não desprezo a presença do Deus vivo, o poder das escrituras, a maravilha da oração, a liberdade da graça, etc...

Mas parece que não se dava atenção alguma a nada disso lá!! Dava-se atenção a uma liturgia bem distribuída e um monte de dogmas sendo cumpridos. Faltava vida!!!
Faltava movimento!! Faltava espontaneidade!!!

Com tudo isso ficava me perguntando se era possível ser sincero ali. Se poderia compartilhar minhas experiências, meus pecados, minhas dificuldades..., livremente. Se poderia interromper há qualquer momento o decorrer da liturgia pra pedir uma oração, dar uma palavrinha pra alguém, orar por outros..., sei lá..., algo espontâneo..., será??

Ouvi a palavra e me concentrei, pedindo para, no mínimo, Deus falar algo pra mim que tivesse a ver com nosso relacionamento, nossa amizade, e não com o que tava rolando ali..., e o pregador da noite trouxe uma palavra sobre Salmo 34:8: "Provai e vede que o Senhor é bom. Como são felizes os que nele se refugiam".

Com toda (nítida!) falta de preparo, falta de experiência, sem exegese, hermenêutica ou homilética alguma lá se foi o pregador a falar sobre provar. Repetiu várias vezes a mesma coisa. Se mostrou preocupado com sua própria inexperiência pedindo desculpas. Repetiu mais algumas várias vezes a mesma coisa. E sim, Deus falou comigo. Esse texto foi muito propício pra um momento que tenho passado. Mas, ainda assim, fiquei triste e preocupado..., olhei para o lado tinha gente dormindo. Gente que tava bem aceso na hora das músicas.Alguns mais preocupados com os besouros que entravam e voavam pelo salão. E outros com cara de tédio mesmo, de "não-tô-entendendo". O som ainda estava ruim, pra piorar. Era difícil entender o pregador se não "lêssemos sua boca" e aquilo que pronunciava.

E aí saímos..., eu um pouco satisfeito porque a palavra, lida em seu contexto direto na bíblia e fazendo sentido com o que estou passando (que nada tem com o que o pregador quis dizer!), mas triste e insatisfeito por (re?)constatar algumas coisas:

- O que tem sido dado de alimento para os que buscam nas instituições serem satisfeitos?
- Como poderemos encontrar liberdade e/ou um ambiente propício para sermos sinceros e honestos com nossos mais profundos sentimentos?
- Onde encontraremos uma comunidade aberta pra compartilhar a vida que vivemos com Cristo, com a sociedade ao redor (amigos e inimigos) e conosco mesmo?
- Quando é que a preocupação com as pessoas vai vencer a preocupação com a liturgia e a doutrina, excencialmente institucionais?
- E porque é preciso uma vencer a outra se era pra existir somente uma e não a outra???

Liberdade, honestidade, sinceridade, cumplicidade, vidas compartilhadas..., comunidade!! Quando vamos sair do vazio das nossas instituições pra verdade da vida em comunidade contigo como centro Jesus??

Vazio..., não satisfeito mas insatisfeito com a situação...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Podcast do Teóphilo.

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Com certeza alguns de vocês já ouviram falar do blog do Teóphilo.

Se ainda não visitou, não perca tempo e acesse agora mesmo ESTE MUNDO JAZ NO MALIGNO, lá vocês encontrarão material excelente para leitura e reflexão, com temas atuais e polêmicos.

Além da leitura prazerosa, gostaria de destacar o podcast que na sua simplicidade está cheio de verdades e convites.

Fiquei surpreendido ao ouví-lo, confesso que desmontei o Teóphilo que havia construído através da minha imaginação para construí-lo através desta nova percepção.

Mandou muito bem! Parabéns!

E por isso convido vocês a usarem alguns minutos para ouví-lo, são poucos minutos. Garanto que vai valer a pena!

Clique aqui para iniciar o download ou aqui para ser direcionado ao post do podcast.

Conhecer para depois concluir.

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Por André Luís Oliveira - Vida Cristã Normal

Uma péssima mania do ser humano em geral é concluir antes de conhecer, fazendo julgamentos segundo a aparência, que, além de errôneos, geram falsas impressões e a também popularmente conhecida "fofoca".

Vejam quantas coisas negativas foram citadas no parágrafo acima somente pelos julgamentos prévios, antes de se conhecer algo devidamente. Quanto desperdício de tempo e de energia às custas de um relacionamento que poderia ser estabelecido e não foi, uma ideia que poderia ser revista e não foi.

O mesmo ocorre com Deus e o Cristianismo. Quantas vezes, antes de me converter, eu mesmo criticava tudo isso e colocava tudo na mesma panela! Mas ainda bem que Deus teve misericórdia da minha vida e me mostrou que esse caminho me levaria a abismos, que meus ideais de vida estavam errados e que era necessário que eu me aproximasse e conhecesse mais d'Ele. E isto está confirmado em Hebreus 10:22 : "Sendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero e com plena convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada, e tendo os nossos corpos lavados com água pura."

Não adianta escapar, para conhecer é necessário aproximar-se. Afinal, que amizade ou relacionamento existirá sem que alguma das partes se disponha a pôr sua confiança na outra?

Outra maneira de conhecer o Senhor é temê-Lo. Lembre-se: temor e não terror. Temor = cuidado, vigilância; terror = pavor constante. Vejam o que diz Pv 2, 3-5 (NTLH): "Sim, peça sabedoria e grite pedindo entendimento. Procure essas coisas, como se procurasse prata ou um tesouro escondido. Se você fizer isso, saberá o que quer dizer temer o SENHOR, e aprenderá a conhecê-lo"

E esse conhecimento vai aumentando conforme vamos nos dispondo a conhecer Deus, o que torna a relação mais prazeirosa. Cl 3.10 (NTLH): "E se vestiram com uma nova natureza. Essa natureza é a nova pessoa que Deus, o seu criador, está sempre renovando para que ela se torne parecida com ele, a fim de fazer com que vocês o conheçam completamente."

Por fim, não desanimemos se o mundo não reconhecer nosso esforço pois para ele conhecer alguém invisível será loucura, mas assim como é triste para um sóbrio ver um bêbado fazer escândalo, assim é para o cristão ver o ímpio escarnecer de Deus. O ímpio acha loucura crer em Deus mas acha normal crer em Geração Espontânea, em acaso, em seus próprios e limitados conceitos. Para tudo isso, vale a pena ver o que diz em 1Jo 3, 1 (NTLH): "Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. É por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus."

Por fim, qualquer conclusão só poderá ser tomada após realmente conhecer o assunto. Será que você pode aplicar isso na sua vida hoje?
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